@Outrascoisasma1@_flaviaprata@NatiiLuiiza Eles amam a tal retórica da "meritocracia", justamente para não dar crédito ao governo que pensa em políticas públicas. Se na minha infância, lá pelos anos 70, 80, tivesse bolsa família, a vida da minha mãe tinha sido +fácil pra cuidar dos 4 filhos sozinha.
@beringg3@SamPancher Sim. Posso falar aqui onde moro, que é na capital paulista: é raro você ver alguém deixando as bandejas na mesa e quando acontece a pessoa recebe olhares (e veja bem,paulistano geralmente costuma não estar nem aí pra ninguém 😅;mas tem coisas que nos incomodam e essa é uma delas)
@g1 Eu gostaria que o dinheiro dos impostos da cidade fossem investidos para resolver nossos problemas de infraestrutura, situação dos moradores em situação de rua (olha esses aqui em cidade Ademar). Sabia que a gente tem isso pra resolver @ricardo_nunessp ?
Tradução do texto da The Economist, sobre o PIX é uma vassourada em Trump e Flávio Bolsonaro. Tô falando que imprensa estrangeira está defendendo mais o Brasil que muitos veículos brasileiros?
Segue:
Pix v Trump
Siga o dinheiro
O sistema de pagamentos mais amado do Brasil provocou a ira de Donald Trump, mas o ataque tarifário dele só faz os brasileiros amarem ainda mais o Pix — e o Lula
A MAQUINARIA que move o dinheiro raramente é inspiradora. É notável, portanto, que o Pix, o sistema brasileiro de pagamentos digitais, tenha se tornado uma fonte de orgulho nacional depois de ser atacado por Donald Trump. Em 15 de julho, a administração Trump impôs uma tarifa de 25% sobre uma série de importações brasileiras após concluir uma investigação comercial de um ano sobre o que chamou de práticas “irracionais” do Brasil.
O Pix estava entre as principais queixas. Lançado pelo Banco Central do Brasil em 2020, é amado pelos consumidores por tornar os pagamentos instantâneos e gratuitos. Já faz parte do cotidiano no Brasil. Cerca de 170 milhões de pessoas — 80% da população — usam o sistema, que responde por mais da metade das transações de pagamento do país.
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Algumas das reclamações da administração sobre práticas comerciais brasileiras têm mérito. O Brasil não é um livre-comerciante. Mas o caso contra o Pix se apoia em duas premissas frágeis: que ele é uma ferramenta protecionista e que prejudicou empresas americanas de pagamento (especialmente Visa e Mastercard). Nenhuma das duas é respaldada por evidências.
Vamos ao protecionismo. A reclamação acusa o Brasil de colocar empresas americanas em desvantagem, mas as regras do Pix não distinguem entre participantes domésticos e estrangeiros. Qualquer instituição financeira licenciada no Brasil e operando no país — como Visa e Mastercard — pode se conectar à rede nas mesmas condições. Todos os bancos, brasileiros ou estrangeiros, com mais de 500 mil correntistas no país são obrigados a oferecer o Pix aos clientes. Mas não há exigência de que processadores de pagamento como Visa e Mastercard se cadastrem. Eles o fizeram voluntariamente.
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A administração Trump também reclama que o Banco Central do Brasil tanto opera quanto regula o Pix. O arranjo levanta questões legítimas sobre dar tanto controle sobre um sistema de pagamentos e os dados financeiros que ele gera a uma única instituição. Mas são preocupações sobre concentração de poder, não sobre discriminação contra empresas estrangeiras. Governos constroem, possuem e regulam infraestrutura essencial rotineiramente. Não há nada inerentemente discriminatório em aplicar o mesmo modelo aos pagamentos, aponta Monica de Bolle, do Peterson Institute for International Economics, um think-tank de Washington.
