Amigos e amigas, projeto novo. Os que me acompanham sabem que só sei falar de futebol de uma forma. Agora, estou no https://t.co/BcNzZg032O oferecendo comunidade e conteúdo mensalmente. Conto muito com vocês. Seja consumindo, seja divulgando, toda ajuda é bem-vinda. Vamos juntos.
Conto hoje mais um escândalo na prefeitura de São Paulo: a contratação desenfreada, com cachês absurdos, de bandas de rock, cover, todas recém-criadas.
Elas pertencem todas a Fabrício Ravelli, irmão do gerente de eventos da SPTuris e sobrinho da principal assessora do presidente do Tribunal de Contas do Município.
Fabrício organiza eventos de rock e, como num passe de mágica, a prefeitura decide pagar pelas bandas que ele seleciona. E, olha que coincidência, as bandas são dele!
Quatro bandas, todas recém-criadas e tocando só covers, receberam R$ 2,3 milhões em cachês da prefeitura em 15 meses, para 88 apresentações. É mais de uma por semana.
As bandas não têm uma música autoral e nunca foram contratadas por qualquer outro ente público. Mas são pagas pela prefeitura como artistas consagrados. E os valores são balizados com "show em evento corporativo" contratado por outras empresas do próprio Ravelli.
Os valores e shows são bizarros. Numa semana, a prefeitura contratou três vezes a mesma banda, por R$ 30 mil CADA SHOW, para tocar por uma hora NO METRÔ DA SÉ, bem no horário do rush. "artistas CONSEGRADOS", lembra?
Em outra ocasião, contratou por R$ 45 mil uma banda para tocar em uma TERÇA-FEIRA À TARDE em um centro cultural. Detalhe: o processo de contratação começou na semana anterior, UM DIA DEPOIS de a assessora do presidente do Tribunal de Contas e TIA DO FABRÍCIO visitar a secretaria de cultura.
E eu só tô contando aqui no Twitter uma parte do problema. É bem pior. é bizarro. Juro. Lê a matéria. E depois compartilha.
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Tem um problema em tentar replicar o clima da CazéTV. Para a “resenha” funcionar, demanda uma intimidade verdadeira entre os envolvidos. Não sinto isso na getv.
A MORAL DO NENE É COISA DE MALUCO! 🤩👏
O cara fez história no futebol francês e tem o respeito de geral da seleção da França. MUITO F$DA! TEM QUE RESPEITAR O VOVÔ! 🥹
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O Vini estava jogando bem todos os jogos, fazendo gols direto, mas no único jogo que ofereceram Odds altas pra ele marcar no tempo regulamentar (se ele marca o apostador ganha e a casa perde), ele não jogou nada e deu a cobrança do pênalti para o Bruno.
A casas de apostas conhecem muito o futebol!
Afirmo que não estou acusando nada. Só apontando as coincidências e que jogar em Bets é furada. Não gastem seu dinheiro com isso!
Com a poeira um pouco mais baixa após a eliminação, finalmente escrevi sobre um tema que me inquieta há algum tempo: o famigerado Neymarismo cultural. Fica aqui o convite a leitura. Se puder compartilhar com mais coleguinhas, agradeço em dobro.
https://t.co/W432aAu515
Quem estará no ciclo 2030?
Busquei a pré-lista de Carlo Ancelotti, do já distante maio. Fiz um exercício pensando na próxima Copa do Mundo e separei três grupos: os desconsiderados, os que podem estar em 2030 e quem está no meio-termo.
Alisson Becker (33 anos, goleiro): Dúvida. Tecnicamente, indiscutível. Não teve ninguém à altura enquanto convocado e, dos já revelados, não recebe sombra. Coloco em xeque pela idade e vontade do atleta.
Bento Krepski (27 anos, goleiro): Ciclo 2030. Por muito tempo, tive claro que era o substituto imediato de Alisson, pois sempre foi o mais próximo. Porém, teve o desenvolvimento interrompido e falhas relevantes no Al Nassr. Precisa de jogos.
Ederson Moraes (32 anos, goleiro): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Hugo Souza (27 anos, goleiro): Dúvida. Ao mesmo tempo em que tem qualidades valiosas, apresenta quedas de concentração bruscas. Hoje, no máximo, compõe elenco.
John Victor (30 anos, goleiro): Ciclo 2030. Abaixo de Bento tecnicamente, mas com mais personalidade. Mais pronto. Tem de ser testado. Precisa acertar o próximo passo na carreira.
