🔴🇫🇷 𝗔𝗟𝗘𝗥𝗧𝗘 — Pour la PREMIÈRE FOIS, un pape va MARCHER lui-même lors de la traditionnelle PROCESSION aux flambeaux du sanctuaire de Notre-Dame de Lourdes, un geste INÉDIT du pape Léon XIV.
Au moment du "Salve Regina" j'ai éclaté en sanglots et j'ai pleuré. Des dizaines de milliers de jeunes qui chantent en latin, je n'ai jamais cru que c'était possible de connaître ça un jour.
Quelque chose s'est passé ce soir.❤️
Brasil 🇧🇷: Você sabia?
Você sabia que em 2023 o jornal “Financial times” publicou uma matéria sobre como governo Biden pressionou políticos e generais brasileiros para que respeitassem o resultado das eleições de 2022?
Iranduba, na região metropolitana de Manaus, agora à noite.
A Amazônia está em chamas. E ninguém liga. Nenhum artista fez música, nenhum influencer nas redes sociais.
Não é que o brasileiro tenha memória curta; o brasileiro é vítima da máxima de que “religião e política não se discutem”. Quando as pessoas deixam de falar sobre o que realmente importa, acabam ficando à margem da própria história.
Sobre o comentário infeliz na Bienal:
Esse episódio mostra o que tem sido feito em termos de engenharia social no Brasil. Não se trata de mera falta de interpretação; o caso em questão tem mais a ver com a construção de uma narrativa que vem sendo empreendida dentro das escolas e universidades.
@ananguix Esse episódio mostra o que tem sido feito em termos de engenharia social no Brasil. Não se trata de mera falta de interpretação; o caso em questão tem mais a ver com a construção de uma narrativa que vem sendo empreendida dentro das escolas e universidades.
¹⁹ Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios creem e tremem.
²⁰ Queres ver, ó homem vão, como a fé sem obras é estéril?
Tiago 2:19,20
https://t.co/4kDOJdGvf0
Edson Fachin, presidente do STF, acata pedido de Alexandre de Moraes e pede que André Mendonça libere o sigilo do processo que reúne detalhes sobre a rede de pagamentos de Daniel Vorcaro e do Banco Master.
Futuro réu Moraes fazendo pedido de investigação que inluí ele mesmo.
Fizeram contra mim um verdadeiro assassinato de reputação.
Durante meses, tentaram transformar suspeitas em sentenças e insinuações em verdades. Chegaram ao absurdo de associar meu nome ao PCC. Logo eu, que jamais tive qualquer relação com criminosos e que construí minha vida pública e profissional com trabalho, às claras e sem atalhos.
Mas não se limitaram a destruir reputações no papel. Entraram na minha casa. Invadiram o lugar que deveria ser o último refúgio de qualquer homem: o seu lar. Apontaram armas para a minha sogra, uma senhora de idade, e para a minha filha, uma adolescente de apenas 15 anos. Minha família foi submetida ao medo, à humilhação e a uma violência que nenhuma manchete posterior será capaz de apagar.
Enquanto isso, meu nome era lançado à lama. A condenação pública veio antes da prova. A suspeita virou espetáculo. Minha honra, minha família e mais de trinta anos de trabalho foram tratados como danos colaterais de uma narrativa já pronta.
E agora surge a perícia: não havia dinheiro público no filme e os valores são rastreáveis.
Há uma perversidade particular nisso tudo: destruir primeiro e esclarecer depois. Porque uma reputação construída durante uma vida inteira pode ser ferida em poucas manchetes, enquanto a verdade quase sempre chega silenciosa, meses depois, quando o estrago já foi feito.
Não espero pedido de desculpas. Espero apenas que aqueles que tiveram tanta pressa para publicar acusações tenham, ao menos, a mesma coragem para publicar a verdade.
Porque investigação séria procura fatos.
Perseguição escolhe primeiro o culpado e depois procura um crime.