Você sabe porque o céu é azul?
O céu é azul devido ao Espalhamento de Rayleigh.
A luz do Sol é uma mistura de todas as cores, mas cada uma viaja em ondas de tamanhos diferentes.
Ao atingir a atmosfera, as ondas curtas e agitadas da luz azul colidem com as moléculas de gás e se espalham para todas as direções.
Já as cores de ondas longas, como o vermelho, passam direto. Por isso, quando olhamos para cima, vemos esse azul "espalhado" por todo o horizonte
No pôr do sol, a luz precisa atravessar uma camada muito mais grossa de ar. O azul se dispersa tanto que acaba sumindo, restando apenas o vermelho e o laranja para chegar aos nossos olhos.
Liftoff.
The Artemis II mission launched from @NASAKennedy at 6:35pm ET (2235 UTC), propelling four astronauts on a journey around the Moon.
Artemis II will pave the way for future Moon landings, as well as the next giant leap — astronauts on Mars.
Aquele contra na ficha e no tubo, direto da loja da Warp!
Mundo WarpZone
Rua Olga Abujamra, 106
Vila Mariana
São Paulo - SP
CEP 04009-020
#Retro#Retrogame#Arcade#Fliperama#Locadora
🛡️ Microsoft Baseline Security Mode for Office, SharePoint, Exchange, Teams, & Entra
Source: https://t.co/g5oHWqFxGD
Microsoft has begun deploying Baseline Security Mode across Microsoft 365 tenants, a new dashboard in the M365 Admin Center that centralizes recommended security configurations for Office, SharePoint, Exchange, Teams, and Entra.
Announced at Ignite 2025, this opt-in feature helps administrators quickly assess vulnerabilities, run impact reports, and apply risk-based hardening without immediate user disruptions.
As of December 2025, it's appearing in select tenants under Org Settings > Security & Privacy, with full rollout targeted for late January 2026 worldwide.
#cybersecuritynews
NEW: Migrate User Data Across Microsoft 365 Tenants: Mailboxes, OneDrives, and Teams Chats!
To simplify cross-tenant migrations, Microsoft introduces a unified interface that enables administrators to move user data, including Exchange mailboxes, OneDrive files, and Teams chats and meetings, across Microsoft 365 tenants.
This streamlines migration workflows and supports seamless collaboration during organizational transitions.
𝐖𝐡𝐞𝐧 𝐭𝐡𝐢𝐬 𝐰𝐢𝐥𝐥 𝐡𝐚𝐩𝐩𝐞𝐧:
Public Preview (Worldwide): Begins early December 2025.
𝐇𝐨𝐰 𝐭𝐡𝐢𝐬 𝐚𝐟𝐟𝐞𝐜𝐭𝐬 𝐲𝐨𝐮𝐫 𝐨𝐫𝐠𝐚𝐧𝐢𝐳𝐚𝐭𝐢𝐨𝐧:
Admins managing Microsoft 365 tenant-to-tenant migrations; organizations planning mergers, acquisitions, or restructuring.
𝐖𝐡𝐚𝐭 𝐰𝐢𝐥𝐥 𝐡𝐚𝐩𝐩𝐞𝐧:
- A new set of PowerShell Graph commands will be available to migrate Exchange mailboxes, OneDrive content, and Teams chats and meetings across tenants.
- The feature is opt-in; no changes will occur unless enabled by your organization.
- Migration workflows are consolidated into a single experience, reducing complexity.
- Admins can initiate and monitor migrations from a centralized location.
𝐖𝐡𝐚𝐭 𝐲𝐨𝐮 𝐜𝐚𝐧 𝐝𝐨 𝐭𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐩𝐚𝐫𝐞:
- No action is required unless your organization chooses to use the feature.
- If planning a migration, review internal migration policies and timelines.
- Communicate availability of this feature to IT and helpdesk teams.
Read more:
https://t.co/FPrOGbaKGN
#Microsoft365 #ExchangeOnline #OneDrive #Teams #Migration #PowerShell
🚨ATENÇÃO: Pela primeira vez na história, um objeto feito pelo ser humano está prestes a alcançar a distância equivalente a um dia-luz da Terra.
A sonda espacial Voyager 1, da NASA, lançada há 47 anos, já percorreu mais de 24,3 bilhões de quilômetros e segue viajando pelo espaço interestelar. Voyager 1 foi lançada em 5 de setembro de 1977 e é o objeto humano mais distante da Terra.
