⭐️ Assista até o fim. Eu prometo: esses quase 3 minutos valem a pena.
Em meio a tantas notícias que fazem a gente perder a esperança, a história do senhor Vital mostra que ainda existe um Brasil que merece ser conhecido.
Um homem simples vendendo pudins para conseguir pagar seus exames.
Até que milhares de pessoas que nunca o viram decidiram ajudá-lo.
E quando ele percebeu que havia recebido mais do que precisava, sua reação diz tudo sobre quem ele é: achou que fosse um erro e quis devolver o dinheiro.
Talvez seja justamente disso que este país esteja precisando.
Menos histórias sobre quem tira dos outros.
Mais histórias sobre quem divide o que tem.
Esse vídeo ficou um pouquinho longo. Não pule. Não acelere. Chegue até o final.
Porque talvez hoje você não precise conhecer apenas a história do senhor Vital.
Talvez precise se lembrar de que ainda existe muita gente boa neste país.
Que Deus abençoe o senhor Vital e cada pessoa que estendeu a mão.
❤️ Se essa história também tocou você, compartilhe. Faça o Brasil conhecer o Brasil que ainda vale a pena acreditar.
O CERCO CHEGOU A LULA.
Primeiro, o sindicato que tem Frei Chico como vice-presidente. Depois, Berg. Marcola. Lulinha. Agora, uma mensagem de Roberta Luchsinger atribui ao próprio Lula a decisão de prosseguir com a liberação de uma obra no Maranhão.
No meio dessa história aparecem INSS, dinheiro, joias, obra de arte, tentativa de acesso à Petrobras e articulações dentro do Palácio do Planalto.
A reunião mencionada nas mensagens aconteceu.
A sequência de revelações est�� chegando cada vez mais perto do presidente.
E a pergunta que fica é inevitável:
Lula vai dizer, de novo, que não sabia de nada?
Assista até o fim e tire suas próprias conclusões.
#Lula #Lulinha #INSS #Petrobras #Maranhão
Douglas Ruas @DouglasRuas_RJ está decolando a medida que vai se tornando conhecido, apesar da sabotagem em tirá-lo da cadeira de governador!!! Fora Lule e vá com Paes!
Pense no eleitor sergipano de 2018. Ele não conhecia quase nada daquele delegado de fala mansa que nunca havia disputado uma eleição na vida. Comprou uma ideia, não um currículo. Achou que estava votando contra o velho jeito de fazer política.
Um estranho ao sistema chegou ao Senado.
Oito anos depois, esse mesmo eleitor precisa decidir de novo. E a pergunta que ele carrega é curta e desconfortável: qual Alessandro Vieira está pedindo o meu voto agora?
Oito semanas
No primeiro turno de 2018, votou em Marina Silva. No segundo, declarou voto em Jair Bolsonaro. A justificativa era romper o ciclo do PT e fortalecer o combate à corrupção.
Dois meses depois da posse, já estava arrependido. Ele mesmo conta isso hoje, sem constrangimento nenhum, como se fosse credencial.
Guarde o número. Oito semanas foi todo o tempo que a convicção mais importante da vida política dele levou para virar pó. Se o critério de 2018 se desmanchou nesse prazo, que critério era aquele? E por que alguém deveria acreditar que os critérios de 2026 são feitos de material mais resistente?
Setembro de 2018. Uma candidata à Presidência que havia sido ministra de Lula por cinco anos diz, em plena campanha e com ele atrás das grades, que o considera corrupto. Sem meia palavra, sem eufemismo.
Setembro de 2022. Um eleitor paulista liga a televisão e ouve uma senadora de voz firme dizer que o país teve, no comando do Planalto, o grande orquestrador do maior escândalo da história da República. Mensalão para comprar o Congresso. Petrolão para se manter no poder. Nenhum mea-culpa, negação até hoje.
Na primeira cena, quem falava era Marina Silva. Na segunda, Simone Tebet. De quem as duas falavam era Lula.
Guarde as duas cenas. Elas valem mais que qualquer marqueteiro contratado, porque nenhum dos dois lados pode alegar que foram tiradas de contexto. Estão gravadas, estão datadas, estão no ar até hoje.
Menos de noventa dias depois da segunda, Tebet aceitava um ministério das mãos do orquestrador. Marina já havia voltado ao dela.
A Revista Timeline apurou com exclusividade que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro, filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, a visitarem o pai.
Segundo informações obtidas pela Timeline, as visitas deverão ocorrer em breve, separadamente. A reportagem confirmou que já há previsão para os encontros, mas, por razões de segurança e privacidade, não divulgará antecipadamente as datas.
A autorização permite que os dois filhos tenham contato presencial com Bolsonaro, submetido às determinações impostas pelo Supremo.
Carlos Bolsonaro, candidato ao Senado por Santa Catarina e um dos filhos mais próximos politicamente do ex-presidente, está entre os autorizados. Jair Renan Bolsonaro, candidato a deputado federal e o filho mais novo de Bolsonaro, também recebeu o aval de Moraes.
A Timeline confirmou a autorização na noite desta terça-feira (18).
A reportagem acompanha o caso e atualizará esta matéria caso sejam divulgadas novas informações sobre as condições estabelecidas para as visitas.
👚👚👚
Lula sancionou. Haddad defendeu. Janja disse que as empresas pagariam. Mas a conta chegou para você.
A Taxa das Blusinhas encareceu as compras internacionais e veio acompanhada de uma queda brutal nas encomendas que passam pelos Correios. Em 2025, o volume caiu de cerca de 149 milhões para 41 milhões, enquanto a receita da estatal com essas encomendas despencou de R$ 3,9 bilhões para R$ 1,3 bilhão.
Agora chegamos a 2026. Ano eleitoral.
E Lula resolveu zerar justamente a taxa que sancionou.
Então fica a pergunta:
Se a taxa era necessária antes, por que deixou de ser justamente agora?
O que mudou: a economia ou o calendário eleitoral?
Compartilhe. Memória também é instrumento de fiscalização.
#TaxaDasBlusinhas #Lula #Haddad #Janja #correios
A verdade sobre Lulinha. Blindagem e enriquecimento ilícito do filho do poder.
De monitor de zoológico em São Paulo, a milionário morando na Espanha, movimentando R$ 19,5 milhões em quatro anos. Vinte anos de investigações (Lava Jato, CPMI, Mapa da Mina e agora o escândalo do INSS) e nunca se tornou réu.
"Nosso futuro é a Suíça." Mesada de R$ 300 mil, joias entregues ao chefe de gabinete de Lula e viagens de executiva com o Careca do INSS, enquanto R$ 6,3 bilhões eram roubados dos aposentados. Investigado a vida inteira. Blindado a vida inteira.
Esse é o modo do PT de governar: Mensalão, Petrolão e agora o roubo dos idosos e pensionistas. Lula 4 não é opção, é sentença de destruição para o Brasil.
Delegado de carreira da Polícia Federal. Chamado para proteger Bolsonaro após o atentado de 2018 e, em seguida, para servir na Presidência da República. Em 2022, o Rio de Janeiro elegeu Ramagem deputado federal.
Veio então a perseguição: acusações forjadas, cassação do mandato e a farsa da condenação. Tudo por ter trabalhado ao lado de Jair Bolsonaro pelo melhor do Brasil.
A nossa luta é nunca desistir. Ela depende do seu voto.
Faça justiça.
Vote Rebeca Ramagem 2217
Deputada Federal
Rio de Janeiro 🇧🇷