“Como o Guga, o Augusto Lima, é um investidor, eu disse a ele: ‘Você pode comprar? Depois eu vou recomprar’.”
Comentei essa alegação do senador Jaques Wagner (PT-BA) sobre o apartamento de R$ 2,45 milhões apontado pela PF como suposta propina.
Íntegra: https://t.co/WnQLIs4PDg.
Hoje completa 54 anos que Dilma Roussef, em 1968, com Pimentel (ex gov MG), e outro terrorista, invadiram a invernada do Barro Branco, chegando ao posto avançado da Escola de Bombeiros, atacando o sentinela Soldado da Polícia Militar de São Paulo,
*Antônio Carlos Jefery*, matando - o, sem chance de defesa, e roubando
Sua arma.
Impunes, lograram uma vida politica.
Ela chegando a PRESIDÊNCIA da República.
Ele governador de Minas Gerais e o outro Ministro ...
Jefery aos vinte e três anos morreu.
Os assassinos recebem pensão milionária do Estado. Isentos de Imp Renda.
O soldado recebe pensão de PRAÇA da PMSP
Início da madrugada de 20 de setembro, 01h00h, sexta-feira.
O “Soldado Aluno” Antônio Carlos desloca-se para a guarita, em substituição de outro colega, que estava de serviço, o também “Soldado Aluno” Dalmiro Della Rosa, com mesma idade de Antônio Carlos, 20 anos. Estava armado com uma metralhadora marca INA, calibre 45, com carregador municiado com 30 cartuchos.
O local era distante uns cem metros da Escola, que ficava em uma elevação.
De repente, um VW Fusca bordô, em alta velocidade, sem placas, aproxima-se do novato, que tentou pará-lo. Sem pestanejar, fuzilam-no com quatro tiros de revólver.
A metralhadora INA e seu carregador foram por eles subtraídos, evadindo-se em alta velocidade.
Os assassinos pertenciam ao grupo intitulado “Vanguarda Popular Revolucionária - VPR” que, pelas armas, tentavam instaurar no Brasil um estado comunista.
Era o segundo policial abatido naquele mês. O primeiro, no dia sete de Setembro, em situação similar, fora o soldado JOSÉ CUSTÓDIO DE SOUSA, 27 anos, solteiro, há seis anos na Força Pública, metralhado durante aquela madrugada, quando no serviço de sentinela no prédio do DEOPS Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo, no Largo General Osório, no centro da Capital.
Menos de três meses antes, outra vítima, MÁRIO KOZEL FILHO, soldado do Exército Brasileiro, que prestava o tempo de serviço militar obrigatório. Kozel, na madrugada de 26 de junho de 1967, estava de sentinela no Quartel General do II Exército, no bairro do Ibirapuera, na Capital Paulista. Por volta das 04h30, uma camioneta, carregada com 50 quilos de dinamite investiu contra o Quartel do Exército, chocando-se no muro. O motorista, que antes saltara, conseguiu fugir.
Com o impacto o soldado Kozel fôra averiguar a situação, tristemente, justamente no momento da explosão, dilacerando e matando o jovem militar. Outros três soldados, também conscritos, ficaram muito feridos na ação da mesma VPR.
No dia seguinte, 21 de setembro de 1968, seu corpo foi saudado com 3 salvas, sete tiros cada, por 10 soldados do Corpo de Bombeiros local, ao som da Marcha Fúnebre, sob os acordes da Banda da Instituição.
Às 09h00, o corpo do soldado Antônio Carlos Jeffrey foi colocado no carro nº 105 do Corpo de Bombeiros, com o caixão encoberto pela Bandeira do Brasil, em sua última viagem terrena, com destino ao Cemitério da Filosofia, no bairro de Sabó, também em Santos. A frente do cortejo, batedores da Guarda Civil. As ruas repletas de populares, que se despediam do herói. o silêncio eram suas homenagens. Uma multidão seguia o carro dos Bombeiros. Ao fundo, o som das sirenes das viaturas que acompanhavam o extinto. Chegada ao Cemitério. No entorno do local de sepultamento aproximadamente 1.500 pessoas. Como se observa, os anos 60 e 70 estão repletos de nomes das forças de segurança que foram assassinados por terroristas e guerrilheiros, sendo que o principal nome na Corporação é o Capitão Alberto Mendes Junior.
No Exército foram mortos, além do Soldado Mário Kozel Filho, muitos militares.
Desconhecidos da nação porque não estão nos livros de HISTÓRIA! Aquela história contada pelos professores doutrinados pelos bandidos desses anos macabros para o povo brasileiro!!!
*POR FAVOR BRASILEIROS, DIVULGUEM/COMPARTILHEM PARA QUE A SOCIEDADE CONHEÇA A VERDADEIRA HISTÓRIA E QUEM SÃO OS VILÕES*
🚨 URGENTE: O CNJ do Benedito já quer esvaziar os presídios. Os juízes acabaram de receber orientação para diminuírem as penas dos condenados e iniciarem a política de desencarceramento.
🚨 VITÓRIA!
Após o pedido de acesso à informação que protocolei , veio à tona que a residência oficial do Brasil em Roma foi utilizada para hospedar artistas que apoiaram Lula em 2022.
Os “hóspedes”? Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paiva e outros apoiadores do PT
E não estamos falando de trocados: a operação dos prédios de embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custou pelo menos R$ 240,5 milhões em 2025.
Enquanto o brasileiro paga impostos, o governo Lula usa estruturas bancadas pelo contribuinte para agradar aliados políticos. Não no meu turno!
Seguimos 🫡
Fafá de Belém, Marcelo Rubens Paiva, Aline Bei, Monica Salmaso e Fabio Porchat estão entre os artistas citados pelo Metrópoles como hóspedes da embaixada brasileira em Roma.
