Não foi um jantar. Foi articulação política do regime dentro da casa de um ministro do Supremo.
Moraes recebeu Lula e o presidente do Senado para costurar a reaproximação entre os dois, com mediação de Cristiano Zanin, que antes da toga era o advogado pessoal do Descondenado. O vice-presidente da Corte operando como líder de governo no Congresso. O ex-advogado do cliente operando como fiador do acordo.
É a captura completa: a Justiça absorvida pela política, instrumentalizada para perseguir adversários e proteger aliados.
Esse é o mesmo ministro que mantém o líder da oposição incomunicável em prisão domiciliar, acossa a candidatura do filho dele e faz tudo que está ao seu alcance para reconduzir Lula a mais quatro anos no cargo, onde poderá indicar mais quatro ministros e consolidar o controle absoluto sobre o Supremo.
Há quem insista em chamar isso de democracia. Não é. É um regime que já decidiu, antes do voto, quem senta à mesa e quem senta no banco dos réus.
O Andrei, diretor da PF, indicado por lula, q soltou um “infelizmente” quando descobriu que havia indícios do Lulinha na Farra do INSS, agora ta no meio de uma apuração judicial por obstrução de justiça... no caso do Lulinha!!!!
Mendonça mandou entregar os documentos brutos, a PF travou e o diretor geral segue resistindo.
POR QUE O DIRETOR DA PF RESISTE A COMPARTILHAR A INVESTIGAÇÃO COM O RELATOR DO CASO?
Infelizmente pode dar um merlin danado isso aí, né Andrei?
🗣️GRAVE! | Empresa ligada a Lulinha tem acordos de R$ 55 milhões com o governo Lula, segundo a CNN.
A reportagem afirma que a Mudsuá, empresa para a qual Lulinha teria feito lobby, recebeu contratos milionários na gestão do próprio pai.
Quando envolve Bolsonaro, chamam até nota fiscal cancelada de escândalo.
Quando envolve o filho de Lula, será que a imprensa vai tratar com o mesmo peso?