A urna eletrônica pura (DRE sem trilha de papel) em escala nacional é usada de fato por poucos: Brasil, Butão e, em parte, Namíbia. Índia e Venezuela usam máquinas, mas com comprovante impresso (VVPAT).
A maioria dos países prefere cédula de papel ou sistemas auditáveis porque especialistas em segurança apontam risco de manipulação indetectável sem verificação independente. Holanda, Alemanha e Irlanda abandonaram após testes por falta de transparência e confiança.
@LuizFernando_84@SamPancher Essa pesquisa aponta Flavio no 1º turno com 33%. Destes, somente cerca de 1/3 (33%) afirmam que não mudarão seu voto, isso significa que Flávio tem cerca de 11% em votos “fixos”, “imutáveis”
Hoje vocês viram mais uma hipocrisia da esquerda.
Eduardo Moreira, dono ICL Notícia e um pregador anticapitalista, defendia a taxação de dividendos e dos super-ricos.
Só que hoje veio à tona: o ICL antecipou R$ 25 milhões em dividendos só pra ele, justamente pra escapar da tributação que ele tanto prega.
Mas essa hipocrisia de Eduardo Moreira não é caso isolado. Vem comigo que eu conto. 🧵
@LuzNoSubmundo@ItsmePamella@teusmat03 Ele tem o direito de fazer essa escolha, não há problema algum nisso
Tem até gente por aí que escolhe fazer um filme cringe com dinheiro do Vorcaro…
@LourivalAnton@JoaquinTeixeira O fato de elas terem uma opinião diferente da sua (e da minha) não faz com que elas “votem mal”
“Votar certo” não é sinônimo de votar igual a você
@lizzybdarcy28@SrDiegoLima Todos esses pratos são consumidos bem frescos, não dá nem tempo dos condimentos agirem pra preservar a carne, assim como o pedaço que a moça do vídeo comeu
Ele resolveu empreender no Brasil justamente numa época em que os empresários passaram a ser considerados os vilões do país.
Em 2003, o empresário português João Vaz Guedes decidiu construir um resort capaz de colocar o Brasil no mapa do turismo de ultra luxo.
Após estudos internacionais, Itacaré, no sul da Bahia, foi escolhida para receber o empreendimento.
O cenário parecia perfeito: Mata Atlântica preservada, praias praticamente intocadas e um projeto arquitetônico assinado pela designer britânica Anouska Hempel.
A ambição era enorme.
O Warapuru pretendia ser o primeiro hotel seis estrelas do Brasil.
Ao longo da construção, cerca de R$ 180 milhões foram investidos e mais de 3 mil trabalhadores passaram pela obra. Em determinado momento, o projeto representava aproximadamente 35% da arrecadação municipal de Itacaré.
O empreendimento também chamou atenção fora do Brasil.
Veículos como The New York Times e Wall Street Journal citaram o projeto como um dos grandes resorts de luxo em desenvolvimento no país.
As 17 villas colocadas à venda foram comercializadas antes mesmo da inauguração.
Tudo indicava que o resort seria um sucesso.
Mas a realidade começou a mudar.
O empreendimento passou a enfrentar questionamentos sobre o licenciamento ambiental da área, além de disputas judiciais que atrasaram o cronograma.
Ao mesmo tempo, vieram dificuldades financeiras, mudanças de cenário econômico, novos impostos e desafios para manter um projeto tão complexo e caro.
O governo passou a cobrar mais, exigir documentos que não existiam no projeto original, a corrupção saiu de controle.
A obra perdeu ritmo.
Depois, simplesmente parou.
O resort nunca foi concluído.
Hoje, o que restou são estruturas de concreto cercadas pela vegetação, lembrando um dos maiores projetos abandonados do turismo brasileiro.
O caso do Warapuru mostra que uma grande ideia não garante um grande negócio.
Visão é importante.
Mas ela precisa caminhar junto com execução, gestão, segurança jurídica e capacidade financeira para atravessar anos de construção.
Projetos bilionários raramente fracassam por falta de ambição.
Na maioria das vezes, eles fracassam porque a realidade é mais difícil do que o plano desenhado no papel.
Você acha que o maior erro foi apostar alto demais num país corrupto e sem estabilidade?