@odanielscott Já andei por São Paulo visitando os restaurantes badalados de lá. Muitos maravilhosos. Agora se for pra eleger a melhor culinária, eu voto na culinária Paraense. Fui em alguns restaurantes em Belém que foram os melhores da minha vida.
@roxmo Eu não entendo como um músico, apenas por ser um artista, sem ter estudado nada a respeito, acha que entende de ciência política e sai falando sobre. E o pior, alguém dar manchete pra isso. E pior ainda, eu comentar isso por indignação.
Ontem, a nota do STF aprofundou, diante do país e do mundo, a degradação institucional brasileira.
O que começou como a degradação moral de alguns ministros transformou-se em metástase que hoje contamina o tribunal e todo o sistema de Justiça.
A decisão anunciada ontem expôs um STF agora unido em dar mais um largo passo no caminho já trilhado: o da submissão da Constituição a interesses corporativistas e privados. O tribunal já havia derrubado dispositivo legal aprovado pelo Congresso que impedia juízes de atuar em casos envolvendo escritórios de parentes. O Parlamento eleito viu impedimento; o STF viu discriminação contra seus familiares. No conflito entre o interesse constitucional e o interesse dos ministros, venceram os ministros.
Agora, a nota choca o país — e chocará a comunidade internacional — ao afirmar inexistir impedimento ou suspeição na relatoria do ministro Dias Toffoli no caso Master. Um juiz presidindo investigação que, se conduzida com técnica, independência e legalidade, deverá alcançar sua família e, muito provavelmente, ele próprio.
Há semanas, a imprensa revelou negócios altamente suspeitos envolvendo fundo registrado em endereço de fachada, controladores sem respaldo patrimonial e beneficiário final oculto — tudo isso ligando irmãos do juiz a parente do investigado. No dia da própria nota, o ministro relator admitiu que ele também é sócio — até então oculto — do negócio. Apesar disso, o Supremo comunica ao país que não há qualquer suspeição.
Não há suspeição, mas, politicamente, decidiram que a solução mais conveniente seria afastar o relator e publicar um desagravo.
Com isso, o STF promoveu um rebaixamento abissal dos critérios de suspeição aplicáveis a todos os juízes do Brasil — e, junto, flexibilizou o princípio da indeclinabilidade, agora condicionado à conveniência política. São as novas diretrizes para as escolas da magistratura e para as faculdades de direito. Em nome de “altos interesses institucionais”.
A degradação que hoje emana do STF já é, de longe, a maior ameaça à democracia. Em pleno ano eleitoral, o Supremo alimenta feras, estimula o extremismo autoritário e dá razão a quem despreza a razão.
A minoria de ministros que ainda preserva a estatura moral de juízes constitucionais, ao assinar a nota, deu sinais inequívocos de que está subjugada. O resgate da instituição terá de vir de forças democráticas dos outros Poderes e, sobretudo, da sociedade.
O Brasil precisa se unir na defesa da Justiça e da democracia.
@ludmilagrilo11 Análise jurídica irretocável. Mas ao aceitarem a violação do princípio do juíz natural, não estariam agora os outros ministros também cometendo crime de responsabilidade?!
Pela imundície dos moradores, na casa havia ratos. Trouxeram mangustos para expulsar os ratos. Para expulsar os mangustos, trouxeram lobos. Para expulsar os lobos, trouxeram ursos. E já os ursos ninguém os pode expulsar, e a sujeira continuou.
Teria bastado limpar a casa.
Comprar qualquer produto em uma capital do Norte do país é mais caro que em São Paulo, Rio ou qualquer cidade do Nordeste e pior, o poder aquisitivo de sua população é muito menor.
O isolamento logístico dos Estados do Norte para satisfazer grupos internacionais é muito cruel.
Nos últimos dias, a Microsoft demitiu 10 mil funcionários, a Google 12 mil e a Amazon mais 18 mil.
Neste post vou destrinchar o que está acontecendo e qual o futuro da nova ordem econômica mundial.
Eu chamo isso de Efeito-Musk 👉🏼👉🏼