A Câmara Municipal de Bristol, liderada pelo Partido Verde proibiu o hasteamento da bandeira de São Jorge durante a Copa do Mundo por considerá-la "divisiva e que deixa os imigrantes desconfortáveis".
Os moradores responderam assim🏴:
Íntegra da mensagem no bloco de notas de Vorcaro.
Constatação irrefutável: Alexandre de Moraes, um ministro de suprema corte, foi contratado para blindar Vorcaro.
O problema daquele momento:
Galipolo, presidente do Banco Central, não estava mais conseguindo resolver, porque investigação havia chegado no Master.
Solução criminosa para o problema:
Andrei Rodrigues e Paulo Gonet, lacaios de Alexandre de Moraes, precisam atuar na blindagem contratada.
Ministro do STF, Chefe da PF e Chefe da PGR envolvidos para proteger e garantir absurdos crimes financeiros, envolvimento de autoridades, e ainda com um sicário contratado.
Depois de Zambelli, a Itália julgará um caso ainda mais embaraçoso para o regime brasileiro
O caso de Tagliaferro é ainda mais escabroso que o de Carla Zambelli: ele é acusado de "tentativa de golpe" justamente por denunciar supostas irregularidades cometidas sob a gestão de Moraes no TSE.
Tagliaferro chefiou a orwelliana Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED), do TSE, e denunciou que o órgão teria virado uma central de censura à direita. As demandas por "fake news" partiriam do próprio gabinete de Moraes no Supremo, repassadas por seu juiz instrutor, e não eram anônimas, como propagava o tribunal. Quando ele não achou justificativa para censurar a Revista Oeste, mandaram-no "usar a criatividade".
Vale lembrar quem alimentava a engrenagem. Segundo Tagliaferro, parte das denúncias que viravam censura à direita partia de colaboradores informais e militantes ligados à esquerda, de universidades e de organizações de "checagem". Na prática, o regime terceirizava a caça aos opositores para a própria militância.
No Senado, ele revelou ainda um grupo informal de WhatsApp, o "Atos Antidemocráticos", que reunia servidores do TSE e a Polícia Federal para identificar manifestantes do 8 de janeiro cruzando imagens com o banco biométrico de eleitores. E acusou Moraes de combinar alvos com o PGR Paulo Gonet, montando relatórios com datas retroativas para justificar operações já feitas.
Em qualquer país sob o estado de direito, denúncias dessa gravidade seriam investigadas. No atual regime brasileiro, é o denunciante quem passa a ser tratado como criminoso e perseguido. A suposta vítima do "crime" é a própria autoridade que ele acusa: Moraes, ao mesmo tempo relator, ofendido e quem pediu a extradição. E o PGR, que deveria ser o acusador imparcial, é também alvo das denúncias do réu. Quem deveria julgar e quem deveria acusar são parte interessada. Ainda assim, a PGR o denunciou por vários crimes, até mesmo "tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito", com penas somadas que podem chegar a 22 anos.
Pior: a defesa sustenta que ele nunca foi citado regularmente. Tagliaferro mora na Itália, com endereço nos autos, o mesmo para onde Moraes pediu a extradição. Mesmo assim, o relator usou citação por edital, reservada a quem está em lugar incerto. Como o regime sabe o endereço para pedir a extradição, mas não para seguir o devido processo legal e citá-lo formalmente? A própria DPU, nomeada por Moraes, pediu para sair do caso por violação da ampla defesa.
A Corte de Cassação italiana, análoga ao Supremo brasileiro, já decidiu que Zambelli não pode ser extraditada, no caso em que Moraes atuou como relator num processo em que era vítima. No caso de Tagliaferro, Moraes não é só a suposta vítima, mas também o denunciado pelas próprias revelações.
Enquanto isso, o aparato não foi desmontado, foi reforçado. A AEED segue ativa, agora dentro de uma estrutura maior, o CIEDDE, que acoplou Polícia Federal, MPF e Anatel à mesma engrenagem. Mesmo "combate à desinformação", mesma lógica, mais poder de polícia.
Teremos mais uma eleição marcada por censura e perseguição à direita?
Novak Djokovic on his loss to Fonseca at Roland Garros, ‘It was just amazing from his side… I don’t think I’ve done too much wrong with my game. He was just better’
“Incredible match to be part of. Tough one for me to lose being two sets to love up. But huge credit for João for really deserving to win the match. He without a doubt was the better player in the important moments, in those crucial 4th and 5th… some amazing exchanges and points and he just found incredible shots, lines. It was just amazing from his side. Obviously not great for me to be facing a player playing such a level. I don’t think I’ve done too much wrong with my game. He was just better.”
