Caro Edson Fachin,
Em 09/03/2026, eu e @flyprockusa ajuizamos uma CAUTELAR com pedido de AFASTAMENTO IMEDIATO de Alexandre de Moraes e sua PRISÃO PREVENTIVA, por fatos ligados ao Master, e outras condutas.
Demorou um século e meio para chegar ao seu gabinete (deve ter ido no lombo de uma mula).
Você bem que poderia desengavetar a PET 15644, que está conclusa ao senhor desde 31/03/2026.
Que tal aproveitar o "gancho" e o timing?
https://t.co/i7exxZa3lI
O bandido Alexandre de Moraes dobrou a aposta.
Há dois caminhos para André Mendonça: se dobrar ou dobrar a aposta. Não há meio termo. O problema é que Moraes não tem limites e irá até o fim. É preciso coragem para enfrentar esse monstro.
@MinAMendonca, estamos com você. Que Deus guie sua mente e lhe dê a sabedoria para fazer o que é certo.
@MinAMendonca você tem a Deus, a Lei e o povo ao seu lado.
Heróis não se acovardam.
Deus lhe escolheu.
PRENDA ALEXANDRE DE MORAES POR OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA.
@rogeriosmarinho E pq o senhor nao entra com pedido de cassação do mandato do atual presidente do Senado? Só texto no X nao vai resolver nada. O senhor tem a caneta e a posição pra poder fazer alguma coisa.
@MafinhaBarba O país está completamente encurralado por essa cambada de vagabundo no governo e no STF. Dificil nao sentir desesperança vendo tudo isso sem poder fazer nada.
Vocês precisam entender que, se Alexandre de Moraes não tivesse censurado o site O Antagonista em 2019, conduzido um inquérito sem base no sistema acusatório, acumulado as funções de vítima, investigador e juiz, promovido censura prévia à imprensa, cidadãos e humoristas, quebrado sigilos bancários e telemáticos sem autorização colegiada, ignorado o contraditório e a ampla defesa, imposto sanções desproporcionais, determinado buscas e apreensões com base em relatórios não oficiais, bloqueado redes sociais e aplicativos de mensagens sem respaldo legal claro, multado usuários por uso de VPN, nomeado representantes legais para empresas estrangeiras por decisão individual, criminalizado opiniões políticas e manifestações de pensamento, mantido inquéritos abertos por tempo indefinido e sem delimitação objetiva, utilizado medidas cautelares com fins punitivos, desrespeitado a independência entre os Poderes, ampliado indevidamente a competência do STF para alcançar cidadãos sem foro privilegiado, adotado decisões com impacto nacional sem submeter ao plenário da Corte, ordenado prisão de jornalistas sem flagrante ou condenação, solicitado retirada de conteúdo do ar sem ordem judicial formal, negado acesso à defesa sobre os autos de acusação, ameaçado advogados com sanções por declarações públicas, invadido domicílios sem base legal clara, monitorado comunicações de parlamentares sem autorização do Congresso, exigido dados de usuários de plataformas sem respaldo legal, pressionado instituições financeiras a fornecer informações sem ordem judicial, prendido inocentes com base em tuítes e postagens de rede social, censurado documentários e obras audiovisuais, ameaçado canais de comunicação com suspensão de monetização, imposto bloqueios bancários sem trânsito em julgado, utilizado decisões secretas para justificar medidas de exceção, promovido perseguição judicial a críticos do próprio Supremo e utilizado o TSE como instrumento político para perseguir adversários e ampliar o alcance de medidas excepcionais sem base legal, ordenado buscas e apreensões pela Polícia Federal contra Roberto Mantovani Filho, sua esposa Andreia Munarão e Alex Zanatta, participado de jantares e eventos bancados pelo Banco Master, pressionando o presidente do Banco Central pra salvar o Banco Master, ido duas vezes na casa do dono do Master (uma delas para encontrar o antigo CEO do BRB), ajudado sua mulher a assinar um contrato de R$ 129 milhões com o dono do Master, blindado Toffoli junto com Gilmar no caso Master, trocado mensagens sobre salvar Master no dia em que Vorcaro foi preso em 2025, quebrado o sigilo da fonte de jornalista, o Estado Democrático de Direito no Brasil teria acabado.
Então: vamos começar uma campanha pelo fim do IPTU e do IPVA?
E sem esse argumento de que “antes é preciso identificar outra fonte de receita“.
O Estado que reduza seus gastos.
Esses impostos vão para o caixa geral. Há prefeituras que usam o dinheiro em shows.
Chega.
O burguês socialista é o mais idiota dos idiotas úteis. Primeiro porquê ele acha que socialista o respeita. Segundo porquê ele financia campanha de socialistas. E terceiro porquê ele será destruído pelo socialismo junto com os outros idiotas úteis, só que em primeiro lugar.
Menos de 24 horas após a promulgação da Lei da Dosimetria, um juiz sozinho decidiu suspender a vontade do Congresso Nacional inteiro e, consequentemente, a vontade de milhões de brasileiros representados pelo Parlamento.
Deputados e senadores debateram, votaram, derrubaram veto e promulgaram a lei. Mas, no Brasil de hoje, parece que a palavra final de 513 deputados e 81 senadores pode ser anulada por uma única canetada. Isso não pode ser normalizado nunca. Um homem manda no país. Vergonha.
Lula é o maior ilusionista que a política já viu. Enquanto esbanja milhões, faz discurso contra super riscos. Enquanto mantém a maior Selic do mundo e entrega lucros recordes a um punhado de banqueiros, faz discurso contra os bancos. Enquanto diz defender a democracia, se alia ao STF para dizimar a oposição e calar os críticos. Enquanto defende a reestatização, faz privatização oculta e abre mão de receita para a União. Enquanto distribui supostos benefícios sociais, promete picanha e redução da escala de trabalho, empurra dívida, impostos e inflação para o trabalhador, escravizando-o no melhor estilo 'senhor do engenho' - a servidão por dívida. Acredite, você não apoia verdadeiramente o Lula, só está hipnotizado e não consegue enxergar a realidade.
