Se o PT tivesse, de fato, controle sobre o processo eleitoral, dificilmente teríamos visto tamanho desespero para vencer a eleição.
O governo recorreu a medidas populistas que terão um custo fiscal e político significativo nos próximos anos. Isso não combina muito com a ideia de quem teria uma vitória garantida por meio de fraude.
O Brasil terá, como presidente, o maior estadista do mundo.
Pela quarta vez.
Conduzido pela força do povo, em uma eleição dificílima, contra um adversário que desrespeitou todas as regras.
Lula é uma lenda viva. E é um orgulho ter lutado por ele.
Meu voto não é envergonhado. Minha decisão é sincera, madura, e declarada: eu voto @LulaOficial pela democracia pelas liberdades, pelos direitos individuais, contra o autoritarismo, contra a bandidagem, contra as milícias, contra os preconceitos, contra a roubalheira, contra um projeto de perpetuação do poder de um grupo autoritário, e repito, criminoso. Amanhã, eu voto de forma muito responsável, no Lula. Eu voto 13
No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.
se o lula ganhar eu dou um curso 100% gratuito de análise de dados pras ciências sociais ensinando de estatística descritiva básica até análise bivariada
A rede de supermercados que fatura mais da metade de todo o orçamento da cidade de Porto Alegre está preocupada com o fim da 6x1. To quase fazendo um pix de pena.
Eu fui às ruas pelo impeachment de Dilma em 2016 e pela prisão de Lula em 2017.
Enfrentei a esquerda nas universidades enquanto chamavam o teto de gastos de PEC do Fim do Mundo.
Vestir vermelho? Só se for a camisa do meu Mengão.
Eu defendo o liberalismo. Livre mercado. Baixos impostos. Privatizações, em boa medida. Dinheiro no bolso do cidadão.
E por isso, vou votar em Lula pra presidente. Vamos aos fatos:
Foi o trabalho de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin que viabilizou o histórico acordo Mercosul-União Europeia, um marco do multilateralismo que vai trazer benefícios pra 31 países, criando uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.
Foi o trabalho de Lula e do ministro Fernando Haddad que permitiu o fim do imposto de renda pra quem ganha até 5 mil reais por mês. Cobra-se mais dos mais ricos, cobra-se menos dos mais pobres. Como tem que ser. São 10 milhões de brasileiros com mais dinheiro no bolso.
Foi o trabalho de Lula e do ministro Renan Filho que resultou no maior ciclo de concessões à iniciativa privada da história do país. Com 50 leilões de rodovias, portos e aeroportos, Lula 3 superou os governos Bolsonaro e FHC.
Foi o trabalho de Lula e do ministro Camilo Santana que deu vida ao Pé-de-Meia, projeto da deputada Tabata Amaral, que colocou dinheiro no bolso do estudante pra ele investir no próprio futuro, criando igualdade de oportunidades e autonomia financeira.
Isso tudo sem contar a menor inflação em um governo desde a redemocratização, o desemprego na mínima histórica, o crescimento constante do PIB e a redução da taxa de juros desde o início do ano.
O Brasil não quebrou. Não viramos uma Venezuela. Não teve "kit gay" nas escolas. O Boulos não invadiu sua casa. O comunismo não dominou sua igreja. A vida seguiu.
Eu não virei petista. Não abandonei minhas convicções e continuo extremamente crítico ao PT. Mas voto não é casamento e eleição não é teste de fidelidade.
Argumentos não faltam. Tolerar mais 4 anos de Lula pode ser duro, mas basta relembrar o que foi o governo Bolsonaro pra concluir que 4 anos de Flávio pode ser ainda pior.
Dia 25, vote 13.
Muitos argentinos estavam dispostos a pagar a esse custo porque a inflação estava em 211%. Milei prometeu levar inflação pra zero. Na prática conseguiu reduzir para cerca de 33% e graças a um empréstimo de 20 bilhões com o FMI dos quais já gastou 15 bi pra segurar o câmbio. Depois com a ajuda do governo americano que comprou pesos. A qualquer momento a inflação volta.
E aí pergunto, qual o sentido de aplicar um modelo desses em um país que tem inflação de 4,2%?
Santa Catarina deu 66% dos votos pra Flávio.
Eu sou catarinense e me perguntei: o que Bolsonaro e Lula fizeram por SC? Pra ter tanto voto, Bolsonaro deve ter feito coisarada, né?
Então pesquisei e encontrei algumas visitas dos dois a Santa Catarina. Confira:
O pai não vota nele porque tá preso.
O irmão não vota nele porque tá foragido.
O outro irmão não vota nele porque vai faltar.
O irmão caçula não vota nele porque vai errar o número.
A madrasta não vota nele porque o detesta.
Se nem a família vota nele, não seja o otário a votar.
‼️ NHOQUE A BOLONHESA PRA 1000 PESSOAS ‼️
NA MORAL EU SOU VICIADO EM NHOQUE, SE SOUBER FAZER EU COMO UNS 5 PRATOS DE UMA VEZ SÓ
COM UM QUEIJINHO RALADO POR CIMA, PUTA QUE PARIUUUUU