URGENTE! 🚨 Presidente Lula acaba de assinar e enviar ao Congresso o projeto de lei que põe fim à escala 6x1, sem redução de salário. Agora é para valer. O Brasil está pronto para esse debate!
Dólar chegou a R$ 4,99 pela 1ª vez em mais de 2 anos e a Ibovespa batendo recorde histórico. Resultado de escolhas econômicas responsáveis, inflação controlada, estabilidade e um Brasil que aposta no desenvolvimento, não em guerras. Economia forte se constrói com soberania e paz.
@folha Assim como com Trump a democracia estadunidense vai de UTI para quase óbito...
Não dá para noticiar apenas um fato, sem noticiar o crime de invasão e ataque a soberania de um povo independente.
O Irã negocia em moedas que não o dólar há anos.
A China construiu o CIPS, sua própria alternativa ao SWIFT, com 4.800 bancos em 185 países.
O BRICS está construindo ativamente sistemas de pagamento que contornam completamente o dólar.
O projeto mBridge permite que os bancos centrais liquidem transações instantaneamente em moedas locais.
A entrada da Venezuela no BRICS, com seus 303 bilhões de barris de petróleo, aceleraria isso exponencialmente.
É disso que se trata essa invasão, na verdade.
Não se trata de deter o tráfico de drogas. A Venezuela responde por menos de 1% da cocaína consumida nos EUA.
Não se trata de terrorismo. Não há nenhuma evidência de que Maduro lidere uma "organização terrorista".
Não se trata de democracia. Os EUA apoiam a Arábia Saudita, que não realiza eleições.
Trata-se de manter um acordo de 50 anos que permite aos Estados Unidos imprimir dinheiro enquanto o mundo trabalha para eles.
E as consequências são terríveis:
Rússia, China e Irã já estão denunciando isso como "agressão armada".
A China é a maior compradora de petróleo da Venezuela. Eles estão perdendo bilhões.
Os países do BRICS estão assistindo a um país ser invadido por negociar fora do dólar.
Todas as nações que consideram a desdolarização acabaram de receber a mensagem:
Desafie o dólar e nós o bombardearemos.
Mas aqui está o problema...
Essa mensagem pode acelerar a desdolarização, não a impeça.
Porque agora todos os países do Sul Global sabem o que acontece se ameaçarem a hegemonia do dólar.
E eles estão percebendo que a única proteção é agir MAIS RÁPIDO.
A coincidência de datas também é insana:
3 de janeiro de 2026. Venezuela invadida. Maduro capturado.
3 de janeiro de 1990. Panamá invadido. Noriega capturado.
36 anos de diferença. Quase no mesmo dia.
Mesma estratégia. Mesmo esquema de "tráfico de drogas".
https://t.co/A7Wld9Qyzr
O verdadeiro motivo da invasão americana à Venezuela remonta a um acordo que Henry Kissinger fez com a Arábia Saudita em 1974.
E vou explicar por que isso se trata, na verdade, da SOBREVIVÊNCIA do próprio dólar americano.
Não se trata de drogas. Não se trata de terrorismo. Não se trata de "democracia".
Trata-se do sistema do petrodólar que manteve os Estados Unidos como potência econômica dominante por 50 anos.
E a Venezuela acaba de ameaçar acabar com ele.
Eis o que realmente aconteceu:
A Venezuela possui 303 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo.
As maiores do planeta.
Mais do que a Arábia Saudita.
20% de todo o petróleo mundial.
Mas aqui está a parte que importa:
A Venezuela estava vendendo ativamente esse petróleo em yuan chinês. Não em dólares.
Em 2018, a Venezuela anunciou que se "libertaria do dólar".
Eles começaram a aceitar yuan, euro, rublo, qualquer moeda MENOS dólares pelo petróleo.
Eles estavam solicitando a adesão ao BRICS.
Estavam construindo canais de pagamento direto com a China que ignoravam completamente o sistema SWIFT.
E tinham reservas de petróleo suficientes para financiar a desdolarização por décadas.
Por que isso importa?
Porque todo o sistema financeiro americano é construído sobre uma única coisa:
O petrodólar.
Em 1974, Henry Kissinger fez um acordo com a Arábia Saudita:
Todo o petróleo vendido globalmente deveria ser cotado em dólares americanos.
Em troca, os Estados Unidos forneceriam proteção militar.
Esse único acordo criou uma demanda artificial por dólares em todo o mundo.
Todos os países do planeta precisam de dólares para comprar petróleo.
Isso permite que os Estados Unidos imprimam dinheiro ilimitadamente enquanto outros países trabalham para isso.
Financia as forças armadas. O estado de bem-estar social. Os gastos deficitários.
O petrodólar é mais importante para a hegemonia dos EUA do que porta-aviões.
E há um padrão no que acontece com os líderes que o desafiam:
2000: Saddam Hussein anuncia que o Iraque venderá petróleo em euros em vez de dólares. 2003: Invasão. Mudança de regime. O petróleo iraquiano voltou imediatamente a ser cotado em dólares. Saddam Hussein linchado.
As armas de destruição em massa nunca foram encontradas porque nunca existiram.