Pela primeira vez na história deste país, uma primeira-dama viajou mais que o presidente da República. Tudo, claro, bancado pelos pagadores de impostos.
O Brasil no Limite: A Escolha que Definirá nosso Futuro
O Brasil vive, neste momento, um dos pontos de inflexão mais relevantes de sua história recente. Não se trata de mais um ciclo eleitoral ordinário, nem de uma disputa meramente entre projetos partidários. Trata-se de uma escolha com consequências profundas e duradouras sobre o tipo de nação que queremos construir — e sobre se teremos, de fato, as condições institucionais e econômicas para construí-la. As decisões tomadas agora moldarão instituições por décadas. E adiar esse debate, fingir que não há urgência, seria um equívoco que as gerações futuras nos cobrarão caro.
O diagnóstico econômico é inequívoco. Entre janeiro de 2023 e abril de 2026, foram criados ou majorados 27 tributos — o equivalente a um novo aumento tributário a cada 37 dias. A carga tributária alcançou 32,4% do PIB em 2025, o maior nível da série histórica. A dívida pública saltou de 71,7% do PIB em 2022 para cerca de 80% em 2025. O Brasil gasta hoje mais com juros do que gastou durante toda a pandemia. Empresas em recuperação judicial batem recordes. Famílias se afogam em dívidas. A inflação corrói o poder de compra, penalizando com especial crueldade os mais pobres. Esses números não são acidentes: são o resultado previsível de um modelo que apostou na expansão contínua do Estado como motor do crescimento — e chegou ao seu limite.
É instrutivo olhar para o passado recente. Entre 2019 e 2022, o Brasil enfrentou um encadeamento extraordinário de choques adversos: a tragédia de Brumadinho, a maior pandemia em um século, a pior seca em quase cem anos e a guerra na Ucrânia — que empurrou o petróleo a mais de 130 dólares o barril. Mesmo assim, o país entregou crescimento econômico comparável ao da China, inflação inferior à americana, superávit fiscal superior a R$ 50 bilhões e queda da dívida pública como proporção do PIB. Reduziu o desemprego e ampliou o valor médio do Bolsa Família de menos de R$ 180 para mais de R$ 600, sem abrir mão da responsabilidade fiscal. Se foi possível entregar esses resultados em cenário fortemente adverso, imaginem o que se pode fazer num cenário menos instável.
A resposta não precisa ser reinventada. A literatura econômica — e a experiência prática — é clara: o crescimento sustentável de longo prazo depende de deslocamentos positivos da oferta agregada, e não de estímulos artificiais à demanda. Isso significa reduzir a carga tributária sobre a produção e o investimento, simplificar a burocracia, fortalecer marcos legais e garantir segurança jurídica. Significa eliminar barreiras artificiais à competição — medidas que, ao contrário das grandes reformas estruturais, geram resultados já no curto prazo sem exigir novos investimentos. Significa reposicionar o setor privado como principal motor do crescimento, reservando ao Estado o papel subsidiário de garantir estabilidade macroeconômica, infraestrutura essencial e acesso à oportunidades de ascensão social aos mais vulneráveis.
A dimensão econômica, porém, não pode ser dissociada da dimensão institucional. Investidores — nacionais e estrangeiros — não buscam favores: buscam previsibilidade, respeito aos contratos e instituições confiáveis. Uma estratégia de desenvolvimento só floresce onde há equilíbrio entre os poderes, autonomia técnica dos órgãos econômicos e respeito às regras do jogo. O enfraquecimento gradual das instituições não é um custo tolerável — é um risco sistêmico que compromete não apenas o crescimento do PIB, mas a própria capacidade do país de manter eleições livres, justiça independente e liberdades fundamentais.
Por isso, a ideia de que podemos perder este momento e corrigir depois é uma ilusão perigosa. A história não oferece pausas para arrependimento quando se trata de decisões que moldam instituições. As escolhas de hoje têm efeitos que transcendem gerações. Não há neutralidade possível diante de uma encruzilhada desta magnitude: ficar de fora também é uma escolha — e pode ser a mais cara de todas.
O Brasil tem jeito — isso já foi demonstrado. O país possui recursos naturais abundantes, um setor produtivo capaz de competir globalmente e um povo resiliente que já superou crises imensas. O que falta não é potencial: é direção. Direção baseada em responsabilidade fiscal, liberdade econômica, fortalecimento institucional e confiança no empreendedor brasileiro. O caminho da prosperidade é conhecido. Falta, agora, a coragem de escolhê-lo.
O cara que assinou a favor da assistolia fetal como método de aborto, falando do direito a vida e do direito das crianças.
Isso é mais que atentar contra nossa inteligência, é atestado de HIPOCRISIA CRUA.
#VotouMessiasPerdeuEleicao
Brazil has officially entered it’s Russian joke moment.
A man is on a street corner in Moscow yelling “The president is an idiot “
Police surround him and handcuff him. They say “it is illegal to insult President Putin”
He says “You don’t understand I mean the Ukrainian president, Zelensky, he is the one I was insulting “
The police captain says “you can’t fool us, everyone knows who the idiot is”
Bom dia para aqueles que acreditam que o governo é um ótimo gestor de empresas. Com dívida/PIB de 79%, emitindo títulos a 7,6% +IPCA e com despesa com juros de 8% do PIB. Ah, e déficit recorde nas estatais dependentes de R$10bi em 12 meses. Confia!