Fiz um cronograma para assistir Stranger Things e ficar em dia com a série.
Ufa, vai dar tempo!
Cronograma — 34 episódios / 3 EP por dia
Dia 1: T1 — Ep. 1, 2, 3
Dia 2: T1 — Ep. 4, 5, 6
Dia 3: T1 — Ep. 7, 8 + T2 — Ep. 1
Dia 4: T2 — Ep. 2, 3, 4
Dia 5: T2 — Ep. 5, 6, 7
Dia 6: T2 — Ep. 8, 9 + T3 — Ep. 1
Dia 7: T3 — Ep. 2, 3, 4
Dia 8: T3 — Ep. 5, 6, 7
Dia 9: T3 — Ep. 8 + T4 — Ep. 1, 2
Dia 10: T4 — Ep. 3, 4, 5
Dia 11: T4 — Ep. 6, 7, 8
Dia 12: T4 — Ep. 9 (final)
- Rick
🔒 Secure Bits 💡
𝗗𝗶𝗱 𝘆𝗼𝘂 𝗸𝗻𝗼𝘄 𝘁𝗵𝗲 𝗟𝗼𝗰𝗮𝗹 𝗔𝗱𝗺𝗶𝗻𝗶𝘀𝘁𝗿𝗮𝘁𝗼𝗿 𝗮𝗰𝗰𝗼𝘂𝗻𝘁 𝗰𝗮𝗻 𝗴𝗲𝘁 𝗹𝗼𝗰𝗸𝗲𝗱 𝗼𝘂𝘁?
For years, the built-in local admin account couldn’t be locked out—attackers loved this loophole.
𝗕𝘂𝘁 𝘁𝗵𝗶𝗻𝗴𝘀 𝗵𝗮𝘃𝗲 𝗰𝗵𝗮𝗻𝗴𝗲𝗱:
✅ Since 2022, there’s a GPO to control this behavior.
✅ In Windows Server 2025, the default is that the built-in local admin can be locked out.
𝗪𝗵𝘆 𝗱𝗼𝗲𝘀 𝘁𝗵𝗶𝘀 𝗺𝗮𝘁𝘁𝗲𝗿?
Because the local admin password is often:
❌ Simple and weak
❌ Shared across many servers
Attackers exploit this to move laterally without touching domain accounts.
Lockouts help stop brute-force attacks—but keep in mind:
⚠ 𝗧𝗵𝗶𝘀 𝗼𝗻𝗹𝘆 𝗮𝗽𝗽𝗹𝗶𝗲𝘀 𝘁𝗼 𝗻𝗲𝘁𝘄𝗼𝗿𝗸 𝗹𝗼𝗴𝗼𝗻𝘀, not console logons.
Also, I hope you’re not using the same password across all servers!
If you are → 𝘀𝘁𝗮𝗿𝘁 𝘂𝘀𝗶𝗻𝗴 𝗟𝗔𝗣𝗦 (Local Administrator Password Solution) to rotate and manage local admin passwords securely—this was here long before 2022 as a protection for the same scenario.
👉 Did you know about this change?
#CyberSecurity #ActiveDirectory #Windows #SecureBits @BlueTeamDave
Webb revela espetacular coleção de lentes cósmicas
Uma nova imagem divulgada pela ESA/Webb está colocando literalmente as lentes gravitacionais em foco. A impressionante colagem reúne oito exemplos notáveis desse fenômeno previsto por Albert Einstein há mais de um século, mostrando como o Telescópio Espacial James Webb (#JWST) está revolucionando nossa visão do cosmos distante.
✨ A arte de curvar a luz
A lente gravitacional acontece quando objetos extremamente massivos, como galáxias ou aglomerados de galáxias, distorcem o tecido do espaço-tempo ao seu redor. Quando uma galáxia distante se alinha quase perfeitamente com uma galáxia em primeiro plano, a luz da galáxia de fundo se curva ao atravessar essa “dobra” cósmica — criando arcos, círculos perfeitos conhecidos como “anéis de Einstein”, ou múltiplas imagens do mesmo objeto.
