O Brasil está lascado. Precisamos de um novo presidente, uma nova seleção brasileira, outro STF, um outro Silvio Santos…e já que estamos pedindo, um camisa 10 criativo.
Em que afinal o brasileiro deve depositar esperança?
No feijão do sábado. É o único que entrega o que promete.
"Influenciadora" presa por lavar dinheiro para o PCC com mais de 21 MILHÕES de seguidores...
"MC" foragido com música entre as mais tocadas do Brasil...
... Dá para entender, sem muito esforço, onde começa o problema do Brasil.
Você sabia que existe uma ABERTURA BRASILEIRA (além da Defesa Câmara) no xadrez?
Pois é! 1.d4 .. 2.Bg5 caracteriza o ataque nomeado em honra a Octávio Tromposky, campeão brasileiro em 1939!
Para os conhecedores, como seria o ataque Tromposky em termos futebolísticos?
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
O novo tarifaço seria resolvido em sua maior parte com diplomacia técnica. O Brasil tem defesas. Ao escolher o confronto e apostar em narrativas de populista bananeiro, Lula tenta escapar da parte que ele, o STF e seu governo caótico têm muita culpa.
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Em tempos de redes sociais, parece que toda divergência virou sinal de ignorância. Se alguém discorda de nós, logo concluímos que lhe falta estudo, informação ou inteligência. Mas será mesmo?
Neste Cafezinho, partimos da polêmica dos rolezinhos para explorar uma questão muito mais profunda: a diferença entre opinião construída pela reflexão e crença adotada por convicção. Em uma conversa que passa pela fé religiosa, pela experiência pessoal e pelos julgamentos apressados da internet, surge uma provocação desconfortável: será que defendemos nossas ideias porque pensamos sobre elas ou apenas porque acreditamos nelas? Um episódio sobre a difícil arte de raciocinar quando todos ao redor preferem apenas acreditar.
Assista: https://t.co/9fyAc2wIsF
Outro dia me peguei pensando numa coisa curiosa. Passamos anos sendo empurrados para o digital como se fosse o destino final da humanidade. Tudo virou tela, tudo virou fluxo, tudo virou acesso. E agora, devagarinho, quase sem alarde, começa um movimento na direção oposta.
Quer exemplos?
Nos últimos anos, o mercado global de discos de vinil, os inesquecíveis LPs dos anos setenta, que parecia enterrado, voltou a crescer de forma consistente. Só nos Estados Unidos, segundo a RIAA - Recording Industry Association of America, as vendas de discos de vinil superaram as de CDs pela primeira vez desde os anos 1980. Em 2023, foram mais de 43 milhões de unidades vendidas, com crescimento anual contínuo há mais de uma década.
Enquanto isso, o mercado de livros físicos continua resiliente. Mesmo com Kindle, PDFs e audiobooks, mais de 70% dos leitores ainda preferem o livro impresso (dados da Pew Research). E não é por falta de alternativa, é escolha.
No varejo, o fenômeno aparece de outro jeito. Marcas nativas digitais estão abrindo lojas físicas. A Warby Parker, a Amazon, a Nike… todas investindo pesado em presença real. Por quê? Porque o custo de aquisição no digital disparou e a experiência física converte mais e fideliza melhor.
E quando olho para o pós-pandemia, a coisa fica ainda mais clara. Houve um crescimento expressivo na busca por experiências presenciais como shows, eventos, viagens. O setor global de eventos deve ultrapassar US$ 1 trilhão até o fim da década, segundo a Allied Market Research. Não é só lazer. É necessidade humana reprimida.
O que está acontecendo? A resposta não é tecnológica. É humana.
Existe algo quase primitivo no toque que a gente esqueceu no meio dessa overdose digital. Quando você segura um objeto, sente o peso, a textura, a temperatura, o cérebro faz uma coisa que nenhuma tela consegue reproduzir: ele ancora aquela experiência no corpo.
Não é só informação, é sensação.
A hática, o campo de estudo do toque, mostra que o contato físico ativa áreas cognitivas e emocionais mais profundas, criando uma relação de pertencimento quase instantânea, como descreve o chamado “efeito de dotação”, um viés estudado na Economia Comportamental que descreve algo simples e meio desconcertante: passamos a valorizar mais aquilo que sentimos que é nosso.
É por isso que um objeto permanece e um banner desaparece; um livro marca e um PDF passa; um presente cria vínculo e um e-mail vira ruído. O toque transforma o abstrato em concreto, o distante em próximo, o esquecido em memória. E, num mundo saturado de estímulos digitais, isso deixou de ser detalhe, virou diferencial estratégico.
O digital resolve eficiência. O analógico resolve significado.
Existe um pedaço da experiência humana que não cabe numa tela. Não cabe num clique nem num algoritmo.
Você pode ouvir qualquer música no streaming, mas o vinil cria ritual. Você pode ler no celular, no tablet, no leitor de e-books mas o livro físico cria presença. Você pode fazer uma call por voz ou vídeo, mas o encontro cria vínculo.
Tá achando que é nostalgia? Não. É fisiologia.
Somos seres sensoriais tentando viver num mundo cada vez mais abstrato. E isso começa a mexer com a dinâmica dos negócios.
O valor está saindo do acesso e indo para a experiência. Migrando da conveniência para o significado. Mudando da velocidade para o vínculo.
E é aqui que a coisa encosta num ponto que eu venho martelando há anos: se todo mundo tem acesso à mesma informação, o diferencial não está mais no acesso. Está na capacidade de interpretar, conectar, julgar.
Está no repertório. Na capacidade de julgamento e tomada de decisão.
Cara, eu falo isso há mais de 25 anos... Conhecimento não é o que entra na sua mente, é o que você consegue fazer com o que entrou.
E isso não se constrói só no digital, no consumo passivo, na rolagem infinita. Precisa de atrito, de experiência.
Precisa de mundo real.
Talvez o que esteja acontecendo agora não seja uma “volta ao analógico”. Talvez seja só um ajuste de rota, uma lembrança incômoda de que, no fim das contas, não somos máquinas processando dados.
Somos gente tentando fazer sentido da vida e isso, até segunda ordem, ainda não cabe dentro de uma tela.
Depois de quase 30 anos falando em “fitness intelectual”, começo a ver o mercado se mexendo nessa direção.
Antes tarde do que nunca.
Qual é hoje a maior ameaça à soberania do Brasil? Uma eventual pressão externa dos EUA ou a existência de organizações criminosas que exercem poder paralelo dentro do próprio território nacional?
Tente responder sem usar o “mas”.
@matheusml Obrigado por compartilhar. Me sinto atrasado com tanta gente produzindo coisas com LLMs, justamente porque estaria sendo um criador sem entender como a criatura foi criada. Ufa! Estou no caminho certo.
Se um movimento supostamente tão forte, orgânico e representativo depende tanto de verba pública, patrocinadores e multinacionais, ainda pode ser chamado de "movimento"?