Nessa eleição, está proibido criticar corruptos.
É só citar qualquer um que aparece um monte de defensor.
"Vota no meu corrupto, que ele roubou menos."
"Não vota no meu, ele se envolveu menos com o Vorcaro."
Foto do PGR Paulo Gonet com Daniel Vorcaro fumando charuto em Londres foi encaminhada ao banqueiro pelo advogado do Master, Ciro Soares.
“PG me mandou agora”, escreveu.
Gilmar Mendes esperneou quando André Mendonça sugeriu reflexão sobre esse tipo de conduta, mas imagine a gritaria do decano se Sergio Moro e Deltan Dallagnol tivessem aparecido degustando whisky Macallan na Lava Jato…
O sistema quer manter “uma pessoa da estatura” do “PG” no caso Master, porque ele defende a nulidade das provas contra Alexandre de Moraes e ajuda a lançar cortinas de fumaça com suas baforadas.
Suspeitos, claro, são sempre os outros.
(https://t.co/cuuKi8eMR3)
Obrigado, Caetano. Obrigado, Bethânia. Obrigado, Chico.
Obrigado à nata que reaparece na reta final, sobe ao palco, faz o gesto esperado e lembra ao país que existe um Brasil onde política continua cabendo perfeitamente num camarim.
Obrigado por lembrarem ao eleitorado que passou quatro anos tomando susto no mercado, na bomba de gasolina, no condomínio, no cartão, na dívida e no plano de saúde — e passando os fins de semana em casa para economizar. O sujeito reduz a compra, põe cinquenta reais no tanque, parcela o que antes pagava à vista e descobre, na sexta-feira, que até o sábado ficou caro. Aí vocês aparecem: fotografia, aplauso, credencial, área reservada, consciência social e a serenidade de quem nunca precisou devolver o iogurte no caixa porque a compra passou do limite.
Obrigado por nos recordarem que vocês pertencem a uma classe familiarizada com incentivo, patrocínio, prestígio, convite e acesso ao poder. Vocês fazem o gesto; quem está fora faz a conta. O convertido aplaude o convertido, o camarim reconhece o camarim e todo mundo sai satisfeito, como se meia dúzia de sobrenomes consagrados debaixo de refletores fosse uma amostra do Brasil. A velha esquerda festiva sempre teve esse talento: cavalgar o fracasso dos outros sem descer do cavalo moral.
Obrigado também pelo cinema, essa coragem brasileira de enfrentar tiranos mortos. Contra a ditadura enterrada, peito aberto. Contra o general da fotografia antiga, indignação impecável. Mas, diante dos abusos que críticos do poder apontam no presente, aparecem a prudência, a nuance, o silêncio, a necessidade de contexto. Ditador morto não retira convite, não fecha porta, não frequenta festival. É um inimigo ideal.
Nelson Rodrigues conhecia essa fauna: a burguesia aflita para provar que não era burguesia, de preferência diante de outros burgueses igualmente aflitos. Jabor acabou reconhecendo na velha esquerda cultural essa capacidade de usar a miséria dos outros como matéria-prima para a própria consciência e de conservar a pose moral mesmo depois que o romance político azedou. Olavo descreveu a elite militante e o imbecil coletivo: gente de prestígio confirmando gente de prestígio até a roda de amigos começar a parecer o país inteiro. Três temperamentos diferentes tropeçando no mesmo tipo brasileiro: o privilegiado que precisa, além do privilégio, da auréola.
Obrigado por essa devoção ao povo abstrato. Esse é ótimo. Cabe numa música, num filme, num manifesto, numa fotografia. O povo concreto dá mais trabalho: olha o preço, conta dinheiro, tem medo na rua, renegocia dívida e, para piorar, às vezes chega sozinho a conclusões que não foram ensaiadas no camarim.
Obrigado, artistas.
Continuem aparecendo.
Neste dia, no ano de 1939, a União Soviética de Stalin, respeitando o pacto que tinha assinado com a Alemanha nazista de Hitler, invadiu a Polônia. Os dois ditadoras dividiram não só a Polônia, mas todo o leste da Europa, com Stalin recebendo de Hitler carta branca para invadir partes da Finlândia, Romênia e Países Bálticos.
Durante quase dois anos, Stalin apoiou diretamente o esforço de guerra de Hitler, enviando para o ditador nazista grandes quantidades de minérios e até mesmo petróleo e combustível, itens que Hitler usou para invadir a França, Bélgica, Noruega e atacar o Reino Unido.