A nova seleção de imagens foi identificada em dados do COSMOS-Web, um dos maiores programas de observação do Webb, com 255 horas de tempo de telescópio dedicadas a mapear uma vasta região do céu. O projeto investiga a formação das galáxias mais massivas do universo, busca os objetos que participaram da reionização do hidrogênio cósmico — um marco ocorrido quando as primeiras estrelas acenderam — e analisa a relação entre a massa estelar das galáxias e seus halos de matéria escura ao longo do tempo cósmico.
🔍 Um levantamento minucioso: COWLS
Para identificar os fenômenos de lente, pesquisadores realizaram o COSMOS-Web Lens Survey (COWLS). Mais de 42 mil galáxias foram inspecionadas visualmente, resultando em cerca de 400 candidatos promissores. A nova imagem destaca oito dos casos mais espetaculares, revelando detalhes que antes estavam além do alcance dos telescópios.
Essa coleção abrange uma faixa impressionante da história cósmica: as galáxias em primeiro plano datam de quando o universo tinha entre 2,7 e 8,9 bilhões de anos, enquanto as galáxias de fundo nos transportam ainda mais longe — até pouco mais de 1 bilhão de anos após o Big Bang. Um dos casos mais notáveis é a galáxia apelidada de “Anel da Teia do COSMOS”, visível na parte superior esquerda da imagem.
Entre as raridades encontradas está uma situação incomum em que a lente gravitacional é criada não por uma galáxia elíptica (como costuma acontecer), mas por uma galáxia espiral achatada — um caso raríssimo que fornece novas pistas sobre a distribuição de massa nesses sistemas.
🪐 Uma nova janela para o universo primitivo
Essas imagens demonstram com clareza o poder do Webb em revelar detalhes finos em galáxias com lentes gravitacionais. Algumas dessas lentes já haviam sido detectadas pelo Telescópio Espacial Hubble, mas agora, com a sensibilidade infravermelha do Webb, vemos essas estruturas sob uma nova luz — literalmente.
Outras lentes, especialmente aquelas muito vermelhas devido à poeira ou à distância extrema, foram vistas pela primeira vez graças à tecnologia avançada do Webb. Essas descobertas permitem que os astrônomos estudem com precisão aglomerados estelares individuais, supernovas distantes e outros detalhes minuciosos em galáxias formadas nos primórdios do cosmos.
Com cada nova imagem, o Webb não apenas confirma previsões da Relatividade Geral de Einstein, como também expande nossa capacidade de observar os bastidores do universo jovem. As lentes cósmicas, antes fenômenos raros e difíceis de identificar, estão se tornando agora poderosas ferramentas naturais para ampliar o universo distante — e o Webb é o instrumento ideal para explorá-las.
Sobre a imagem:]
Esta Fotografia do Mês da ESA/Webb mostra oito exemplos impressionantes de lentes gravitacionais.
Créditos: ESA/Webb, NASA & CSA, G. Gozaliasl, A. Koekemoer, M. Franco
🔭 James Webb revela novos detalhes do jato do buraco negro de M87 em luz infravermelha
Os cientistas acabam de dar um passo importante para entender melhor um dos fenômenos mais impressionantes do Universo: o jato colossal lançado pelo buraco negro supermassivo da galáxia M87. Usando dados inéditos do Telescópio Espacial James Webb (#JWST), pesquisadores conseguiram observar, em luz infravermelha, estruturas desse jato com uma clareza nunca antes alcançada.
O estudo, publicado na revista Astronomy & Astrophysics, oferece novas pistas sobre a física extrema que acontece nos núcleos das galáxias ativas.
🌌 Um velho conhecido com novos segredos
M87 é uma galáxia elíptica gigante localizada a cerca de 55 milhões de anos-luz da Terra, na direção da constelação de Virgem. Descoberta no século 18 por Charles Messier, ela ficou famosa por abrigar um buraco negro supermassivo no centro — o mesmo que foi fotografado pelo Event Horizon Telescope em 2019, na primeira imagem direta da “sombra” de um buraco negro.
Um dos traços mais marcantes de M87 é o jato relativístico, um feixe estreito de matéria e energia que se estende por milhares de anos-luz, lançado a velocidades próximas à da luz. Esse jato já foi observado em diversas faixas do espectro eletromagnético — de rádio até raios gama —, mas os dados no infravermelho eram escassos. Até agora.
