Em 1962, enquanto o Brasil jogava a Copa no Chile, Henry Kissinger atravessava o país tentando decifrar outra partida: a disputa pelo futuro da democracia brasileira. Artigo assinado por Luís Cláudio Villafañe e por mim na @revistapiaui:
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O olhar de Kissinger, com a combinação de fascínio cultural e desprezo político, caracteriza até hoje o olhar externo sobre a América Latina. Admiram nossa vitalidade,mas duvidam da nossa capacidade de autogoverno.
O impacto da IA generativa na escrita discente e o desafio da autonomia acadêmica - Compartilho este texto sobre o cenário pós-LLM no ensino superior. A análise aborda a perda da voz autoral e a padronização dos debates, trazendo reflexões muito próximas das transformações que observamos hoje em nossas rotinas docentes - https://t.co/J8jLgI0KCM
@eduardomfrizzo Em setembro de 1958, um jovem diplomata sugeriu que o governo Brasileiro reconhecesse o governo argelino em exílio e por consequência a Argélia. Detalhe: estava em plena guerra. A Independência só viria em 62.
João Guimarães Rosa, demolidor: "Não há argumentos, não há razões, não há precedentes, não há condições, não há plausibilidade, não há conveniências, não há vantagens, não há nada".
“Lutar pelo Direito é hoje lutar ... contra o poder, não para enfraquecê-lo ou destruí-lo, mas para envolvê-lo na ordem jurídica e assim assegurar sua conciliação permanente com os interesses da sociedade.”
San Tiago Dantas
Em 1927, o intelectual e jornalista Walter Lippmann afirmou: "All the world thinks of the United States today as an empire, except the people of the United States".
Será que essa realidade mudou?
"The Palgrave Handbook on Geopolitics of Brazil and the South Atlantic". 77 capítulos. Um marco. Fico imaginando a dor de cabeça dos editores para organizar obra com tantos autores.
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