@Fa1ryNight Não é a toa que a grande maioria das pessoas capacitadas e boas de coração se afastam da política.....é um ambiente muito sujo e é por isso que pessoas boa que se arriscam a fazer algo sofrem como o bolsonaro.
@RafaelFontana@pedrozalmeida Verdade, Rafael! Mas, reflitamos: se todos observassem e cumprissem o texto frio da lei, os achacadores não sobreviveriam. Brasileiro é o cara do “jeitinho” e molhar a mão qdo faz 💩e não quer se pego. Nem precisaríamos ter tantos órgãos de controle nem agências reguladoras .
@JornalBrasilOn2 O brasileiro tem mania de criar e inventar um ídolo para chamar de seu. Augusto Cury não deve ter a menor chance! Pode ser bem sucedido, aplaudido mas continua sendo um escritor/coach q aparece p/ dividir votos na direita. Flávio é a única chance de reverter o caos no Brasil!
@MARINESARALDI@MarceloMarins22 Eu diria a ele voltar para o Mobral e aprender a ler e interpretar para poder analisar e não passar vergonha ao vivo… esgotosfera fedendo mais.
🚨MOVIMENTO BOLSONARISTA | Kim Paim convocou as mulheres brasileiras a entrarem de vez na campanha de Flávio Bolsonaro.
Kim sugeriu a campanha “Sou mulher, sou Flávio” e pediu que as seguidoras espalhem a mensagem nas redes. A mobilização já começou com publicações usando frases como: “Sou mulher, sou Flávio, sou Jair.”
Kim reforçou que o Brasil precisa voltar a sorrir e que essa missão não pode depender da boa vontade da velha política ou da própria direita organizada.
“Tá na mão do povo”, afirmou.
É o povo e Flávio. E agora, também, são as mulheres pelo Brasil.
Há uma chuva de máscaras no Brasil. A última, reluzente e caída com estrépito, traz o nome do pastor e deputado federal Marco Feliciano. Observai a coincidência brutal, quase geométrica, que se repete nestas paragens: todas as máscaras impotantes que tombam, uma após outra, são evangélicas, vide Michelle, Nikolas, Silas, etc. Por quê? A resposta é cruelmente simples, e por isso mesmo inexorável. Os evangélicos, em sua ambição de poder, apostaram que eram maiores do que o bolsonarismo; que havia chegado o momento de superá-lo, de pisar sobre o cadáver político de Jair Bolsonaro, ignorando a vontade expressa do líder que os ergueu. Essa é a aposta, nua e descarada. Daí o apoio entusiasmado de Feliciano ao projeto de uma hegemonia evangélica, esse sonho de República Teocrática tropical, pintada de verde e amarelo mas cheirando a traição.
Não seria, em si, um mal absoluto ter uma República Evangélica, antes pelo contrário, mas, se ela fosse erguida com honestidade e coerência. O mal reside nos meios: na traição fria, no cálculo mesquinho que sacrifica o aliado de ontem em nome de um “bem maior” de hoje. Ora, o que começa moralmente recriminável, e nada cristão, convenhamos, pois o Novo Testamento não prega a facada nas costas, termina, inevitavelmente, em desastre. O infiel no pouco é infiel no muito. Quem trai o companheiro de trincheira por um bocado de poder terreno não hesitará em trair o próprio rebanho quando o vento político mudar de direção. Assim caminha a República: entre máscaras que caem e almas que se vendem por um prato de lentilhas douradas. O espetáculo é antigo, mas nunca perde o seu travo de náusea.
Renan Santos pré-candidato do partido Missão fala cheio de alegria do ministro do STF Alexandre de Moraes. Mais alguém duvida de que ele faz parte do sistema?