@ynaelopes@pedreco@histacontrapelo E é bizarro que aprendemos mais sobre a Rev. Russa e Chinesa (mesmo sendo pouco), do que a rev. haitiana que influenciou MUITO mais nossa historia, enquanto brasileiros.
Isso é parte do racismo inclusive dentro da própria esquerda. Colegas haitianos se surpreendam.
É um absurdo que o TRE, a prefeitura e o governo do estado do Amazonas se neguem a oferecer transporte para que comunidades indígenas tenham um direito básico assegurado: o direito ao voto!
A democracia brasileira só é plena com presença indígena!
https://t.co/uO9S79qyHf
🚨 CPI DAS BIG TECHS JÁ!
Acabo de protocolar o pedido de criação da CPI das Big Techs, uma Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará os abusos cometidos por empresas como a Meta, responsável pelo Instagram, durante as eleições.
É inaceitável que empresas estrangeiras tenham carta branca para fazer o que bem entenderem no período eleitoral, para manipular seus algoritmos a favor de determinado posicionamento político e prejudicar um candidato.
E todos os indícios apontam que isso está acontecendo nessas eleições. Tudo indica que as eleições brasileiras estão sofrendo interferência de bilionários estrangeiros.
Afinal, essas são as eleições que podem decidir se o fim da escala 6x1 vai se materializar ou não, se o Pix continuará existindo, se as nossas terras raras serão, de fato, nossas, se as mulheres e meninas têm direito à própria imagem, ao próprio corpo e ao voto, e muito mais.
Esses abusos precisam ser investigados pra ONTEM. O Brasil é um país soberano, e seu povo não pode estar submetido a práticas abusivas de empresas estrangeiras que monopolizam a internet.
Pra isso acontecer, preciso de 171 assinaturas no Requerimento da CPI, que já estou colhendo para que, independentemente de qual seja o resultado das urnas, as big techs sejam investigadas.
Dito isso, contra os abusos, a censura e o SISTEMA que se organiza para escravizar nosso povo, roubar nossas riquezas e colonizar nosso país, dia 25 é LULA!
Tirando as parlamentares e ativistas indígenas eu não vi mais ninguém falando sobre o descaso do TSE e TRE com o transporte que deveria ter levado MILHARES de indígenas as urnas. Milhares de indígenas não votaram por falta de transporte e tradutor. O silêncio está foda!
Senador Paulo Paim foi constituinte, defende a pauta dos trabalhadores desde 1988. Mas ele também é autor do Estatuto da Igualdade Racial, apenas a lei que garante todos os direitos básicos para nós negros. Essa imagem é uma passagem de bastão para o sonho mais sonhado de Paim
Nikolas gostaria muito que você fosse honesto e respondesse.
Se nesse ridículo video de IA ao invés da sua cara e do Flávio Rachadinha tivesse o rosto do Oruam e o MC Poze, você não estaria chamando de apologia ao crime?
PSOL podia fazer dois no DF se tivesse uma segunda pessoa com votação melhor. Se tivessem federado com o PT, dava pra Ruth Venceremos entrar. Esse sectarismo suicida do PSOL custou ao próprio partido, foi um erro tático. E falo com todo respeito aos quadros do PSOL.
lembrando que o grupo da prof no psol se negou a fechar aliança na federação PSOL+PT+PCdoB+PV pra somar forças e enfrentar a direita eleitoralmente
ela nao foi eleita e +60mil votos da esquerda paranaense foram arbitrariamente jogados no lixo. parabens ao sectarismo do MES
O TEMPO DEU RAZÃO AO BOULOS
Trabalhou incessantemente para que o PSOL federasse com o PT e o PCdoB, mas o PSOL não quis!
Resultado: Jones Manoel fez milagre em Pernambuco, mas não puxou ninguém. Erika Hilton em SP também não.
O purismo se mostrou estratégia derrotada.
Infelizmente, o PSOL acabo
Por Gabriel Siqueira, dirigente da Revolução Solidária e do MTST
Não escrevo este texto com orgulho, preferia estar errado sobre tudo o que virá nas linhas abaixo.
Elegemos nossas principais referências e demonstramos, mais uma vez, o peso político e eleitoral do campo que construímos. Nossos votos foram decisivos para o desempenho do PSOL e da federação nesta eleição.
