Bolsa Família: não é aumento, é reajuste e veio muito atrasado – compartilhe a análise do Coppolla 👇🏼
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Lula acaba de dizer que as facções criminosas não são terroristas.
Para ele, terrorista era quem protestava contra ele no 8 de janeiro.
Não vou colocar o vídeo porque dá nojo.
🚨 O RELATOR DA MINHA CASSAÇÃO APARECEU NAS CONVERSAS DE VORCARO
Foi Benedito Gonçalves, ministro do STJ que, em 2023, conduziu no TSE o processo que terminou com a cassação do meu mandato. Mas esse não é um nome qualquer.
Antes disso, o nome dele já havia aparecido em uma delação ligada à Lava Jato. Na diplomação de Lula, ficou marcada a cena em que abraçou Alexandre de Moraes e disse: “missão dada é missão cumprida”.
Agora, Benedito aparece nas mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro. Segundo a reportagem, os dois trocavam mensagens, combinavam encontros e o ministro chegou a dizer que estava “sempre à disposição”.
O que você acha disso? Escreva nos comentários. 👇
“A nossa divergência não é política. A nossa divergência é moral.”
Talvez. Mas, do alto do Olimpo, é realmente difícil compreender a moral de quem vive no Brasil real.
A moral de quem trabalha meses apenas para sustentar uma máquina pública insaciável. De quem paga impostos sufocantes e, ainda assim, não recebe segurança, saúde ou educação à altura. De quem sai de casa sem saber se voltará, vê seus filhos crescerem sem perspectivas e luta todos os dias para construir algum futuro.
É muito confortável transformar divergência política em julgamento moral quando se observa o país de uma realidade protegida, cercada de privilégios que a imensa maioria dos brasileiros jamais conhecerá.
Enquanto milhões sobrevivem entre impostos, violência, serviços públicos precários e o velho pão e circo, parte de uma elite artística milionária desfruta de uma vida nababesca e ainda se concede o direito de olhar para baixo e determinar quem possui ou não “moral”.
Discordar é legítimo. Democrático, inclusive.
O que não deveria ser legítimo é confundir fama, dinheiro e posição social com superioridade moral.
Moral não se proclama do alto do Olimpo.
Moral se demonstra no chão da vida real.
Desde que Flavio Dino virou ministro, as sessões do STF têm de ser interrompidas a cada duas horas. Passado esse tempo, começa mais um dos devastadores assaltos à geladeira empreendidos por Gordola nos intervalos que separam as três refeições de praxe. Tudo por conta dos pagadores de impostos, claro
Mulher nordestina tirou onda com o seu marido que votou em Lula e agora passa fome, porque não tem dinheiro para comprar carne. No vídeo, a mulher falou a maior de todas as verdades: ESTAMOS VIVENDO UMA VERDADEIRA PANDEMIA. A PANDEMIA LULA. O NORDESTE ACORDOU!!!
Malu Mader, nós nunca fomos inimigos da cultura.
Fomos contra a ideia de que cultura pertence a uma pequena elite de artistas famosos, concentrada nos mesmos centros, disputando eternamente os mesmos recursos públicos.
Nós moralizamos a política cultural porque entendemos uma coisa muito simples: dinheiro público não tem dono.
Na nossa gestão, buscamos descentralizar recursos e fazer a cultura chegar à ponta: ao artista desconhecido, ao produtor independente, ao espaço cultural pequeno, às cidades do interior e a quem produz arte longe dos grandes holofotes. O próprio Pronac de 2021 estabelecia como objetivo a distribuição regional dos recursos, e a Lei Aldir Blanc destinou cerca de R$ 3 bilhões a trabalhadores, espaços e projetos culturais em todo o país.
Talvez o problema seja justamente esse: durante muito tempo confundiram defender a cultura com defender privilégios dentro da cultura.
Nós fizemos outra escolha.
Cultura não é sobrenome famoso, não é círculo fechado e não é propriedade de uma classe artística.
A cultura só é verdadeiramente livre quando deixa de ser propriedade de uma casta e volta a pertencer à sociedade que a sustenta.
Porque arte não se mede pela proximidade com o poder, nem cultura se confunde com privilégio. Uma nação culturalmente viva é aquela em que o talento pode nascer longe dos salões, dos sobrenomes conhecidos e dos círculos de influência — e ainda assim encontrar espaço para existir.
No fim, democratizar a cultura não é diminuir a arte. É devolvê-la à sua origem mais legítima: o povo.
4 anos calados.
Nenhuma palavra sobre o orçamento secreto que o Lula manteve com outro nome. Sobre o sigilo de 100 anos em 1.300 casos. Sobre R$6 bilhões desviados de aposentados. Sobre Jaques Wagner e o apartamento de R$2,45 milhões.
Voltaram só quando precisaram do seu voto.
Eles não defendem o Brasil. Defendem um lado.
Lula já foi mexer no Bolsa família e acionou os artistas da Globo pra fazer aqueles vídeos com zoom na cara e voz de piedade. Ativou o modo sobrevivência. Mas, game over. Vai dar 22.