Ministros do alto escalão do governo avaliam que o presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, articulou um “golpe” ao conduzir a aprovação da quebra do sigilo bancário de Fábio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula.
Auxiliares do Palácio do Planalto afirmam que o presidente da comissão optou por não contar os votos para dar um “golpe”, já que, em tese, o governo detém maioria no colegiado.
Ainda segundo esses ministros, o governo pretende recorrer da decisão. O próprio deputado Paulo Pimenta (PT-RS), membro da comissão, afirmou que acionará o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), e também levará o caso ao Conselho de Ética.
@Humbert62082260 Concordo @humbert62082260! Mas temos que ter o cuidado de preservar a Instituição que tem um passado sempre em defesa do Povo. Hoje, passa por direções que desmerecem a sua História, e que nada difere das muitas Instituições que atualmente passam pelo mesmo problema! Triste!
Um país submetido a uma tirania não é soberano. Um país governado por bandidos não segue o princípio da "autodeterminação dos povos". Esses são apenas os escudos retóricos dos ditadores e daqueles pagos para defendê-los. E como existe gente disposta a isso.