Weverton (38 anos, goleiro): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Alexsandro Ribeiro (26 anos, zagueiro): Ciclo 2030. Só não foi convocado por ter se lesionado e perdido ritmo e vaga no Lille. Quando saudável, indiscutível.
Bremer Silva (29 anos, zagueiro): Ciclo 2030. Tecnicamente, te entrega muito. Seu maior rival é o corpo. Isso resolvido, tende a ser importante.
Danilo Luiz (34 anos, zagueiro): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Fabrício Bruno (30 anos, zagueiro): Desconsiderado. Penso que temos nomes superiores e mais novos.
Gabriel Magalhães (28 anos, zagueiro): Ciclo 2030. Deve ter o mesmo status que recebeu em 2026.
Léo Ortiz (30 anos, zagueiro): Desconsiderado. Os mesmos motivos de Fabrício Bruno.
Léo Pereira (30 anos, zagueiro): Desconsiderado. O melhor brasileiro do setor no país, mas, mesmo no auge, não me pareceu unânime. Temos alternativas.
Marquinhos (32 anos, zagueiro): Dúvida. Existe um pouco da vontade do atleta e um pouco da imagem arranhada de 2022-2026. Por ser tecnicamente muito acima, não consigo abrir mão por completo.
Natan Bernardo (25 anos, zagueiro): Ciclo 2030. Bom e de carreira consistente, principalmente para essa idade. Merece testes.
Roger Ibañez (27 anos, zagueiro): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Thiago Silva (41 anos, zagueiro): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Vitor Reis (20 anos, zagueiro): Ciclo 2030. Todos os holofotes estão aqui. Estamos falando de defensor para uma década. Que não sinta a primeira temporada completa no Manchester City.
Paulo Henrique (29 anos, lateral-direito): Desconsiderado. Meses fundamentais no Vasco, mas não ao nível de uma Copa do Mundo.
Vitinho (32 anos, lateral-direito): Desconsiderado. Segue linha parecida à de Paulo Henrique.
Wesley França (22 anos, lateral-direito): Ciclo 2030. Não só dentro como o titular. Uma das perdas mais sentidas entre os lesionados.
Alex Sandro (35 anos, lateral-esquerdo): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Carlos Augusto (27 anos, lateral-esquerdo): Dúvida. Defensor bastante simples. Está mais pela ausência de nomes concretos no setor. Se testado, precisa fazer mais do que já mostrou.
Douglas Santos (32 anos, lateral-esquerdo): Dúvida. Não acho e nem desejo que esteja em 2030. Porém, por ter sido um dos mais importantes na Copa, pode fazer a ponte para o novo ciclo.
Kaiki Bruno (23 anos, lateral-esquerdo): Ciclo 2030. Acho, na verdade, que o jogador que estava no Cruzeiro e deve ser efetivamente considerado é Kauã Prates. Mas penso ter valências importantes. Hoje, merece testes.
Luciano Juba (26 anos, lateral-esquerdo): Desconsiderado. Segue o caminho de Léo Pereira.
Andreas Pereira (30 anos, meio-campista): Dúvida. Apesar de ter ressalvas sobre a mentalidade competitiva, entrega mais controle e pausa, algo que nos falta. Hoje, está mais dentro do que fora. Precisa sustentar.
Andrey Santos (22 anos, meio-campista): Ciclo 2030. Prejudicado pelas escolhas de carreira — com uma pitada de sorte no Strasbourg. Ainda não nos trouxe certezas, mas pode fazê-lo.
Bruno Guimarães (28 anos, meio-campista): Ciclo 2030. Pilar.
Casemiro (34 anos, meio-campista): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Danilo Santos (25 anos, meio-campista): Ciclo 2030. Ainda muito ansioso, com pontos a serem corrigidos, mas tem de estar. Que tome cuidado com a escolha do próximo clube.
Éderson (27 anos, meio-campista): Desconsiderado. O que tem de positivo está abaixo do que já contamos.
Fabinho (32 anos, meio-campista): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Gabriel Sara (27 anos, meio-campista): Ciclo 2030. Taxa de trabalho, brio, mentalidade competitividade e, principalmente, versatilidade. Precisa de minutos.
Gerson Santos (29 anos, meio-campista): Dúvida. Na mesma hierarquia de Andreas Pereira. Tecnicamente, tem muito do que precisamos. Se quererá, é outra história.