É por isso que, na Rússia, apesar de seus soldados terem começado a lutar desde setembro de 1939, a 2ª GM (chamada por eles de a Grande Guerra Patriótica) só começou em junho de 1941, quando Hitler traiu o pacto com Stalin e invadiu a União Soviética. O objetivo disso é esconder que, por quase 2 anos, Hitler e Stalin estiveram do mesmo lado do campo de batalha.
Gente, vamos deixar claro um negócio aqui:
~40% vai de Lula.
~35% vai de Flávio
Isso dá ~75% dos votos já no primeiro turno.
O tema "corrupção" simplesmente não existe mais no debate público brasileiro.
As pessoas não ligam.
Vão votar em bandido sabendo que é bandido.
Alexandre de Moraes, que agora tenta de tudo para não ser investigado no caso Master, manteve preso pelo 8/1 até mendigo que nada tinha a ver com os atos.
Geraldo da Silva ficou detido por 10 meses (até novembro de 2023) e depois ficou mais 4 meses sob tornozeleira eletrônica, obrigado a se apresentar semanalmente no fórum e a ficar em casa no período noturno, até a PGR reconhecer a inocência e o ministro do STF revogar suas medidas cautelares em março de 2024.
Por 14 meses, ninguém no Supremo se mobilizou para blindar o morador de rua; nem para relaxar a prisão de Cleriston Pereira da Silva por problemas de saúde, antes que o chamado “Clezão” morresse na Papuda, com parecer da PGR favorável ao relaxamento dormitando havia 2 meses e 20 dias na gaveta de Moraes.
Daniel Vorcaro fechou contrato de R$ 131 milhões com o escritório da esposa do ministro para “consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis”, mas quem era tratado pelo banqueiro como consultor estratégico contra o avanço da PF era o próprio Moraes.
Agora, o Centrão do STF se mobiliza, em poucos dias, para impedir a simples abertura de investigação do ministro, a despeito das fartas provas de condutas nada republicanas, com indícios de crimes.
E ainda há quem diga que, no Brasil, todos são iguais perante a lei.
É SABADÃO DE COLLEGE FOOTBALL! 🏈🚀
Confira os jogos deste sábado de Semana 1, o primeiro completo da temporada. Destaque para Clemson-LSU e UCLA-Cal, ambos na ESPN3 e Disney+.
Dezenas de outros jogos estarão disponíveis no Disney+ Premium e DAZN. Vamo que vamo! #CollegeNaESPN
🚨🇺🇸 CAR@LHO, QUE LAPADA! 🔥🔥🔥
CNN: “Este é um imigrante sem documentos...”
Miller: “Eles estavam aqui ILEGALMENTE?”
CNN: “Quero que esta seja uma discussão de boa-fé...”
Miller: “Quando você usa uma linguagem feita para ocultar a verdade, isso NÃO é boa-fé. Um ESTRANGEIRO ILEGAL é um ESTRANGEIRO ILEGAL. Eles não são ‘imigrantes sem documentos’.”
CNN: “Stephen, estamos tentando humanizar o debate...”
Miller: “Humanizar? Então vamos humanizar o Código Penal também. O assaltante de banco passa a ser ‘especialista em retirada sem agendamento prévio’. O estelionatário vira ‘empreendedor de narrativas financeiras alternativas’. O cara que entra na sua casa sem convite é só um ‘visitante com documentação pendente’. Que tal?”
CNN: “Isso é uma analogia grosseira.”
Miller: “Grosseira é fingir que a lei federal some porque a redação da CNN inventou um eufemismo mais fofo. ‘Sem documentos’ soa como alguém que esqueceu a carteira no Uber. Não. É alguém que cruzou a fronteira sem autorização, ficou, e agora a imprensa trata o estatuto jurídico como se fosse uma questão de estilo de escrita.”
CNN: “Mas muitos contribuem para a economia...”
Miller: “Ah, o argumento clássico: o crime deixa de ser crime se a pessoa lava prato ou constrói telhado. Pelo mesmo critério, o contrabandista de cigarro também ‘contribui’, gera emprego no transporte. Quer que a gente chame ele de ‘empreendedor logístico informal’? A CNN topa?”
CNN: “Você está polarizando.”
Miller: “Não. Eu estou recusando o dicionário de marketing. Vocês mudam a palavra, depois acusam quem usa o termo legal de ser ‘desumano’. É o truque mais velho do livro: primeiro suaviza o vocabulário, depois declara vitória moral. Os Estados Unidos já cansaram desse teatro. Chamem o que é. Ou admitam que o objetivo nunca foi clareza — foi controle da narrativa.”
Moraes foi tirar satisfação com Mendonça?
É uma várzea ou uma República?
Todos sabem a resposta, claro.
Mendonça, pelo visto, está sendo acusado pelo Centrão do Supremo de trair o “STF Futebol Clube”.
Separem a pipoca.