✨ Webb vê o invisível
Usando a câmera de infravermelho próximo (NIRCam) do JWST, os cientistas registraram imagens de M87 em quatro comprimentos de onda infravermelhos: 0,90 μm, 1,50 μm, 2,77 μm e 3,56 μm. Para “limpar” essas imagens, eles removeram cuidadosamente a luz de estrelas, poeira galáctica e galáxias de fundo. O resultado foi uma visão nítida do jato principal e, pela primeira vez com tamanha definição, do contra-jato — uma estrutura que se estende na direção oposta ao jato principal.
As imagens revelaram uma estrutura helicoidal no jato, com detalhes finos e regiões distintas. Entre elas estão:
- Nó L: uma área brilhante que se desloca lentamente próxima ao núcleo;
- HST-1: um componente descoberto anteriormente pelo Telescópio Hubble, que se move aparentemente mais rápido que a luz (um efeito visual causado pela velocidade extrema e pelo ângulo do jato em relação à Terra).
Pela primeira vez, HST-1 pôde ser dividido em duas subestruturas com diferentes características espectrais, revelando complexidades antes escondidas.
🌀 Contra-jato em destaque
O contra-jato de M87 sempre foi difícil de observar, pois ele se afasta quase à velocidade da luz, tornando sua luz mais fraca e distorcida. Ainda assim, nas imagens infravermelhas de 2,77 e 3,56 μm, a equipe conseguiu identificá-lo com clareza: dois filamentos conectados por um “ponto quente”, formando uma estrutura em forma de C, semelhante ao que já havia sido visto em observações de rádio.
🧠 Por que isso importa
Os jatos relativísticos são uma peça-chave para entender como os buracos negros influenciam suas galáxias e o espaço ao redor. Eles transportam enormes quantidades de energia, moldam o meio intergaláctico e afetam a formação de estrelas.
Os novos dados do James Webb oferecem informações valiosas sobre a aceleração de partículas e os campos magnéticos nesses jatos, ajudando os cientistas a montar um quadro mais completo do que acontece nas vizinhanças dos buracos negros.
Estudos futuros — combinando dados infravermelhos, polarimétricos e de múltiplos comprimentos de onda — deverão revelar ainda mais detalhes sobre o funcionamento desses “faróis cósmicos” que atravessam o Universo.
Sobre a imagem:
Imagem RGB de M87 obtida usando observações F356W, F150W e F090W.
Crédito: Astronomia e Astrofísica (2025). DOI: 10.1051/0004-6361/202556577
Open this image up fully.
Look to the top right.
That's Phobos, one of the moons of Mars.
And that bright point of light? That's Earth... 140 million miles away
Mova-se rápido pelo espaço e o tempo abranda. Fique parado e o tempo avança no seu ritmo máximo.
Isso mesmo: o tempo não passa da mesma forma para todos.
Segundo a teoria da relatividade de Einstein, espaço e tempo não são entidades separadas, mas partes de um único tecido chamado espaço-tempo. E a velocidade com que você se desloca no espaço afeta a forma como você atravessa o tempo.
Pense nisso como um equilíbrio: quanto mais você “gasta” de movimento no espaço, menos sobra para o tempo. Se você está imóvel em relação à Terra, todo o seu deslocamento é através do tempo — você envelhece no limite mais rápido que a física permite. Já se você se move muito rapidamente pelo espaço, o avanço do tempo para você abranda. Em outras palavras, o seu relógio pessoal marca as horas mais devagar.
E isso não é apenas teoria. Experimentos confirmaram a dilatação do tempo:
•Relógios atômicos levados em aviões ou satélites ticam um pouco mais devagar que os mantidos em terra.
•Astronautas na Estação Espacial Internacional envelhecem ligeiramente mais devagar que nós aqui no solo.
•Até o sistema GPS, que orienta bilhões de pessoas todos os dias, só funciona porque leva em conta essas correções relativísticas.
No nosso cotidiano, os efeitos são minúsculos. Mas em velocidades próximas à da luz, a diferença se torna extrema: para o viajante, o tempo quase para, enquanto, na Terra, séculos poderiam se passar.
A relatividade revela uma verdade profunda: não existe um relógio universal. Cada um de nós carrega o seu próprio, avançando pelo tempo e pelo espaço em um caminho único. E mesmo quando você acha que está parado, ainda assim está correndo — inevitavelmente — em direção ao futuro.