João Gomes (25 anos, meio-campista): Ciclo 2030. Para mim, dos jovens que mais se desenvolveram ao chegar na Europa. Testes e minutos.
Lucas Paquetá (28 anos, meio-campista): Ciclo 2030. A ausência contra a Noruega deveria sanar dúvidas. E Carlo Ancelotti sequer extraiu o melhor.
Matheus Pereira (30 anos, meio-campista): Desconsiderado. Mesmo argumento de Léo Pereira e Luciano Juba.
Antony (26 anos, atacante): Dúvida. Sustentado pelo que se poderia ser. É bom, e apenas bom, em um setor onde se tem muito. Depende de muitas variáveis, mas não pode ser descartado.
Endrick (19 anos, atacante): Ciclo 2030. Tema espinhoso, nos falta acesso diário. Na teoria, um dos pilares.
Gabriel Martinelli (25 anos, atacante): Ciclo 2030. Presente sempre. Mais fundamental do que aparenta ser.
Gabriel Jesus (29 anos, atacante): Dúvida. O próximo passo — e como responderá a ele — vai elucidar muitos pontos. Tecnicamente, dos melhores que temos.
Igor Jesus (25 anos, atacante): Ciclo 2030. Escassez no setor e rápida resposta em um Nottingham Forest caótico são os principais argumentos. Merece mais testes.
Igor Thiago (25 anos, atacante): Dúvida. O que o sustenta é a característica praticamente única entre os nomes disponíveis. Mas não acho que é o bastante.
João Pedro (24 anos, atacante): Ciclo 2030. Vítima de um circo em 2026. Só não pode se apoiar nisso. Precisa entregar mais quando acionado. Isso feito, será intocável.
Kaio Jorge (24 anos, atacante): Dúvida. Tem o azar de ter, como principal característica, o que os concorrentes também têm. E está abaixo deles. Precisará trabalhar dobrado.
Luiz Henrique (25 anos, atacante): Dúvida. Nunca esperei que substituísse Estêvão, porque era impossível, mas, particularmente, deixou as piores referências na Copa. Hoje, não está no meu ciclo.
Matheus Cunha (27 anos, atacante): Ciclo 2030. Deveria estar indo para a terceira Copa do Mundo. Pilar.
Neymar (34 anos, atacante): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Pedro (29 anos, atacante): Dúvida. Como Igor Thiago, tem o que quase ninguém mais tem. Por isso, sempre estará entre as alternativas.
Raphinha (29 anos, atacante): Dúvida. Vai e precisa estar nas primeiras listas. Mas, além da imagem manchada, tenho a impressão de que quer desacelerar. Hoje, não o imagino sequer na Copa América, mesmo tendo capacidade para tal.
Rayan (19 anos, atacante): Ciclo 2030. No mundo ideal, forma tríade com Estêvão e Endrick.
Richarlison (29 anos, atacante): Desconsiderado. Fim de ciclo.
Samuel Lino (26 anos, atacante): Dúvida. Uma das maiores incógnitas. Te entrega versatilidade, mas não vejo sustentando o nível ideal até 2030. Tecnicamente, gosto muito.
Vini Jr (25 anos, atacante): Ciclo 2030. Dispensa comentários.
Luva de Pedreiro fala sobre a derrota da Seleção: "Estou muito triste. Talvez o problema nunca tenha sido o placar, mas a incapacidade da sociedade de transformar o fracasso em autocrítica coletiva."
ATENCIÓN, PROBABLE 11 DE PARAGUAY PARA ENFRENTAR A FRANCIA
osman jil
yuan al-qasiris
yosef al-qanali
ghustaf al-ghomizi
junaid al-onsori
diegof al-ghomizi
mustafa al-ghalarzi
abdul al-qubasi
mikail al-miron
yuliof al-encisi
antoni al-sanabri
Agora já começa a sensação de que está acabando.
A partir de amanhã, dois jogos por dia.
Agenda das oitavas:
Sábado, 14h - Canadá x Marrocos
Sábado, 18h - Paraguai x França
Domingo, 17h - Brasil x Noruega
Domingo, 21h - México x Inglaterra
Segunda, 16h - Portugal x Espanha
Segunda, 21h - EUA x Bélgica
Terça, 13h - Argentina x Egito
Terça, 17h - Suíça x Colômbia