Bom dia, Amados! Acompanhei o debate de ontem, na íntegra. Entendo que Flávio precisa buscar informações sobre as ações do Ministério da Saúde de seu pai. Houve vários avanços, em especial nos investimentos na segurança e saúde do binômio materno-fetal. Bolsonaro errou no tom, inúmeras vezes, mas ele não deixou faltar nada! Durante a pandemia, tivemos uma agilidade que os outros países não tiveram. E, aceitem ou não, muitas das preocupações externadas por ele, relativamente à imposição de vacinas novas, desenvolvidas às pressas, agora, até as fabricantes reconheceram que faziam sentido. Na ALESP, consegui aprovar uma lei, da qual muito me orgulho, que retirou a obrigatoriedade de tomar as infinitas doses de reforço, para ocupar cargo público, ou entrar na universidade. É preciso ter em mente que os contratos nebulosos que estamos descobrindo, relativamente à imprensa, também existem com a Indústria Farmacêutica. Sei que Flávio quer ganhar, mas é preciso defender a verdade. Ele foi bem na parte de segurança pública, mas precisa melhorar na parte da saúde, seja para o próximo debate, seja para o governo. @FlavioBolsonaro
O PT sugeriu que você use o Google. Então aproveite e procure:
-O caso de Alex Schomaker
-O caso de Rhuan Maycon
-O caso de Lucas Terra
-O caso de João Hélio
-O caso de Maria Cláudia Del’Isola
-O caso de Felipe Caffé e Liana Friedenbach
-O caso de Isabela Nardoni
-O caso de Henri Borel
-O caso de Tim Lopes
O Brasil tem mais de 40 mil assassinatos por ano. Só nos primeiros 4 mandatos do PT aconteceram 875 mil homicídios.
Sou carioca da gema (filho de pai e mãe cariocas). Trabalho desde os 19 anos de idade, e nunca fui preso por coisa nenhuma (muito menos por corrupção e lavagem de dinheiro).
Malandro é você, seu cachaceiro vagabundo.
Lula nasceu em 27/10/1945. Completará, dia 27, 81 anos. Grandes empresas não conservam na presidência pessoas com mais de 60. No Poder Judiciário o teto é de 75. Para a Constituição idoso é quem tem mais de 65. Manter Lula na presidência, até 85, parece-me arriscado e insensato.
Ninguém tem dúvida: Janja é uma criatura rasa, baixa e completamente desqualificada, o tipo de gente que o próprio enteado já definiu com o adjetivo que ela merece.
🚨 JANJA LEVOU BRONCA NA BAND!
As regras eram claras: a plateia não poderia se manifestar durante o debate. Mesmo assim, Janja fez provocações contra Flávio Bolsonaro, fingiu espirros e falou palavras enquanto ele se pronunciava.
A direção da Band precisou intervir e repreendê-la publicamente.
O debate era entre os candidatos à Presidência, não um palanque particular da primeira-dama.
O fim da era Lula tem data marcada: 25 de outubro.
🇧🇷 Flávio terminou o 1º turno na frente, e o PT aposta que a gente vai relaxar. Vote Flávio Bolsonaro 22 e mande este vídeo hoje para quem não votou ou escolheu outro candidato.
O novo Brasil começa aqui!
Não são necessárias grandes elocubrações nem grande esforço mental para analisar o debate de ontem na Band com luladasilva e Flavio Bolsonaro.
O melhor termômetro e a melhor conclusão, sem dúvida, é dado pelas reação de cada um dos participantes ao final.
Quando lula bate na mesa e sai furioso do cenário, xingando sua própria equipe, está dito e definido.
O recibo é passado nas imagens imediatamente subsequentes, mostrando uma janja desconsolada, como se estivesse no enterro da avózinha querida.
Ou o enterro de seu cartão corporativo mega star anti lei magnitsky.
Não importa.
O que Olavo de Carvalho previu foi constatado ontem pelo próprio lula.
Completamente isolado e atrasado, depois de 20 anos lula não tem mais nada a oferecer à nação que já não tenha oferecido e não cumprido.
Não se ouve dele uma proposta sequer que não seja um replay entediante de seus fracassos anteriores.
lula não tem sequer uma equipe, a não ser a de marketing, que erra e erra.
O próprio PT vai sendo demolido pela decadência de seu líder único, que jamais permitiu, em sua egolatria, o surgimento de outro líder.
