@MedicoLiberdade Concordo que o debate em relação ao assento preferencial para deficiências ocultas é complexo e que também não temos certeza de que o rapaz aí é autista. Porém, você sabe que o autismo tem níveis e se tatuar ou filmar não anula isso. Sua postura foi desnecessariamente agressiva.
Acho interessante a estética dos vendedores de chegadinha, os caras andam por aí com um TAMBOR nas costas cheio de umas cascas de sorvete finas e docinhas e tocando um triângulo.
Tem uma sequência lógica, pô. No primeiro ele doma o corpo, no segundo a mente e no terceiro a alma. O QUE AINDA QUEREM FAZER? Dêem os finais dignos que as produções merecem.
Os caras ainda trazem um vilão antigo pra simplesmente estragarem só porque o vilão atual é fraco.