La Unión Africana impulsó el fin de la distorsión del mapamundi más difundido (Mercator) y logró sustituirlo en la ONU por Equal Earth una proyección más acorde con las dimensiones reales
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¡VIVIMOS ENGAÑADOS!!🤯🐺
¿A qué edad te enteraste de que NO son el mismo personaje? Aunque tienen un diseño casi idéntico, la animación clásica nos engañó a todos:
• Wile E. Coyote (1949): El icónico coyote hambriento que vive obsesionado con cazar al Correcaminos en el desierto usando artefactos defectuosos de ACME. Su rasgo clave es su nariz negra.
• Ralph Wolf (1953): Es un lobo de nariz roja que trabaja de 9 a 5 intentando robar ovejas. No lo hace por obsesión, sino por profesión, y checa tarjeta de entrada y salida con su rival, el perro Sam.
¿Ya lo sabían?
🚛🏁 F1 TAKIMLARININ TIR MARKALARI!
Formula 1 takımlarının pist dışındaki lojistik ortakları da dikkat çekiyor 👇
🩶 Mercedes → Mercedes-Benz Trucks
🧡 McLaren → Mercedes-Benz Trucks
❤️ Ferrari → IVECO
💙 Red Bull → Renault Trucks / Ford Trucks
🔵 Racing Bulls → Renault Trucks / DAF
💚 Aston Martin → Volvo Trucks
🩷 Alpine → Renault Trucks
💙 Williams → Scania
⚫ Haas → Scania / MAN
⚪ Audi → Scania
🟡 Cadillac → DAF
F1 dünyasında mücadele sadece pistte değil, paddock'a ulaşan yollarda da devam ediyor! 🚛🏁
#F1 #Formula1
✈️🌎 Ranking de aeropuertos más transitados: así está Colombia frente al mundo
Los grandes hubs globales siguen liderando el tráfico aéreo, con Atlanta (106,3 millones), Dubái y Tokio a la cabeza, consolidando su posición como los aeropuertos más concurridos del planeta 🚀.
📊 En este escenario, Colombia también gana relevancia: el Aeropuerto El Dorado de Bogotá movilizó 45,4 millones de pasajeros, posicionándose como el principal punto de conexión del país.
🇨🇴 Otros aeropuertos destacados son Rafael Núñez (Cartagena) con 7,6 millones y José María Córdova (Rionegro) con 14,2 millones, reflejando el crecimiento del tráfico aéreo en el país.
💡 Aunque aún lejos de los líderes globales, Colombia continúa fortaleciendo su conectividad y consolidándose como un hub clave en la región.
@AerocivilCol
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#Aviación #Colombia #Transporte #Turismo #Economía
O Retorno da Artemis II: a prova de fogo
Quatro seres humanos estão prestes a atravessar uma parede invisível de plasma a milhares de graus, viajando a mais de 40 mil km/h, protegidos por um escudo térmico que já apresentou comportamento inesperado.
E será hoje à noite. Ao largo da costa de San Diego.
Às 19:53 (horário de Brasília), a cápsula Orion encontra o topo da atmosfera terrestre a cerca de 11 quilômetros por segundo, ou seja, mais de 30 vezes a velocidade do som.
O ar à frente da nave não consegue sair do caminho.
Ele é comprimido de forma brutal, formando uma onda de choque onde as temperaturas atingem níveis comparáveis - e em pontos, superiores - à superfície do Sol. O gás se ioniza, transforma-se em plasma e envolve completamente a cápsula.
Então, virá o silêncio.
Por cerca de seis minutos, toda comunicação com a NASA desaparece. Nenhuma telemetria confiável. Nenhuma voz. Nenhuma intervenção possível.
A partir daqui, não há controle remoto. Só física. E das “brabas”.
Tudo depende de um escudo térmico de cerca de 5 metros de diâmetro, revestido com Avcoat, um material projetado para falhar da maneira certa.
Mas ele não resiste ao calor.
Ele se destrói.
Camada por camada, o material carboniza, racha, se desprende. Cada fragmento que se perde leva consigo parte da energia extrema da reentrada. É um processo violentíssimo, mas essencial.
Foi justamente esse comportamento que levantou alertas após a missão Artemis I.
Mais de uma centena de áreas apresentaram erosão além do esperado. A causa: gases presos no interior do material que, ao se expandirem sob calor extremo, empurraram partes do escudo para fora.
A decisão para Artemis II foi seguir.
Não substituindo o sistema - mas entendendo seus limites.
A trajetória foi ajustada. Um perfil mais íngreme, com características de “skip reentry”, reduzindo o tempo nas condições mais severas. O suficiente, acredita a NASA, para manter o comportamento dentro do previsto.
Mas esta será a primeira vez que essa confiança é testada com pessoas a bordo.
Em pouco mais de 13 minutos, a Orion desacelera de velocidade hipersônica para algo próximo de um pouso controlado.
Durante esse intervalo, a tripulação enfrenta forças próximas de 4 vezes a gravidade.
Não há motores para desacelerar. Não há sistema de escape.
Até os minutos finais, tudo depende exclusivamente do escudo térmico: uma estrutura curva de titânio e resina enfrentando um ambiente onde erro e sobrevivência são separados por margens invisíveis.
Os paraquedas só entram na fase final, abrindo a cerca de 6.700 metros de altitude. Um sistema de múltiplos velames reduz a velocidade para aproximadamente 27 km/h antes do impacto no oceano.
Por volta de 20:07 (horário de Brasília), a cápsula atinge o Pacífico.
Veremos então que quatro pessoas não apostaram suas vidas.
Elas apenas confiaram no limite do que a engenharia humana consegue prever e executar.
Abaixo, como foi a reentrada da Artemis I.
Aurora being visible on both poles in a single shot here also is a nice demonstration of the magnetic poles of the earth being off axis from the rotational "true" north-south axis.
¿Por qué un tren de 400 toneladas no sale volando en las curvas? 🚄
La respuesta desafía la lógica común... 👇
No es solo el acero; es geometría pura. Las ruedas no son planas, son cónicas. Esto permite que el tren se "auto-centre" sin diferenciales.
Sumamos el peralte (esa inclinación lateral de la vía) y los bogies articulados, y tenemos una máquina que usa la propia gravedad para anular la fuerza centrífuga.
La ingeniería ferroviaria es el arte de hacer que lo imposible parezca suave.
¿Conocías el secreto de las ruedas cónicas? Te leo.