Lewandowski quer ser lembrado como justo.
Mas a memória do povo brasileiro não é tão curta assim.
Da manobra no impeachment da Dilma às decisões envolvendo Lula, da audiência de custódia à crise na segurança pública, a trajetória dele deixou marcas profundas no Brasil.
E agora, depois de virar ministro da Justiça do próprio Lula, ainda aparece ligado a um governo cercado por escândalos e contradições.
A verdadeira Justiça se mede pelas decisões que protegem o cidadão, enfrentam a impunidade e colocam a lei acima dos poderosos.
Relembre comigo alguns episódios que ajudam a entender por que Lewandowski virou símbolo de um Brasil onde o sistema protege os seus e o povo paga a conta.
Assista até o final e compartilhe com alguém que precisa lembrar quem é Ricardo Lewandowski.
30 de Dezembro de 2022 - o dia em que eu e muitos de nós choramos com Bolsonaro.
Até o jornalista do Metrópoles e pessoas que estavam nos acampamentos entenderam a mensagem de Bolsonaro, mas o Zé trovoada afirma que Bolsonaro não disse nada e o culpa pelo desfecho do 8 de Janeiro.
O curioso é que ele não culpa em nenhum momento os agitadores que antecederam o dia 8.
Lembro dessa história. Zé Trovão estava refugiando-se no México e vendo como poderia voltar ao Brasil.
E além de ter se livrado, ainda saiu candidato pelo partido de Bolsonaro, para agora chamá-lo de covarde.
Eu vou poupá-los do que estou pensando…
🎥 @pfigueiredo08
Durante a inauguração do Hospital Veterinário Cão Caramelo, em São Miguel Paulista, conheci o Slash. Ainda bem pequeno, ele já foi escolhido para uma missão nobre: tornar-se um cão de assistência e ajudar crianças com autismo a terem mais qualidade de vida.
O @institutoreddogs é responsável pela criação e pelo treinamento desses verdadeiros heróis de quatro patas. Um trabalho de vocação que transforma a vida de inúmeras crianças e de suas famílias.
Confesso que quase não larguei o Slash e o levei para casa de tão fofo. Mas sei que ele tem uma grande missão a cumprir.
Lula está turbinando a eleição com o seu dinheiro!
O governo despejou quase R$ 34 bilhões em emendas parlamentares às vésperas do período eleitoral, batendo recorde histórico e deixando aliados abastecidos justamente no momento mais conveniente.
O defeso eleitoral é o período em que a lei restringe pagamentos e ações do governo que possam desequilibrar a disputa. A ideia é impedir que quem está no poder use a máquina pública para favorecer aliados durante a campanha.
Mas a manobra foi justamente antecipar esse dinheiro antes da trava eleitoral.
Isso pode até ser vendido como “cumprimento da lei”, mas o efeito prático é claro: quem está no poder joga com a máquina pública no bolso, enquanto o cidadão comum paga a conta.
O Brasil precisa acabar com essa farra das emendas e devolver lisura às eleições.
Assista ao vídeo e me diga: você acha certo o governo despejar bilhões para aliados às vésperas da campanha?
Flávio Bolsonaro apresenta argumentos políticos e técnicos para defender o Brasil em negociação com governo americano
Participação em audiência do USTR tem fala contra sobretaxas e a favor do PIX
Em um apelo contundente às autoridades norte-americanas, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, defendeu o cancelamento das sobretaxas aos produtos brasileiros, nesta terça-feira (7), durante exposição oral em audiência no Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), em Washington.
Ao abrir seu discurso, Flávio solicitou que os membros da Comissão “não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do PIX e cancelem esta medida para que possamos negociar.” O senador lembrou já ter feito o mesmo apelo ao presidente Donald Trump, ao vice-presidente James David Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, no mês de maio. Fez questão de ser enfático sobre os graves equívocos da sanção, que punem severamente o Brasil e a população brasileira, mas também são muito prejudiciais aos Estados Unidos.
O senador alertou aos membros da Comissão que os dados de 2025 mostraram que as tarifas não produziram os resultados pretendidos pelos Estados Unidos. “Em vez disso, elas foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro — exceto justamente as autoridades responsáveis por essas decisões”, ressaltou.
Flávio Bolsonaro fez ponderações importantes, uma vez que em apenas noventa dias, o cenário político do país poderá ser completamente diferente. “Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, disse Flávio, em um apelo aos membros da Comissão.
Em outro trecho de seu discurso, o senador fez uma contundente defesa do PIX. “O PIX não é um problema a ser corrigido. É uma solução. Ele ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros — especialmente os mais pobres — para a economia formal. Esse avanço também beneficiou diretamente empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à ampla adoção do PIX, uma vez que essas empresas prestam serviços que se complementam, e não competem com o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos”, explicou Flávio.
Ao abordar o tema dos retrocessos no combate à corrupção no Brasil, um dos motivadores da medida, Flávio disse que esse é um dos maiores flagelos enfrentados pelo povo brasileiro. “Sobre isso, não há divergência. Mas a corrupção tem responsáveis identificáveis. A corrupção tornou-se uma característica marcante da esquerda política brasileira. O povo brasileiro não deve ser punido por isso”, destacou.
🚨 A NARRATIVA NÃO RESISTE À REALIDADE!
E ainda há quem acredite que o DESCONDENADO Lula defende as minorias e tirou o Brasil da pobreza.
Após décadas de PT, o país continua convivendo com pobreza, dependência de programas assistenciais e falta de oportunidades para milhões de brasileiros.
A esquerda vende discursos. O povo continua esperando resultados.
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