2009: Gaddafi propõe uma moeda africana lastreada em ouro, chamada "dinar de ouro", para o comércio de petróleo.
Os próprios e-mails vazados de Hillary Clinton confirmam que essa foi a PRINCIPAL razão para a intervenção.
Citação do e-mail: "Este ouro tinha como objetivo estabelecer uma moeda pan-africana baseada no dinar de ouro líbio."
2011: A OTAN bombardeia a Líbia. Gaddafi é sodomizado e assassinado. A Líbia agora possui mercados de escravos abertos.
"Viemos, vimos, ele morreu!" Clinton riu diante das câmeras.
O dinar de ouro morreu com ele.
E agora Maduro.
Com CINCO VEZES mais petróleo do que Saddam Hussein e Gaddafi juntos.
Vendendo ativamente em yuan.
Construindo sistemas de pagamento fora do controle do dólar.
Petição para ingressar no BRICS.
Parceiros: China, Rússia e Irã.
Os três países que lideram a desdolarização global.
Isso não é coincidência.
Desafie o petrodólar. Mude o regime.
Todas. As. Vezes.
Stephen Miller (conselheiro de segurança interna dos EUA) disse isso em voz alta há duas semanas:
"O suor, a engenhosidade e o trabalho árduo dos americanos criaram a indústria petrolífera na Venezuela. Sua expropriação tirânica foi o maior roubo de riqueza e propriedade americana já registrado."
Ele não está escondendo nada.
Eles alegam que o petróleo venezuelano PERTENCE aos Estados Unidos porque empresas americanas o desenvolveram há 100 anos.
Seguindo essa lógica, todos os recursos nacionalizados na história foram "roubo".
Mas aqui está o problema MAIS PROFUNDO:
O petrodólar já está morrendo.
A Rússia vende petróleo em rublos e yuans desde a Ucrânia.
A Arábia Saudita está discutindo abertamente pagamentos em yuan.
Segue…
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.
Não há nada de nobre no ataque dos EUA contra a Venezuela.
Isso é só o anúncio de que, em nome do lucro do setor petrolífero dos EUA, Trump decidiu invadir, atacar e desestabilizar outro país.
Pois nenhum problema estrutural que aflige o povo venezuelano será resolvido assim.
O que ocorreu não foi uma ação coordenada com o mínimo de respaldo para a realização de novas eleições ou uma transição de poder de Nicolás Maduro para algum outro representante venezuelano.
Foi um ataque, seguido de uma remoção forçada e nada mais. Um roteiro básico para gerar ainda mais caos e ainda mais dificuldades para o povo venezuelano.
E quando Trump posta, nas redes sociais, que o ataque não foi apenas contra Maduro, mas contra a própria Venezuela, ele declara que é do interesse dos Estados Unidos da América que venezuelanos inocentes, que nada têm a ver com Maduro e seu governo, devem morrer em nome de interesses particulares.
Aos que, daqui do Brasil, celebram isso como uma vitória política, é bom lembrar: não há nada de positivo na desestabilização de um país vizinho.
Há apenas a possibilidade de que, a norte daqui, haverá uma realidade de sangue, morte, fome e uma sucessão de tragédias humanitárias. É isso que vocês estão celebrando.
Me solidarizo com o povo venezuelano que, com um discurso recheado de falsas boas intenções, teve seu território, sua autodeterminação e sua soberania gravemente atacadas, e agora vive a incerteza e corre riscos inimagináveis.
Que o Brasil e seu corpo diplomático intercedam pela paz, sempre pensando na preservação do nosso país e nosso povo, mas sabendo que a violação da soberania de qualquer nação latino-americana pode representar, também, a violação futura da nossa própria soberania.
É inadmissível a violência sofrida pelo Dep @Glauber_Braga por uma posição pacífica e coerente. @HugoMottaPB precisa renunciar, pois esta falta de postura e de decoro prejudica o andamento dos trabalhos na @camaradeputados , do Congresso Brasileiro e da DEMOCRACIA.
LAMENTÁVEL.
Vejam o vídeo completo do questionamento que Glauber Braga fez a Hugo Motta.
Depois disso, Motta mandou cortar a transmissão da TV Câmara, censurar a imprensa no plenário e usar a truculência da polícia legislativa para arrancar Glauber da cadeira.
Isso precisa correr o mundo.
Câmara aprovou o texto do PL que isentar os trabalhadores que recebem até 5 mil reais de salário e garante ainda isenção parcial para quem recebe até 7,5 mil por mês. O projeto aprovado foi enviado pelo Presidente Lula que agora avança pro senado.
Vitoria dos trabalhadores!
@neoenergiarn me ajuda aí. Fui pagar minha continha de R$ 142,14 e o aplicativo do flexipag quer me levar mais de R$ 14 mil.
Manda o estagiário corrigir esses zeros, #scrr
Triste com o final de Beleza Fatal.
Novela com ritmo muito bom e reta final maravilhosa, mas final muito brochante. @montesraphael deixou tudo em aberto para uma segunda temporada.
Vai ter que rebolar muito pra fazer ser tão boa como a primeira.