Em nota ao Metrópoles, Erika Hilton fala sobre os R$ 15,9 mil em bens declarados à Justiça Eleitoral:
“Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.”
🏳️🌈 PROTEJAM A PARADA DE SOROCABA!
Eu e a ativista @SofiaFavero_ estamos acionando as autoridades e pedindo a DERRUBADA da Lei que acaba de ser sancionada em Sorocaba e pode impedir a realização da Parada LGBTQIA+ da cidade neste dia 30.
Sim, é mais uma Lei inconstitucional vinda de políticos conservadores e reacionários do interior paulista que visa censurar a nossa comunidade.
E, novamente, esses políticos usam as crianças como escudo. A Lei proíbe a presença de menores na Parada LGBTQIA+, o que já é inconstitucional por si só, e ainda coloca a responsabilidade nas costas da organização do evento, que ocorrerá em espaço público.
Ou seja, os políticos de Sorocaba querem que a organização da Parada LGBTQIA+ de lá exerça controle, também inconstitucional, sobre quem está nas ruas da cidade durante a realização de um evento.
Ao mesmo tempo, as creches de Sorocaba, com goteiras e teto desabando, não interessam aos políticos de Sorocaba. A falta de verba para atender crianças com deficiência não faz diferença. O prefeito de Sorocaba ser investigado pela Polícia Federal sob acusação de roubar dinheiro da saúde pública também pouco importa.
O que é relevante pros políticos da direita de Sorocaba é fazer Lei inconstitucional e lacrar nas redes sociais. Tudo, com dinheiro público.
Há quem diga que cães mudam nossas vidas. Nós acreditamos que eles fazem mais: mudam a forma como enxergamos o amor. Eles nos mostram que o amor pode vir de um coração que nunca precisou dizer uma única palavra. ❤️🐾
Curiosidade: se o Senado tivesse aprovado a PEC do fim da escala 6x1 logo após a Câmara, já teríamos passado pelo período de transição e a escala 5x2 JÁ ESTARIA EM VIGOR para todos os brasileiros.
Eu e a ativista e candidata @SofiaFavero_ estamos acionando a Agência Nacional de Proteção de Dados frente aos horrores que chegaram ao nosso conhecimento.
O Instagram e o Facebook estão permitindo a proliferação do discurso de ódio contra as mulheres.
São conteúdos misóginos, que atacam as mães solo, o voto feminino e toda e qualquer mulher, categorizando-as como seres inferiores e objetos para o prazer sexual masculino.
São conteúdos que colocam meninos, ainda crianças e adolescentes, na espiral do discurso incel e red pill, e poderão crescer para se tornarem eternos frustrados incapazes de lidar com uma realidade em que mulheres e meninas têm direitos sobre a própria vida e o próprio corpo.
Já o TikTok permitiu a publicação e manteve no ar a postagem do vídeo de um estup*o coletivo cometido contra uma menor. Uma menina de 17 anos estup*ada por três homens em Taboão da Serra.
Tudo isso atenta contra a dignidade humana, contra os direitos e contra a própria cidadania de mulheres e meninas do nosso país. Atenta contra o Estatuto da Criança e do Adolescente, contra o ECA Digital e contra a CONSTITUIÇÃO.
E tudo isso também atenta contra o Decreto nº 12.976, de 20 de maio de 2026, assinado pelo Presidente Lula, que obriga as redes sociais e plataformas digitais a enfrentarem a violência contra a mulher e a misoginia.
Agora, resta às redes sociais se adequarem à Lei brasileira.
🚨 TERRORISMO
Uma megaoperação da Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu medidas cautelares contra oito investigados por planejarem atentados terroristas em Brasília nas eleições deste ano.
Com eles, foram encontradas plantas e modelos 3D de prédios de Brasília, mapas e manuais para fabricação de artefatos explosivos. Os aparentes alvos seriam prédios centrais da capital federal.
Além disso, foram encontradas conversas sobre invasões de edifícios, escolha de alvos, formação tática e recrutamento de participantes em diferentes estados.
Os alvos da operação têm entre 19 e 31 anos e estão nos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Pernambuco.
A Polícia investiga os crimes de associação criminosa, incitação ao crime, apologia de crime e… finjam surpresa… crimes de racismo.