A segunda premissa — de que o Pix prejudicou empresas americanas de pagamento — também é fraca. Ela se baseia em um mal-entendido sobre por que o Pix foi criado, diz Daniel Santos Kosinski, professor de economia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Antes do Pix, os serviços existentes, inclusive os oferecidos por empresas estrangeiras, cobravam taxas por pagamentos eletrônicos que os brasileiros pobres não podiam pagar. O Pix foi construído para mudar isso. O Banco Central estima que pelo menos 70 milhões de pessoas entraram no sistema financeiro formal desde o lançamento. (Segue)
ALERTA: o que veio à tona em São Paulo é gravíssimo.
A investigação do Ministério Público aponta que operadores financeiros ligados ao PCC mantinham relações de amizade e proximidade com coronéis da cúpula da Polícia Militar. A relação envolveria viagens, festas, grupos de WhatsApp, pedidos de favores e intermediação de contatos com autoridades.
Em uma das mensagens, um investigado afirma que precisava de dinheiro para “pagar a polícia”. Planilhas também registraram pagamento a um coronel no esquema de “ticketagem”, usado para disfarçar propinas, enquanto policiais são suspeitos de vender informações sobre operações contra a própria facção. (UOL Notícias)
Não estamos falando apenas de criminosos tentando infiltrar a polícia. Estamos falando da suspeita de convivência, acesso e possível proteção dentro do alto escalão da instituição que deveria combater o PCC.
É estarrecedor: enquanto a população vive com medo, integrantes da maior facção criminosa do país circulavam entre festas, favores e contatos com coronéis da PM.
Os oficiais citados não foram denunciados nem indiciados nesse procedimento, mas a dimensão das suspeitas exige investigação rigorosa, transparência e responsabilização.
A alta cúpula da PM da gestão Tarcísio de Freitas unha e carne com o PCC
@cortezpsol Eu entendo a insatisfação do cidadão paulistano. A gente acredita sempre que o deputado em que votamos vai fazer de tudo pelo nosso Estado. Tenho um deputado estadual que voto sempre pois ele faz isso pelos professores, que é o Carlos Gianazzi. Achei que você seria igual😕
Flávio Bolsonaro inventou de ir no supermercado fazer compra para culpar o Lula pelos preços. Aí, algumas pessoas fizeram a mesma coisa para desmascará-lo.
São 61 dias da promessa de entregar as informações sobre as contas do filme e até agora nada. E aí @FlavioBolsonaro cadê a prestação de contas? Vai ficar por isso mesmo?
São 61 duas da promessa de entregar as informações sobre as contas do filme e até agora nada. E aí @FlavioBolsonaro cadê a prestação de contas? Vai ficar por isso mesmo?
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Como fazer chegar esse vídeo para o interior do nosso Estado de SP? Porque quem mora na cidade já sabe o desastre que é esse filhote de miliciano. Esse ano teremos a virada que SP precisa. E ela precisa de @Haddad_Fernando
🙌🏾https://t.co/hy0so7pJIf
@Kathgurgel Eu achei que jamais sentiria ódio na minha vida, até me deparar com esse ser desprezível. E o que é pior: governando o meu país na pior crise de saúde mundial que vivemos. Ele há de pagar por todo o mal que causou. Deus é pai. Não é padrasto 🙌🏾
Esse é o Tarcísio de Freitas, o filhote de miliciano que diz que governa o meu estado . Mas disseram que não podemos mais veicular esse vídeo do Chuck de Freitas 😅😂😂😂😂https://t.co/UvlEYh7SPT
@FlavioBolsonaro esse é um verdadeiro traidor da pátria. Esse ama muito o poder; se vai ferrar com o povo brasileiro, não tá nem aí. O que importa é o ganho dele e da familicia dele.
Flávio Bolsonaro tem ataque de 'sincericídio' e negocia com os EUA tarifaço para depois das eleições. Veja no blog da @juliaduailibi https://t.co/UgotGHcDzC #g1