@leandroiamin A convocação, independentemente de paixões pessoais ou clubísticas, teve erros estruturais. Agora Ancelotti vai ter que se virar com quem escolheu. E vai morrer abraçado com alguns deles, inclusive aquele que não joga mais.
Ponte do Esqueleto já matou antes.
Em 2024 uma ciclista morreu lá. A União mandou bloquear o acesso. A Prefeitura obstruiu.
E depois liberou tudo de novo.
Maria Eduarda foi a segunda.
Uma ponte velha, construída há décadas pra uma ferrovia que nunca existiu. Sem dono definido. Sem fiscalização. Com histórico de morte.
E ainda assim tava aberta pra qualquer um chegar lá e jogar gente de 40 metros.
Aí vem o prefeito culpar o Lula
🇧🇷 O Brasil é o país com...
🇯🇵 mais japoneses (e descendentes) fora do Japão.
🇮🇹 mais italianos (e descendentes) fora da Itália.
🇱🇧 mais libaneses (e árabes do Levante) fora do mundo árabe.
🇵🇹 a maior comunidade portuguesa fora de Portugal.
🌍 a maior população afrodescendente fora da África.
🇺🇦 um dos maiores polos de ucranianos fora da Ucrânia.
✡️ a 2ª maior comunidade judaica da América Latina.
🪕 Uma das maiores populações ciganas (Romani) do mundo.
🏹 Um dos países com maior diversidade indígena.
👨🏿🦰🧒🏻🧒🏾👩🏿🦱🧔🏼👨🏽🦲Maior miscigenação e diversidade cultural do mundo.
Somos a terra onde o mundo diverso se encontra e se torna um só. Não atoa, o passaporte brasileiro é um dos mais falsificados ao redor do mundo, pois literalmente qualquer um poderia ser um brasileiro.
A gente ama a Copa do Mundo e as Olimpíadas porque quando vemos pessoas de QUALQUER país do mundo, também nos vemos!
O número e nome nas costas da camisa podem ser tratados como um detalhe para alguns. Para a Coreia do Sul, eles vêm, há pelo menos duas Copas, servindo de ferramenta para confundir o scout de seleções adversárias a partir da percepção de que o olhar ocidental para asiáticos pode ser atravessado por um racismo que apaga individualidades.
Às vésperas da Copa, lá em 2018, a Coreia do Sul trocou a numeração usual de seus jogadores durante amistosos de preparação. Em 2026, repetiu a ação. O PELEJA te explica melhor como o time asitático quer usar isso como vantagem futebolística.
Esse tipo de racismo não se resume a insultos diretos. Ele muitas vezes aparece como “simplificação” de nomes vistos como “difíceis demais”, traços físicos reduzidos a um conjunto de estereótipos, como se “todos fossem iguais”, e comentários que tratam pessoas de países e culturas diferentes como se fossem uma massa única.
Há um efeito prático nessa redução. Quando alguém enxerga um grupo como homogêneo, tende a registrar menos nuance e menos detalhe. O preconceito, além de ser uma violência, é um tipo de “erro de leitura”. Uma forma de olhar que economiza esforço, substitui atenção por atalho mental e troca curiosidade por generalização.
Antes da Copa de 2018, em meio a relatos de observação de treinos, preocupação com a vigilância e possível espionagem dos adversários, o então técnico da seleção da Coreia do Sul, Shin Tae-yong, autorizou que vários jogadores atuassem em amistosos com números trocados.
A justificativa do treinador foi bem explícita: ele disse acreditar que os ocidentais teriam dificuldade em distinguir jogadores asiáticos. A Coreia não afirmou que seus atletas eram iguais. O que ela fazia era partir do pressuposto de que alguns observadores poderiam enxergá-los como se fossem.
Anos depois, agora em 2026, nos amistosos contra Trinidad & Tobago e contra El Salvador, a Coreia do Sul voltou a mexer na numeração. O craque Son, que joga com a 7, foi de 13; o zagueiro do Bayern, Kim Min-jae, que geralmente usa o número 4, jogou com a 16.