As maiores expressões políticas da seita além de lula, para se ter uma ideia do desastre que enfrentará esse partido arruinado são fernando haddad e talvez jaques wagner.
Ou seja, nada que tenha expressão nacional.
O tapa dado na mesa por lula -arrogante e inconformado- é significativo:
É o tapa que finalmente acaba -e acaba tarde- com sua carreira.
E a de seu partido.
*It does not take deep contemplation or great mental effort to analyze yesterday’s debate on Band between Lula da Silva and Flávio Bolsonaro.
The best gauge—and the clearest conclusion—is undoubtedly the reaction of each participant at the end.
When Lula slams the table and storms off the set, cursing his own team, it says everything.
The proof is in the footage that immediately follows, showing Janja looking inconsolable—as if she were at the funeral of a beloved grandmother.
Or perhaps the funeral of her "mega-star" corporate credit card—the one that defies the spirit of the Magnitsky Act.
It hardly matters.
What Olavo de Carvalho predicted was confirmed yesterday by Lula himself.
Completely isolated and stuck in the past, after 20 years, Lula has nothing left to offer the nation—nothing he hasn’t already promised and failed to deliver.
Not a single proposal comes from him that isn’t just a tedious replay of his past failures.
Lula doesn’t even have a proper team—only a marketing crew that keeps making mistake after mistake.
The Workers' Party (PT) itself is being dismantled by the decline of its sole leader—a man whose egolatry never allowed any other leader to emerge.
To get an idea of the disaster facing this ruined party: beyond Lula, its most prominent political figures are Fernando Haddad and, perhaps, Jaques Wagner.
In other words, no one with any real national standing.
The blow Lula struck against the table—an act of arrogance and bitter defiance—is telling:
It is the very blow that finally brings his career to an end—long overdue, at that.
And his party’s career, too.
No mesmo dia em que veio a público um pedido da Polícia Federal para investigar Flávio Bolsonaro, distribuído ao ministro Alexandre de Moraes, Lula ameaçou o adversário durante o debate da Band, neste domingo, 18 de outubro, com declarações sobre possíveis consequências judiciais.
A representação da PF, encaminhada anteriormente ao Supremo Tribunal Federal, envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e conexões com investigados no escândalo do INSS. O pedido foi distribuído por sorteio a Moraes, que deverá decidir sobre a abertura do inquérito.
Em entrevista à CNN Brasil, Roberta Luchsinger, investigada no caso do INSS, afirmou que pretende negociar uma delação premiada envolvendo Lulinha e acusou Lula de utilizar o aparato estatal contra ela. Declarou ainda que responsabilizará o presidente caso algo aconteça consigo ou com suas duas filhas.
Paralelamente, no caso Banco Master, envolvendo Daniel Vorcaro, há também alegações do próprio Vorcaro de que tentativas de colaboração premiada teriam sido barradas quando surgiram referências a Lula.
A divulgação de uma possível investigação contra um candidato presidencial às vésperas do segundo turno, somada às declarações tendenciosas de Lula - seu adversário político e atual presidente da República - durante um debate nacional, levanta questionamentos sobre o risco de decisões judiciais de caráter persecutório na reta final da disputa.
O momento exige vigilância máxima e transparência absoluta. É inadmissível qualquer tentativa de instrumentalizar instituições da República para perseguir adversários, interferir na vontade popular ou retirar da disputa, pela via judicial, um candidato da oposição às vésperas da eleição.
Quando eu soube que a CNN entrevistaria Roberta Luchsinger poucos dias antes das eleições, fiquei na dúvida: ou ela fora convencida ($$$) pelo PT para negar tudo ou, abandonada, resolveu jogar tudo no ventilador. Aconteceu a segunda hipótese. A mulher estava simplesmente possessa.
Se eu tivesse visto o vídeo que André Janones havia publicado poucas horas antes, já saberia a resposta. Ele havia dito à militância que, dali a pouco, Lula receberia “o ataque mais baixo da história da política brasileira”. Dali mesmo, já lançou a ordem: “Não comentem, você não vai nem ler a matéria, porque ler já é engajar (...) Então, a orientação é essa”. No WhatsApp comandado por Janones, a ordem circulou em versão enxuta: não abra, não leia, não clique, não comente. Não deu muito certo. Só se fala disso.
É a estratégia do avestruz (que acabou colocando a cabeça pra fora).
Leia o texto completo aqui: https://t.co/VOsjr4o5gb