Ele não era um agitador.
James Damore era engenheiro de software no Google, com formação em biologia por Harvard.
Em julho de 2017, escreveu um documento interno de 10 páginas.
O título era "Google's Ideological Echo Chamber". A tese central era que o Google vivia numa câmara de eco ideológica, onde políticas de diversidade eram tratadas como verdades absolutas, sem espaço para questionamento científico ou debate honesto.
O memo vazou.
A empresa rachou.
O CEO Sundar Pichai denunciou o documento, afirmando que ele violava o código de conduta da empresa e perpetuava estereótipos prejudiciais.
Em 7 de agosto de 2017, o Google demitiu Damore.
Funcionários que concordavam com ele em privado ficaram em silêncio.
Ninguém queria ser o próximo.
O caso foi enterrado como exemplo do que não se deve dizer dentro de uma grande empresa.
Mas o tempo passou.
Em janeiro de 2023, o Google demitiu 12.000 funcionários, representando 6% do quadro global.
Em 2025, o Google abandonou as metas de contratação por diversidade e começou a revisar silenciosamente os programas DEI, citando mudanças regulatórias e ordens executivas do governo americano.
Damore foi demitido por escrever o que o Google acabou fazendo por conta própria oito anos depois.
Ele não foi demitido por estar errado.
Foi demitido por estar certo cedo demais.
E o custo de silenciar quem avisa é sempre maior do que o custo de ouvir.
Fontes: Wikipedia (Google's Ideological Echo Chamber) — NPR — Poder360 — Fortune
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🪖 #NumDiaComoHoje mas em 1944.
Sob fogo intenso, mais de 156 mil soldados desembarcaram na Normandia para enfrentar o nazsmo.
Muitos nunca voltaram para casa.
82 anos depois, o #DiaD continua sendo um símbolo de coragem e sacrifício.
🕊️ Nunca esqueça.
#DiaD#Normandia #Followme
“o Estado é um canal legal, ordeiro e sistemático para a predação da propriedade privada; ele transforma a tábua de salvação da casta parasitária da sociedade em algo certo, seguro e “pacífico”.” - Murray Rothbard
Eu não fico feliz por ganhar dinheiro com isso. Mas eu fico feliz que a Settee existe.
Nessa semana se intensificou a saída de brasileiros e empresas por dois motivos: Abolição da 6x1 e a decisão de prender pais porque suas filhas não gostavam de funk.
Os dois casos escancaram como o "sistema" Brasil odeia certas pessoas.
O caso da abolição da 6x1 causou um aumento de empresas nos procurando para sair do Brasil.
O destino principal é Paraguai, claro. Muitas delas inclusive procurando a Lei de Maquila. Mas outros são empreendedores que querem encerrar negócio no Brasil e recomeçar em outro país.
Não posso dar números exatos, lógico. Mas nessa semana os interessados que atendemos somam centenas de empregos gerados.
E isso que na Settee ainda não somos conhecidos nacionalmente como um gateway para empresas que querem sair, especialmente para Paraguai. É a galera que já conhecia a gente.
Contando o mercado de emigração de empresas todo, certamente são dezenas de milhares de empregos que estão em jogo.
Não são empresas que são afetadas diretamente pela abolição da 6x1. São empresas que entenderam o recado:
Você é empresário? O Brasil te odeia.
São geradores de emprego que ficaram semanas, meses, anos, sendo tratados como vilões, canalhas, exploradores. Além de serem taxados, regulados e roubados regularmente.
E a votação pesada para a abolição, o discurso virulento contra quem emprega, e a fé analfabeta de que é possível abaixar horas trabalhadas sem consequências fez muitos decidirem que... é isso aí. Tchau.
Pior ainda foi a decisão do Homeschooling.
O Brasil já tem 80 mil famílias educadoras. E todas foram duramente impactadas com a decisão animalesca, virulenta, ignorante e autoritária de:
Um casal de pais deve tomar 50 dias de cadeia no semi-aberto porque suas filhas, educadas em casa, não gostam de funk e sertanejo.
Elas tem aula de arte sacra. Mas não tem teatro, dança, cinema brasileiro.
E isso tudo, decidiu o juiz, é evidência de que são abandonadas intelectualmente.
Cadeia.
Foi uma explosão de famílias buscando sair. São dezenas já em contato conosco.
E provavelmente isso vai virar centenas.
Eu não gosto do fato de que vamos ganhar dinheiro com isso. Com o fato de que existe uma emigração por causa de, sejamos francos, perseguição religiosa, em pleno 2026.
Eu não gosto do fato de que nosso trabalho existe porque o Brasil é cooptado por organizações criminosas, parasíticas, vagabundas e autoritárias.
Mas eu estou muito feliz pelo fato de que existimos, ao invés de não existir.
Seremos a saída de dezenas de empresas em 2026. E de centenas de famílias, várias delas homeschoolers, que só querem viver em paz.
Eu não vou conseguir convencer dezenas de milhões de autoritários, ignorantes e estatistas a mudar de ideia. Talvez se eu devotasse minha vida a isso, sim. Mas não vale o risco.
Mas eu posso conseguir salvar milhares das garras desses bandidos. E tirar dessa corja vagabunda os recursos que eles precisam para continuar roubando e tiranizando a vida dos outros.
Eu não gosto que seja assim. Mas é assim.
Então eu vou fazer meu trabalho.