Não sou um robô!
Estou na luta contra " Uma classe dominante ruim, ranzinza, azeda, medíocre, cobiçosa que não deixa o país ir pra frente" Darcy Ribeiro
Há algo cada vez mais difícil de explicar no caso Vorcaro: o silêncio seletivo da imprensa brasileira.
Há áudio de Flávio Bolsonaro negociando milhões com o banqueiro; há valores milionários envolvidos no projeto do filme sobre Jair Bolsonaro. Há visita pessoal de Flávio mesmo depois da prisão de Vorcaro.
E isso não interessa à imprensa?
Não interessa para a imprensa saber qual era a real extensão dessa relação? Por que um senador da República participava pessoalmente de uma negociação dessa magnitude? O que exatamente foi entregue em troca de milhões? Quem participou, quem recebeu e quais eram as contrapartidas?
Causa estranheza que perguntas tão elementares pareçam receber tratamento muito menos obsessivo do que aquele reservado a outros personagens da política brasileira.
Há ainda um incômodo mais grave: cresce a suspeita política de que um ex-ministro de Jair Bolsonaro, André Mendonça, historicamente próximo à família Bolsonaro, possa estar atuando de maneira a blindar Flávio. Suspeita não é prova e precisa ser tratada como tal. Mas justamente por sua gravidade deveria provocar investigação jornalística e escrutínio, não silêncio.
Democracia não combina com lupa para uns, silêncio para outros e vista cansada quando o personagem é inconveniente.
Se algum agente do sistema de Justiça estiver utilizando sua posição para proteger interesses pessoais ou políticos, estaremos diante de algo gravíssimo: a instrumentalização da Justiça por relações de poder.
Perguntar não ofende, como dizia um antiquíssimo personagem de um humorístico do qual não me lembro o nome. Cadê o noticiário sobre Vorcaro, Flávio Bolsonaro, Dark Horse, ligações do caso com as despesas do irmão nos EUA? Não tenho visto mais nada sobre isso na mídia, q parece andar ocupada com vazamentos descontextualizados da PF q, claramente, tentam jogar a bola quadrada para o campo adversário…
Aqui está uma lista de emendas parlamentares repassadas e o Grupo Metrópoles por deputados distritais, o dono do Metrópoles é o ex senador condenado Luiz Estevão.
Tem circulado muita informação requentada sobre Flávio Bolsonaro com roupinha de nova.
Essa do Motoryn é nova de fato. As relações do senador com Vorcaro são muito mais profundas do que se sabia.
Elogiar a vida na Argentina só porque a economia deles vem crescendo mais do que a brasileira é como um torcedor do Flamengo elogiar o futebol do Brusque por liderar a Série C.
O líder da Série C não joga mais bola do que o vice-líder da Série A.
"Israel é o único país do mundo capaz de bombardear 9 países e invadir 3 países vizinhos em um único ano; matar 100.000 pessoas (25.000 crianças) em 1.000 dias; deslocar quase 6 milhões de pessoas em 3 países; submeter 2 milhões de pessoas em Gaza à fome; violar as Convenções de Genebra e de Viena, o direito internacional, os direitos humanos e a soberania estatal; sequestrar, estuprar e torturar crianças e mulheres; atirar, prender e assassinar... e, ainda assim, posar de vítima."