SEM FILTRO
O que está rolando nos bastidores sobre as tarifas?
Como devem se comportar empresários e trabalhadores eventualmente atingidos?
Qual repercussão está tendo dentro da quadrilha que voltou à cena do crime no Palácio do Planalto?
Gente, que maldade com o Lindinho da planilha da Odebrecht.
Afinal ele é casado com a Amante da planilha da Odebrecht, que por coincidência, é do Paraná.
Que coraçãozinho ruim vocês têm. Tá loko!
EUA 🇺🇸/Venezuela 🇻🇪: Relatórios da CIA apresentados pelo presidente Trump cita que:
“Funcionários do governo venezuelano desenvolveram interesse sustentado e provavelmente alguma capacidade de manipular sistemas de votação eletrônica, incluindo a tecnologia Smartmatic, para influenciar os resultados eleitorais na Venezuela”
“E que em 2012, planos exigiam a implantação de máquinas alteradas em aproximadamente 300 centros de votação em áreas tradicionalmente pró-Chavez para garantir a vitória por aproximadamente 1,5 milhão de votos.
Após a eleição, que Chávez venceu por aproximadamente 1,6 milhão de votos, fontes relataram que Chávez parabenizou sua equipe por implementar com sucesso o plano de manipulação.”
IMAGINE SE NÃO FOSSE IMPORTANTE
Parece que @jairbolsonaro veio do futuro. Mas muitos ainda não acordou que não haverá eleição em 2030, caso Lula seja eleito e bote mais 4 juízes na suprema corte
Aqui, logo após a facada, ele ainda tem forças para falar de integridade eleitoral
https://t.co/mibMILX3vt
🚨APURAMOS! É #Fake imagem atribuída a Flávio e Sicário; foto foi produzida com uso de IA
Blog utilizou ferramentas que detectam o uso de software desumanizador, e a testagem superou 90% para o uso de inteligência artificial.
É por isso que eles querem regulamentar as redes sociais.
Por que a Dona Antonieta já se politizou e sabe o que é a verdade e não aceita ser enganada. De o play e compartilhe 👇🏻
The Twilight of Lula: How Time and Perspective Have made Brazil's Old Icon Obsolete
In the scenario of Brazilian politics, Luiz Inácio Lula da Silva once played the role of the people's champion with undeniable flair.
Emerging from humble roots as a metalworker and union leader, he rode waves of commodity booms and social spending to deliver real reductions in poverty during his earlier terms. Yet time is merciless to those who cling to yesterday's script. Today, as Brazil hurtles toward a more competitive, digitally connected, and aspiration-driven future,
Lula stands as a relic—his ideas, rhetoric, and instincts increasingly mismatched to a nation that has outgrown the old politics of grievance, patronage, and personal vain.
Perspective reveals the obsolescence. Brazil in the 2020s is not the Brazil of the early 2000s. Urbanization, widespread internet access, entrepreneurial spirit, and a younger population skeptical of endless government expansion have transformed expectations.
Voters increasingly prize security, opportunity through work and merit, fiscal responsibility, and pragmatic engagement with the world—not recycled class-war narratives or South-South solidarity that often masks alignment with authoritarian regimes.
Lula's style, marked by rambling speeches, folksy improvisation that now lands as undisciplined, and a habit of framing challenges through historical resentments rather than forward-looking solutions, underscores this gap.
A leader who governs with one eye on his legacy and the other on international applause risks neglecting the unglamorous work of building durable institutions at home.
Conservatives have long warned that populism,even when well-intentioned, erodes when it prioritizes ego and short-term redistribution over structural reform.
Lula's third term has exemplified this. While tax reform and commodity tailwinds provided some stability, persistent fiscal deficits, elevated public debt, and uneven progress on crime and education signal deeper stagnation. Foreign policy, heavy on multilateral summits and climate grandstanding, has at times subordinated Brazilian interests to ideological posturing clashing with key trading partners and complicating "clean" business expansion in a fragmented global economy.
