Luto pelo que acredito e ainda luto ao lado dos meus ídolos.
Sinto muito por você aí com essa de “rap não tem lado”…
A disseminação dessa falsa ideia é uma das mais tristes amostras de que uma curva errada foi feita em alguma esquina. Não era pra chegar em você.
Domingo é 13!
Quando Neymar entrou no lugar de Rayan, estava 0-0. O placar final tem relação com essa infeliz substituição feita por Carlo Ancelotti - não foi a única. O Brasil deixou de competir, de pressionar. O jogo passou a acontecer no seu campo. Talvez, a estratégia fosse contra-atacar com Neymar lançando Vinícius. Não funcionou. Era bastante previsível que não funcionasse. Mal funciona no Brasileirão. O cartão amarelo e a ridícula comemoração do gol de um pênalti mal marcado selam o choque de realidade em quem viveu de ilusão por semanas a fio.
O Rayan era o suporte defensivo do frágil Danilo na lateral direita. Saiu para acomodar Endrick como ponta, que tem problemas defensivos, e Neymar como atacante, que não pressiona ninguém. Martinelli, sem bola, também competia.
O resultado foi uma Noruega que criou seus dois gols explorando o lado direito da defesa. Com o fator Halland sim, mas a leitura de jogo do Ancelotti favoreceu o jogo que já era de controle da equipe de Solbakken. Brasil foi punido.
Apesar de não estar diretamente ligado ao discurso redpill, que tem crescido cada vez mais nas redes, o futebol é, historicamente, um dos principais espaços onde a misoginia se manifesta.
O PELEJA conversou com Ana Carolina Vimieiro, professora da UFMG, para entender o que explica isso: https://t.co/xInhY0Z20b
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