BATTLESTAR GALACTICA (2004) might be one of the most underrated shows ever.
Rewatching it again and it’s crazy how much this series manages to do without ever feeling like it’s trying too hard. Politics, religion, war, morality, survival, identity, all of it is woven into the story while the characters are constantly changing in ways that actually feel earned.
Adama and Tigh might have one of the greatest friendships in television, and the character arcs for Apollo, Starbuck, Tigh, Baltar and so many others are incredible. Watching these people break, change, make terrible decisions and somehow keep going is what makes the show work.
And having a complete four season story with an actual beginning, middle and end makes it even easier to recommend today.
BATTLESTAR GALACTICA was doing some seriously ambitious television in the 2000s. I really wish more people talked about it like they talk about BREAKING BAD, THE SOPRANOS or THE WIRE.
What’s the most underrated show you’ve ever watched?
Yo buscando aplicar contacto 0 y la otra se mete al gym al que voy, va a la hora a la que voy, contrato a mi entrenador personal, sube fotos y los del gimnasio la repostean…
@JulianaAbaunza Pero no es solo eso, la producción es muy cuidada y la dirección de arte es increíble, Ño lo entiendo, la primera temporada es extremadamente buena (la tercera es MUY discreta)
¡Ya está la programación por días de #RockAlParque30Años! Del 10 al 12 de octubre, el Parque Simón Bolívar recibe a más de 60 agrupaciones. Mon Laferte, Serú Girán, Apocalyptica y grandes nombres nacionales e internacionales. 🤘
💯 Entrada libre
Bogotá Ciudad Rock.
No entiendo por que, insisten en ignorar el que para mi fue el mejor Halo, Halo:reach marcó un punto muy alto en la narrativa y la jugabilidad, demostrando que el universo podía vivir sin el jefe maestro, ese debería ser el camino para mi…
There are only three paths forward for Halo:
1. Ignore everything and create a completely new universe.
2. Ignore everything after Halo 3 and start fresh.
3. Try to continue a convoluted storyline that has been rewritten and contradicted so many times it barely resembles itself.
Personally, I want #2.
Give us a serious, mature, unapologetically epic Halo again. Treat the universe, characters, and stakes with weight. No more chasing trends. No more identity crisis.
Because if the next Halo actually felt like Halo again, I know I’d feel that excitement I had all those years ago. And honestly, that’s all I want.
A Anthropic acabou de anunciar que o Claude achou sozinho um sistema de enzima escondido no DNA de vírus de bactéria, com uma fileira de repetições que lembra CRISPR.
CRISPR, pra quem igual a mim nunca ouviu: bactéria usa isso pra se defender de vírus. Guarda pedacinhos do DNA do invasor e, se ele voltar, corta o genoma dele no meio. Pesquisadores viraram a mesma lógica em ferramenta. Com uma guia de RNA você aponta onde cortar, e a enzima corta o DNA naquele ponto. É o que está por trás de muita edição genética moderna, de laboratório até tratamento experimental.
A Anthropic abriu um grupo de pesquisa em ciências da vida com laboratório próprio na Bay Area. A ideia é usar o Claude pra vasculhar bancos gigantes de DNA, achar famílias de proteínas que ninguém caracterizou, gerar hipóteses em escala e testar no laboratório. O trabalho de bancada continua com cientistas humanos. Eles só lidam com risco biológico baixo e não mexem com patógeno que infecta gente.
Neste primeiro programa, o prompt foi mais ou menos: procura exemplos novos e interessantes de transcriptase reversa, a enzima que copia RNA em DNA. De lá pra frente, agentes do Claude vasculharam a base, investigaram famílias distintas e usaram o próprio critério pra marcar candidatos. Em cerca de 21 horas, uns 950 agentes e 210 milhões de tokens depois, um deles viu ao lado do gene de uma transcriptase reversa estranha um padrão repetido de DNA, tipo a fileira de memória do CRISPR. Ninguém tinha apontado esse arranjo antes.
A transcriptase em si, de um jumbo phage, já tinha aparecido em estudos antigos. O que o Claude parece ter sido o primeiro a notar é o sistema em volta: o array de sequências de DNA sem código de proteína e uma proteína parceira ainda sem função clara. Eles batizaram o conjunto de ART, array-associated reverse transcriptases. Aparece sobretudo em bacteriófagos, os vírus que infectam bactéria. Tem três peças: a transcriptase, o gene parceiro ao lado e uma fileira longa de repetições de DNA bem espaçadas. Nos primeiros experimentos, esse array sai como um conjunto de RNAs curtos distintos. A função principal ainda não está fechada.
Sistemas com esse mesmo combo raro (enzima + fileira de DNA repetido ao lado) quase sempre viram ferramenta. Dá pra programar o que eles cortam, copiam ou colam no DNA. CRISPR foi o caso famoso e virou medicina. Tem outros parecidos já em desenvolvimento. O Claude achou mais um arranjo desse tipo. Ainda não se sabe o que o ART faz, mas o padrão é o mesmo que, no passado, deu origem a ferramenta de edição genética. Feng Zhang, um dos pioneiros do CRISPR no MIT e no Broad, leu o preprint e disse que merece investigação.
A Anthropic soltou o achado cedo de propósito: mostrar o que o Claude consegue fazer nessa rotina e abrir a hipótese pro resto da comunidade. Eles já rodam essa campanha juntando mais de 200 mil transcriptases, filtrando milhares de candidatos e entregando dezenas de relatórios legíveis. A maior parte cai no crivo. De vez em quando sobra um pra bancada.
O modelo não substituiu o laboratório, mas varreu o que um humano demoraria semanas ou meses pra vasculhar e apontou a anomalia certa. Eficiência absurda.