É bom, mas precisa valorizar mais o servidor público, principalmente os servidores da educação. Maranhão e Ceará são vizinhos e é incomparável na questão salarial e plano de carreira.
Rafael Fonteles
Esse é o nome que agora apontam como “sucessor” de Lula
Quem mora no Piauí pode me dizer se ele é realmente bom?
Estão dizendo que é um neoliberal privatizador
Apenas um ônibus por linha e a frota começou a circular às 8h30! As urnas abriram às 8h! No máximo, 100 ônibus estão circulando hoje em Teresina. A resolução 23.751/2026 do TSE, em seu artigo 23, garante que o transporte no dia da eleição deve ser tratado como dia útil; portanto, deveria haver 230 ônibus circulando.
É um flagrante crime eleitoral, e nosso jurídico já foi acionado! Em um dia importante para a democracia, o poder público deve zelar pelo direito de ir e vir e garantir as condições para o exercício do voto.
🚨Acordo fechado entre Caixa e Corinthians!
O banco estatal estampará seu nome na Neo Química Arena pelos próximos 15 anos. Em contrapartida, a dívida de R$ 640 milhões que o Corinthians tinha com a Caixa será extinta.
Na próxima quinta-feira (22), Lula, ao lado de Osmar Stabile e Carlos Antônio, presidente da Caixa, assinará o acordo.
A iniciativa teria como objetivo alavancar a campanha do atual presidente da República nesta reta final do segundo turno das eleições presidenciais. Lula acredita que o Corinthians, dono da segunda maior torcida do país, possa lhe garantir uma votação expressiva em São Paulo.
As garotas da Beth Cuscuz, famosa casa noturna de Teresina, tiveram zero surpresa com as aventuras do Casanova KN e sua turma. Estão assustadas mesmo é com o fato de KN continuar atuante sobre caso Master e no comando do TSE. Elas conhecem o conterrâneo!
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.