Essa estratégia carrega uma contradição inevitável. Ela depende de o estereótipo existir do lado de fora, e isso é justamente o que torna a história desconfortável. Não se trata de validar o racismo, mas de expor o mecanismo: quando alguém insiste em não enxergar indivíduos, pode ser conduzido a conclusões erradas por confiar demais na própria generalização.
Em 2018, o próprio técnico reconheceu que a ideia não alcançou o objetivo como ele esperava em determinado momento. Em 2026, não houve nenhuma declaração direta de um membro da comissão técnica sobre o assunto, mas ao olhar para experiência do passado, é de se imaginar que reavaliaram a estratégia e tentaram repeti-la para quem sabe agora ir mais longe no torneio.
Curiosamente, nas últimas 3 Copas, a única que não teve o embaralhamento do número das camisas, foi quando a Coreia do Sul não tinha um técnico coreano, em 2022, quem estava no comando era o português Paulo Bento.
#CoreiaDoSul #Racismo #CopaDoMundo2026
É por isso que tem muita gente que odeia a jornalista Milly Lacombe. Ela fala o que poucos tem coragem de falar sobre as bets, que dominaram o modelo de transmissão da Copa financiado por casas de apostas. O bombardeio de odds e palpites de narradores durante a transmissão dos jogos virou gatilho para as pessoas apostarem e se endividarem.
💬"Não tem nada sendo oferecido de graça, o preço é você".
Isso é um baboseira inacreditável. As óperas mais célebres da história são essencialmente políticas.
"As Bodas de Fígaro" é literalmente uma sátira dos privilégios da aristocracia. "A Flauta Mágica" é uma ode à Revolução Francesa e à queda do Antigo Regime. "Don Giovanni" é uma crítica à hipocrisia moral da elite.
"Nabucco" é uma elegia à luta dos italianos pela libertação dos domínio austríaco. "Aida" critica o colonialismo. "La Traviata" e "Carmen" satirizam o puritanismo e as expectativas de gênero. "Madame Butterfly" critica o imperialismo. "Tosca" exalta a arte como resistência política.
🔴 ALERTA PARA RETIRADA DE DIREITOS!
Senado avança com projeto que pode dificultar acesso dos mais pobres à Justiça
Texto de Hamilton Mourão cria novos critérios para a justiça gratuita e segue ao plenário em urgência.
LEIA MAIS 👇️
https://t.co/pd4DLsy5DO
Pela 1° vez o Brasil conhecerá novos invisíveis
O IBGE entra em campo para realizar o 1° Censo da População em Situação de Rua. Acompanhe
https://t.co/qgt9OWSRmT
@citadini Talvez tenha sido o único grande trabalho de Parreira!
Eu diria que, apesar da dupla chapa- branca, fomos campeões mundiais por ter os grandes jogadores da época.
E havia treinadores melhores e mais vitoriosos, sempre preteridos.
Enfim, nunca houve unanimidade.
Sionismo
Israel está barbarizando o Sul do Líbano, assim como fazem em Gaza. Na incapacidade de derrotar a resistência, sobra bombas sobre prédios residenciais. Seus soldados em redes sociais riem ao falar de suas peripécias sexuais contra gente indefesa.
Auschwitz nos mostrou a face do nazismo e onde o capitalismo pode chegar. E sionismo, e sua entidade que controla a Palestina histórica, nos mostra onde um regime de fanáticos e supremacistas raciais e religiosos pode chegar.
O show de abertura da Copa acontece no momento em que o país que a organiza bombardeia outro que está aqui para disputar a competição. É muito surreal isso. Festejando a "união entre os povos" aqui e jogando bomba lá.
En videollamada, conversé con el presidente de Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; reconocimos avances en la agenda de colaboración, especialmente en materia de ciencia, cultura e innovación.
Muy pronto firmaremos el convenio entre Pemex y Petrobras para mejorar las prácticas de última generación en exploración y explotación de hidrocarburos, así como en alternativas bioenergéticas.
Não tem 4-2-4 ou 4-3-3, Danilo ou Ibañez, Paquetá dentro ou fora. A entrevista de Infantino, pela contundência e coragem das perguntas, mas sobretudo pelo vazio das respostas, é o grande tema do dia na Copa do Mundo.