Mas não há o que comemorar quando aquilo sobre o que alertamos durante tanto tempo começa a se confirmar.
Durante todo o último período, nós alertamos que o PSOL corria um risco existencial. Defendemos a unidade da esquerda e a construção de uma federação mais ampla não por conveniência eleitoral, mas porque entendíamos que as novas regras do sistema político exigiam uma resposta estratégica.
Fomos ridicularizados por isso.
O não alcance da cláusula de barreira não aconteceu por falta de avisos, cálculos ou projeções. Desde o ano passado era possível identificar que a Federação PSOL-Rede corria riscos sérios. Os números estavam diante de nós.
O que faltou, na minha avaliação, foi disposição política para encará-los.
Ao longo dos últimos anos, vimos campanhas fracassadas para cargos majoritários e diminuições de bancadas serem apresentadas internamente como grandes vitórias. Faltou humildade para reconhecer os recados que vinham das urnas. Faltou autocrítica para perceber que, em diferentes lugares, o partido estava diminuindo em vez de crescer.
Em vez disso, muitas posições foram construídas a partir de uma lógica de autoconstrução e autoadulação, desconectada da correlação de forças real da conjuntura e dos sinais que o eleitorado sucessivamente nos apresentava.
A política passou, muitas vezes, a ser medida pela capacidade de uma corrente crescer dentro do PSOL, e não pela capacidade do PSOL e da esquerda crescerem na sociedade.
Esse talvez tenha sido um dos nossos erros mais graves.
Quando o PSOL rejeitou a construção de uma federação mais ampla com PT, PCdoB e PV, nós defendemos outro caminho. Não porque acreditássemos que uma federação resolveria todos os nossos problemas, mas porque entendíamos que era preciso construir uma estratégia diante de uma mudança estrutural no sistema político brasileiro.
A insistência em seguir praticamente sozinhos, na minha avaliação, esteve sustentada muito mais numa fé vazia do que numa análise concreta dos números. E também num antipetismo infantil que, em determinados setores, se expressava de maneira quase caricatural numa prioridade interna: “derrotar o grupo do Boulos”.
Esse foi o tamanho da miopia.
Enquanto discutíamos quem derrotaria quem dentro do PSOL, deveríamos estar discutindo como ampliar a força política da esquerda brasileira diante do crescimento da extrema direita.
Agora chegou a hora do balanço.
O PCdoB compreendeu antes de nós a necessidade de construir uma estratégia de sobrevivência e fortalecimento dentro de uma federação mais ampla. A experiência da federação permitiu combinar forças, organizar chapas competitivas, otimizar recursos e disputar conjuntamente a representação parlamentar.
Nós defendíamos que o PSOL deveria pensar sua estratégia com a mesma dimensão histórica: não apenas quantos deputados cada corrente conseguiria eleger, mas qual instrumento político a esquerda brasileira precisaria construir para enfrentar os próximos anos.
Não fomos derrotados nesse debate porque nossos argumentos estavam errados. Fomos derrotados politicamente dentro do partido.
E agora chegou a conta.
Também precisamos discutir o que aconteceu internamente.
Durante esse processo, deputados federais e lideranças históricas do nosso próprio partido foram, na minha avaliação, profundamente irresponsáveis. Divergências estratégicas se transformaram em ataques públicos.
Guilherme Boulos foi achincalhado e atacado por setores do próprio PSOL. Erika Hilton, uma das maiores lideranças populares que nosso partido produziu, também sofreu enormes pressões internas. ➕1️⃣
O PSOL não atingiu a cláusula de barreira e perdeu sua condição de receber fundo partidário e fazer uso de tempo de TV.
Pior, ontem a esquerda brasileira deixou de eleger uma bancada de deputados federais EXPRESSIVAMENTE maior do que a que elegemos.
Boulos, Erika Hilton e a Revolução Solidária estavam certos desde fevereiro/março deste ano sobre a melhor tática para que o partido disputasse as eleições. Todos os demais estavam errados. PONTO.
