Introducing Claude Tag, a new way for teams to work with Claude.
In Slack, Claude joins as a team member with access to the channels and tools you choose. Tag Claude in and delegate tasks to it while you focus on other work.
@a16z AI (or any I for that matter), works best when interfaced through the analogy of a person. One you could talk to, preferably in your mind (with the same amount of trust you'd give a God) but for the moment one you can chat with or (video)call. That's the I-interface
@MatthewRittenb8@DTM_NL I don't condone any of the interaction after: "let me tell you something". He was walking away, that would've yielded the best result I think
@DTM_NL The guy says he doesn't want to be in your video while you are specifically filming them. Then you become aggressive because you think he means that you can't film there. Be considerate of the amount of narrative you promote
@ilyasut Depends if one regards kindness as its highest form of expression. Albeit only if it's not one of @GadSaad's suicidal or @elonmusk's homicidal forms.
Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
@r0ck3t23 You can't say some thing is needed when that thing is ambiguously defined. That being said, when some thing can re-act upon which it's acting, one could argue this thing is aware of whatever it's acting inside of. This is why the "agent-loop" instills bathtub thoughts @elonmusk..