acabei de ver que a meta usa meu arquivo de stories pra alimentar a ia deles e estou me sentindo como um personagem de distopia futurista dos anos 60. sinto que cada vez mais o capitalismo tardio confirma a visão de mundo dos esquizofrênicos
costuro o infinito sobre o peito e no entanto sou água fugidia e amarga e sou crível e antiga como aquilo que vês: pedras, frontões no todo inamovível. terrena, me adivinho montada algumas vezes. recente inumana inexprimível. costuro o infinito sobre o peito como aqueles que amam
isso eh muito verdade.. e aquelas amigas que ficam eternamente esperando um objeto pra amar perdem o tempo em que poderiam amar todas as coisas. Inclusive fica mais difícil de “encontrar” um objeto depois q percebe que o amor está em tudo