O resultado de ontem não é fruto do acaso, não é culpa do povo brasileiro apenas. O sistema eleitoral democrático burguês tem as suas regras e é obrigação da esquerda entendê-las para disputá-lo da melhor forma. Era isso o que propúnhamos quando sugerimos que o PSOL fosse participante e proponente de uma grande federação de esquerda, um espaço que seria importante:
1) PARA O PSOL que atingiria sem nenhum esforço a cláusula de barreira e não perderia suas condições estruturais de se manter como um partido independente e organizado;
2) PARA OS PARTIDOS que melhorariam as suas chapas colocando os MELHORES em condições de disputa para se elegerem, otimizando energia militante e recursos financeiros;
3) PARA A ESQUERDA que teria um espaço privilegiado para discutir estratégia política de curto, médio e longo prazo e se organizar para entregar os desafios que são impostos pelo mundo de hoje. Sendo o combate ao fascismo o mais urgente deles.
Quando nosso grupo, a Revolução Solidária, bancou esta posição dentro do PSOL, fomos isolados, boicotados e colocados no lugar de quem queria liquidar o PSOL.
Pois bem, hoje o PSOL está a um passo da sua liquidação enquanto instrumento viável de organização da classe trabalhadora, ainda poderá ser um bom guarda-chuva de mandatos mas um partido que não organiza POVO e capilaridade no período fora das eleições não entendeu NADA do que faz a extrema-direita que se mantém permanentemente em campanha nas ruas e nas redes.
A Revolução Solidária se saiu bem deste período eleitoral. Mesmo com todos os boicotes, elegemos Erika Hilton, Professora Luciene, Natalia Boulos, Carlos Giannazi, Sofia Favero e Ediane Maria (SP); Rick Azevedo, Pastor Henrique Vieira, Renata Souza, Dani Monteiro e Yuri Moura (RJ); Bella Gonçalves (MG); Leo Suricate (CE).
Companheiros que nos enchem de orgulho por terem tido fibra, coragem e enfrentado perseguições internas para conseguirem seus espaços nos parlamentos.
Mas o PSOL e a esquerda brasileira poderiam ter alcançado mais, ter enfrentado melhora a extrema-direita e arcado com mais responsabilidade com seu desafio histórico.
Uma burocracia que é maioria de ocasião no PSOL mas diminuta na sociedade preferiu seguir outro caminho. Nós avisamos que daria errado. E deu mesmo.
Perde o povo brasileiro, mas nossa luta continua!
Pra cima eleger LULA! 🇧🇷
@vitormaicao não teve NINGUÉM do partido que fez mais dobradas que ela no país todo.
ela tinha candidatos em todos os estados e fez inumeras dobradas em SP
a culpa foi a não federalizacao e concentração de grana em gente que nunca deu retorno nas urnas
óbvio que vão jogar a culpa nela, que fez 1,5 milhões, a mulher mais votada do congresso
e não no branco que ganhou o MESMO VALOR que ela de fundo e só fez 25 mil votos...
@lucianocarvaIho Acho que faltou sabedoria de parte da Erika entender que, gigante do jeito que ela está em popularidade, poderia ter pedido prós eleitores cogitarem votar em outros candidatos do PSOL
Se o PSOL tivesse feito a federação com o PT teriam feito mais de 20 deputados federais, superando o PL. Tem que acabar essa divisão do campo democrático na próxima eleição. Agora o PSOL está sem acesso ao fundo partidário, porque não superou a cláusula de barreira
@demetriovec Sinto muito, mas parte disso é burrice do partido que deu uma fortuna pro Juliano concorrer em São Paulo e não ter nem 30 mil votos. Enquanto isso Rick Azevedo fazendo campanha com muito pouco sendo que com mais orçamento poderia puxar mais um federal.
PSOL não aprovou federação.
Dito isso, Duda novamente super votada e não puxa ninguém.
Erika tinha votos para mais 5 pessoas, mas elas não atingiram 10% do QE, q é o mínimo para ser puxado, os votos para 5 da Erika serão anulados e se somados ao PT fariam mais 6.
Jones Manoel mais votado do Nordeste e não puxa ninguém, no PT puxava.
PSOL não faz os votos mínimos nacionalmente e está barrado pela cláusula de barreira. Não recebe mais fundo partidário, não tem líder de bancada no congresso, não pode mais recorrer ao STF, não pode mais aparecer na Rádio e TV.