When personal narrative or anti-imperial rhetoric crowds out tough negotiations for market access and investment, the people ultimately pay through lost jobs and slower growth.
Brazil rejects recycled actions. The nation needs a president attuned to its evolved intellect: one who champions rule of law without selective application, reduces bureaucratic chokeholds to unleash private enterprise, diversifies trade beyond ideological blocs, and addresses root causes of insecurity rather than romanticizing symptoms.
It requires clear-eyed realism about human nature, incentives, and the limits of state power—principles that built prosperous societies elsewhere.
Grudges against past elites or foreign powers may rally a base, but they offer no roadmap for competing in a world of artificial intelligence, supply-chain resilience, and demographic dividends that must be earned, not assumed.
Lula's endurance in politics is a testament to his resilience, but endurance alone doesn't equate to relevance. Time has exposed the fatigue in the old model: centralized power, expansive welfare without corresponding productivity gains, and a rhetoric that divides more than it unites. Brazilians, wiser from cycles of boom and bust, are demanding accountability
The 2026 election will be a verdict on whether the country will renew; prioritizing freedoms, enterprise, and national interest or linger in nostalgia.
Time is over for outdated icons. Brazil's potential is huge but not for leaders anchored in the past. True progress lies in fresh visions, rewards effort, and engages the world on terms of mutual prosperity, not manufactured solidarity. Then can the nation move beyond the old politics
Que timing péssimo para jogarem essa bomba de fumaça sobre Flávio Bolsonaro. E timing ruim pra própria esquerda se vocês querem saber.
Hoje tivemos alguns acontecimentos que merecem ser registrados:
Pesquisa Genial/Quaest, com ambiente amplamente favorável a Lula divulgada hoje. Números que mostram um Brasil que o Brasileiro não vive, mas tudo bem até aí. Da "Genial/Lulest" a gente já não espera muita coisa.
Por qual motivo os petistas deixariam de explorar os cenários de uma pesquisa tão favorável ao governo para falar de uma suposta fotografia de Flávio Bolsonaro, que teria sido registrada em 2022?
Por que deixariam de celebrar a suposta recuperação da aprovação de Lula nas redes sociais para colocar o nome de Flávio Bolsonaro no centro do debate dentro da própria bolha?
Logo pela manhã, uma operação realizada no Rio de Janeiro prendeu suspeitos de estabelecer conexões entre organizações terroristas brasileiras e grupos terroristas do Oriente Médio, incluindo a Al-Qaeda, com principal foco de atuação na Tríplice Fronteira.
O governo dos Estados Unidos declarou encerradas as negociações com o Brasil relacionadas às investigações da Seção 301 e recomendou ao presidente Donald Trump a aplicação de novas tarifas contra o país.
A medida teria sido motivada, entre outros fatores, pela falta de avanço e de colaboração do governo brasileiro durante as tratativas.
O veículo progressista, ICL Notícias, que publicou a matéria com a suposta fotografia de Flávio ao lado de Sicário apresentou a imagem sem informar claramente sua origem ou revelar a fonte responsável pelo material.
A fotografia aparenta possuir sinais de manipulação, possivelmente por inteligência artificial, o que exige cautela antes de qualquer conclusão.
O mesmo veículo também esteve envolvido, nesta semana, em uma polêmica relacionada a demissões em sua equipe. O ICL desligou Leandro Demori, então diretor de Jornalismo da empresa.
Segundo informações divulgadas por alguns portais, um dos pontos de desgaste teria sido o alto volume de gastos com anúncios nas plataformas da Meta.
Existe algo nessa história que ainda não está completamente explicado. A sequência dos acontecimentos, a falta de transparência sobre a origem da imagem e o momento escolhido para sua divulgação levantam questionamentos legítimos.
Pode ser apenas coincidência. Mas o timing, definitivamente, chama atenção.
Eu tô é chorando aqui.
Que saudades do nosso Presidente!
Vamos vencer essa eleição!
Bora, @FlavioBolsonaro!
Em nome do nosso Capitão!
Vamos com fé e amor pelo Brasil! 🙏🇧🇷