Parabéns, Emerson. Conseguiu, sem qualquer tipo de necessidade e sem disputar qualquer tipo de lance, lesionar um menino de 18 anos que estava a tentar ganhar um lugar na equipa do Benfica. É preciso ser muito mau colega de profissão. No mínimo.
Sorry where is all this João Neves hate coming from?
They‘re insulting his GIRLFRIEND on social media now because he said Ronaldo is "just another team player like all of us, here to help"
These fanboys are insane man wtf 😭
@nailongbutt@yefanatics but were there new developments? i saw that they wanted to reimburse or at least give back the difference between ticket prices
Hjulmand vê um colega de profissão com a perna pendurada, completamente destruída a carreira de um colega de trabalho. E este merdas só se preocupa em mandar vir com o árbitro.
Um merdas como pessoa, 0 empatia, 0 respeito
Miguel Morgado mais uma vez brilhante e assertivo nas suas análises.
“Pedro Passos Coelho avisou várias vezes que as mexidas da lei da nacionalidade levados a cabo pela geringonça e imigração , das duas leis iam ser um desastre… o sistema queria livrar-se de Pedro Passos Coelho a todo custo!”
👑
@eastdakota I live in Portugal — this country is the worst example of wasted potential that I’ve ever seen.
Great weather. Nice landscape. Excellent location.
And the most corrupt, anti-business, insane government and public sector services.
No one builds companies here.
O principal responsável pela instabilidade governativa está em Bruxelas.
Em 2015, António Costa sacrificou a estabilidade das legislaturas futuras para conquistar o poder no imediato. Quebrou a regra tácita da democracia portuguesa: o partido mais votado governava, o segundo assumia uma oposição exigente, mas respeitadora da vontade popular. Essa norma informal conferia alguma estabilidade e travava a ascensão de forças mais radicais — ao contrário de outros países onde já prosperavam.
António Costa fez precisamente o contrário. Não conteve os extremos — deu-lhes protagonismo. Puxou a extrema-esquerda para o centro do sistema e criou as condições para o avanço da direita radical.
Ontem, o “centrão” teve o pior resultado dos últimos 40 anos. Ainda assim, representa mais de 60% dos deputados. Num cenário normal, bastaria maturidade democrática: a AD governaria e o PS assumiria uma oposição firme, mas construtiva.
No entanto, Pedro Nuno Santos – que já tinha contribuído para a queda do governo de Luís Montenegro – insiste nos mesmos erros: rejeitou, no seu discurso de derrota, qualquer suporte à estabilidade governativa da AD. Esperemos que a sucessão no PS traga mais lucidez e menos impulsos táticos.
Mas o tempo não volta atrás. A ânsia de poder de Costa em 2015 reescreveu as regras do jogo. Abriu caminho à radicalização à direita e tornou muito mais difícil qualquer solução estável no centro.