Ao todo, 68 pessoas foram hospedadas no local, algumas com viagens custeadas integralmente com DINHEIRO PÚBLICO.
Segundo os dados citados, a manutenção de embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custou mais de R$ 240 MILHÕES no último ano. No caso de Fafá de Belém, a viagem de quatro dias à Itália teria custado quase R$ 300 mil aos cofres públicos.
Esse é o preço de manter artistas fazendo campanha para o governo.
Nas últimas décadas, muito do que funcionava foi trocado pelo que apenas soava bem.
Como os fatos nem sempre combinam com certas narrativas, fechar os olhos costuma ser mais fácil do que encará-los. Uma lástima.
Quando o documentário da Brasil Paralelo foi censurado em 2022, foi em nome da “desordem informacional”, um conceito criado por uma acadêmica que recebia verba de Soros, Claire Wardle. Ela fazia parte de um núcleo de pesquisa Harvard que promovia a obsessão da esquerda com “desinformação”, narrativa autoindulgente para justificar suas derrotas eleitorais. Era esse núcleo que Barroso visitou para palestrar no mesmo ano, 2022. Ele faz parte desse movimento pró-censura.
E assim o Brasil perderá mais duas pessoas de bem - E COM DINHEIRO - para os USA. Milhões já se foram.
Segurança pública é a única pauta que importa neste país, largado nas mãos do narcotráfico - quem patrocina crimes como o do vídeo para financiamento.
Esse video é uma aula!
O socialismo promete igualdade, mas entrega dependência. Fortalece o Estado, enfraquece o cidadão, expulsa investimentos e reduz oportunidades.
Governo não cria riqueza; quem cria é quem trabalha, empreende e produz.
A história já mostrou esse roteiro muitas vezes.
Empresas saem. Investimentos desaparecem. Empregos somem.
A arrecadação cai. O Estado cresce.
A dependência aumenta. E ainda há quem chame isso de progresso.
Os erros são os mesmos.
Os resultados também. Quando o Estado sufoca quem produz, a riqueza vai embora junto com os empregos.
A história não muda; apenas troca os personagens.
"Mulher é construção social".
Você já deve ter ouvido essa frase sendo usada para tentar argumentar que homens poderiam então ser mulheres.
Mas mesmo que ignorássemos a dimensão biológica, a construção social não surge do nada. Ela se desenvolve sobre uma base concreta e reconhecível.
As experiências, expectativas, vulnerabilidades e formas de socialização atribuídas às mulheres historicamente não apareceram por acaso nem foram distribuídas aleatoriamente.
Elas se organizaram em torno da realidade do sexo feminino e das condições materiais ligadas a ele.
Menstruação, gravidez, amamentação, violência sexual, desigualdades específicas não são abstrações ou identidades subjetivas - são experiências que moldaram instituições, normas e direitos ao longo do tempo.
Por isso, discutir direitos, espaços e políticas públicas para mulheres é reconhecer que categorias jurídicas e sociais existem para responder a realidades concretas.
Se “mulher” fosse apenas uma construção sem referência material, torna-se difícil explicar por que justamente as mesmas pessoas - as do sexo feminino - foram historicamente alvo das mesmas formas de controle, violência e discriminação.
Brasil 🇧🇷/Colômbia 🇨🇴: Pergunta;
Quando Lula recebeu em Brasília o senador e candidato a presidente da Colômbia, Iván Cepeda, Lula interferiu nas eleições colombianas? Atentou contra a soberania colombiana? Ou só vale esse discurso quando Trump recebe o senador Flavio Bolsonaro? 🧐
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Viva o SUS: Em 2001, o Brasil teve 390 mil casos de dengue e apenas 28 mortes. Em 2024 (governo Lula), o pior surto da história: foram 6,48 milhões de casos e 6.068 mortes.
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Aida em 1999, o debate sobre restringir armas ganhava força, com medidas locais sendo testadas. Nada melhorou. O Estatuto do Desarmamento (2003) prometeu paz e entregou o contrário.
Nos governos Lula, os homicídios subiram de ~45 mil p/ picos de quase 50 mil/ano. Rio continuou recordista. Desarmar a população, como o PT sempre defendeu nunca desarmou o criminoso.
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Em 1999 que a cada 20 minutos um brasileiro morria atingido por tiro”. Acontece que...Em 2024 foram 32.566 mortes por arma de fogo — uma a cada 16 minutos. O número absoluto subiu. Entra década e sai década e a mídia sempre ignora que 99% das usadas por bandidos são ilegais.
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COMO O 🇧🇷 ERA MELHOR SEM O PT
Não vai ser difícil p/ meu amigo @FlavioBolsonaro desmascarar o governo Lula. Basta confrontar os dados com a realidade. Há 30 anos, a maioria dos brasileiros já demonstrava vergonha da classe política por causa da corrupção e celebravam a política externa ao lado de líderes mundiais. Com o PT, a vergonha virou normalidade: o partido virou parceiro oficial de ditaduras genocidas e autoritárias. Fica a pergunta: a moral pública mudou ou a população simplesmente se acostumou?
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Antes mesmo de ser presidente, Lula tinha parceria com as Farc. Com sua vitória, consumo e tráfico de drogas explodiram. O governo financiou projetos de integração de estradas com a Colômbia que abriram novas rotas para o narcotráfico.
Aqui, 👇 a Globo mostrava em 2006 o crack chegando ao sertão nordestino, vendido à luz do dia. O repórter se espantava. Mal sabia ele que, 20 anos depois, isso viraria cena normal em dezenas de cidades pequenas do Brasil.
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