(via Roland Garros Press)
An 18-year-old kid gets stabbed in the street. He’s running for his life, begging for help, and instead of saving him, the police handcuff him while he bleeds out because the attacker claimed “racism.”
They let him choke on his own blood. No urgency. No humanity. Just cold, ideological policing.
Months later? Still no names. Still no suspensions. Still no accountability.
Meanwhile, the same UK police have arrested over 12,000 people for social media posts.
They move at lightning speed to jail citizens for tweets and online comments, yet they can’t even name or discipline the officers who allegedly let a stabbing victim die in handcuffs on the street.
This is the definition of two-tier policing: aggressive against ordinary people speaking online, but protective when it comes to their own failures and protecting the narrative.
The British people deserve real justice, not another cover-up.
Justice for Henry Nowak.
Obrigado Deus, o Senhor é maravilhoso, a minha primeira Copa Do Mundo com a maior seleção do mundo, só tenho que agradecer a Deus por esse momento, agora é representar a NOSSA NAÇÃO, VAMOS COM TUDO JUNTOS SEMPRE! @CBF_Futebol 🇧🇷
In 2009, his son died at the age of 16. Eleven years later, he also lost his wife.
John Travolta faced two losses that profoundly marked his personal life. The first occurred in 2009, when his son Jett died after an epileptic seizure while the family was staying in the Bahamas.
The family was on vacation when it happened.
For Travolta and his wife, Kelly Preston, it was an unexpected event. Jett was 16 years old. After his death, their lives changed, but they remained united.
Then came the rest.
In 2020, Kelly Preston died after a battle with breast cancer. The illness had been kept private for several years. Her passing left Travolta alone with his two younger children.
From that moment on, the family reorganized once again.
His children, Ella Bleu Travolta and Benjamin Travolta, became the center of his daily life. Their days were structured around them, between family commitments and shared moments.
Ella Bleu grew up under public attention but chose her own path. She pursued acting and music, working on personal projects. She released an EP, Colors of Love, which includes a song dedicated to her mother. In recent years, she has continued working as an actress and is preparing new projects, including one with her father.
Her journey had a direct impact on Travolta.
Seeing her move forward and build something of her own brought continuity to a phase that had seemed interrupted—not as a replacement for what was lost, but as a development of what remained.
Benjamin, the younger child, brought a different kind of balance. Through his daily activities, including sports and time outdoors, he helped bring structure to their days. His presence introduced a concrete routine made of small commitments and shared moments.
Travolta has often shared aspects of his family life, emphasizing his close relationship with his children.
Together, they built a new family structure—not erasing what had happened, but adapting to a different reality. Memories remain part of everyday life, while new experiences are added.
Over time, Travolta has spoken publicly about the importance of staying present. His children became his main point of reference during the most difficult periods, offering a concrete sense of direction in times of change.
Today, his life continues between work and family, with a balance built over time, strongly tied to his closest relationships.
So queria lembrar vc que o Alexandre deixou o General Braga Netto preso por 1 ano sem condenacao, alegando que ele tentou obter informacoes da delacao do Cid.
R$ 35 milhões para resort ligado a magistrado, ok.
R$ 80,2 milhões para escritório de esposa de magistrado, ok.
Manobras para blindar os dois, ok.
Jatinhos para os três viajarem, ok.
Mas bonequinhos?
“Não se pode”.
Sabe porque você não entende o que eu falo, Gilmar Mendes? É que o linguajar de brasileiros simples como eu é diferente do português esnobe dos intocáveis de Brasília.
O problema não é você não entender as minhas palavras. O problema é os brasileiros não entenderem os seus atos.
É você recorrer ao autoritarismo pra calar os que criticam o comportamento de ministros do supremo.
É você e os seus colegas terem perdido a noção do que separa o público do privado. O certo, do errado. É isso o que brasileiros simples como eu não conseguem entender. É isso o que nós não vamos mais aceitar.
Se um teatro de fantoches é visto como ameaca por Gilmar e Moraes é sinal de que a carapuça serviu.
Os ministros não gostaram da nossa serie “os intocaveis”. Beleza.
Mas me processar por isso?
O humor é usado pra criticar o poder desde que o mundo é mundo.
Gente,
não é porque Dias Toffoli viajou com advogado do Master, nem porque colocou sigilo absoluto no caso, nem porque usou 10 vezes jatinhos de Vorcaro, nem porque era dono oculto de um resort que foi vendido a um fundo ligado ao Master, nem porque a PF encontrou chamadas telefônicas entre Toffoli e Vorcaro, nem porque Vorcaro indicou pagamento de R$ 35 milhões a uma empresa ligada a Toffoli, nem porque Toffoli participava das extravagâncias de Vorcaro em Londres…
que um senador eleito pode cumprir sua prerrogativa constitucional e pedir o indiciamento do ministro, ok?