Quem realmente foi o responsável por nunca ter havido impeachment de Ministro até hoje no Brasil foi o Flávio Bolsonaro, que em 2019 moveu mundos e fundos para desmobilizar a CPI da Lava Toga em troca das manobras processais que deram fim as investigações da sua Rachadinha na ALESP. Essa é a verdade, o resto é balela
Quem realmente foi o responsável por nunca ter havido impeachment de Ministro até hoje no Brasil foi o Flávio Bolsonaro, que em 2019 moveu mundos e fundos para desmobilizar a CPI da Lava Toga em troca das manobras processais que deram fim as investigações da sua Rachadinha na ALESP. Essa é a verdade, o resto é balela
@rsallesmma@kimpaim Alexandre de Moraes tem um processo de Ricardo Salles nas mãos. Ricardo Salles faz o povo olhar para trás, mas não conta que, se fosse eleito, hoje o seu rabo está preso com aquele que precisamos tirar de lá. Ricardo Salles não!!!!
VOCÊS QUEREM SINAL MAIS CLARO DE QUE AS PRÓXIMAS PARADAS SÃO AS TAXAÇÕES DE HERANÇAS E PATRIMÔNIO?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Vou te contar um segredo… muito do que sou hoje veio de um TED. Sim, o TED já foi bom e fui viciado!
Estou tomando uma gelada e resolvi procurar o mais importante que já vi.
Tira um tempo, abre um vinho e imagina isso há mais de uma década.
Divirta-se
https://t.co/cMfxP7CNwG
“Eu acredito na imunidade parlamentar, MAS ELA NÃO PODE SER USADA DE ECUDO PARA SE COMETER CRIMES”
“Eu acredito no sigilo da fonte, MAS ELA NÃO PODE SER USADA DE ECUDO PARA SE COMETER CRIMES”
“Eu acredito na liberdade de expressão, MAS ELA NÃO PODE SER USADA DE ECUDO PARA SE COMETER CRIMES”
“Eu acredito na liberdade de imprensa, MAS ELA NÃO PODE SER USADA DE ECUDO PARA SE COMETER CRIMES”
O Brasil é governado por uma Junta Cívico-Jurídica que tem como expoentes Lula, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Um consórcio autoritário que submete a todos, inclusive a imprensa que o apoia deliberadamente e por interesses mesquinhos. Essa Junta destruiu a Lava Jato e sufocou um movimento político de massa de origem popular, legítimo e democrático. Acusado de radicalismo, por mera questão de forma e não de conteúdo, esse movimento amadureceu e agora entrega um candidato adaptado à forma. Mesmo apanhando todo dia dessa mesma imprensa, Flávio e seus aliados absorvem acusações falsas e críticas desonestas; e ainda mantêm o diálogo com todos. Da última vez que esteve no meu programa, há mais de um ano, declarou ao vivo seu respeito ao meu trabalho, citando minhas críticas duras, mas honestas. Teve a coragem de ser entrevistado pelo jornalista que publicou a história da compra de sua casa em Brasília. Não foi à Justiça tentar derrubar a matéria, não fez ameaças, não pediu para a PF quebrar meu sigilo para descobrir a fonte da reportagem. Seu pai (Jair) também me recebeu no Planalto, mesmo quando criticado por mim por suas escolhas para a PGR e para o STF. Já fui censurado pela Junta, nunca por qualquer bolsonarista. Despertei para isso há alguns anos e estimo que o mesmo aconteça com outros jornalistas, acadêmicos, financistas etc. Me lembro que, em 9 de janeiro de 2023, ao questionar um advogado do PT, -- bastante conhecido e educado -- sobre os abusos de direitos humanos contra cidadãos comuns indignados com a eleição de Lula, ouvi a frase "que Moraes tranque todos eles e jogue a chave fora". Essa frase funcionou na minha cabeça como um gatilho, foi literalmente uma 'virada de chave'. Percebi ali que a "forma" é irrelevante diante do conteúdo e, muitas vezes, tem até sentido tático. Por isso, coloquei meu microfone em defesa dessa gente vítima do arbítrio da Junta. Por isso, nado contra a maré da conveniência. Coloco minha experiência de quase 30 anos de jornalismo político e investigativo para ajudar na qualificação também desse debate, que é o mais importante de todos: queremos viver a divergência de maneira democrática, no estado de direito, fazendo o embate de ideias pela política, ou pacificar o país na marra, no medo, trocando o barulho das redes pelo silêncio das masmorras da PF? Rogo ao jornalistas que ainda pretendem fazer seu ofício que compreendam o atual limiar civilizatório que vivemos. Jornalistas devem fiscalizar o poder, criticar, se opor (podem até elogiar o que está certo rs), mas isso só é possível numa sociedade democrática. É preciso colocar um fim no regime atual em outubro, antes que o próximo outubro nunca chegue.