@CJBrEngLeo Se você respondesse por algo na justiça informações particulares suas fossem vazadas, qual seria seu sentimento? O teor da conversa seria secundário nesse caso. Como uma investigação 'vaza' o conteúdo de algo que supostamente não deveria ter vazado? Ta se fazendo de besta ai.
@faveladoinvest Revisão da alta carga de tributos que incidem sobre os carros. E não é só carro, praticamente sobre todo produto é a mesma conversa. Hoje você praticamente compra 1 para você e precisa pagar mais 1 em impostos. E pensar que 1/5 já deu muito mais confusão rsrsrs.
Basicamente há um mês eu antecipei tudo que aconteceria. Este post foi dois dias ANTES do anúncio das sanções ao Alexandre. Está tudo aí. O passo a passo para o caos.
O melhor é ver a pompa do @LRobertoBarroso falando sobre o judiciário brasileiro.
Barroso é um trans juiz: sente-se um juiz lord britânico, mas é um juizeco tupiniquim.
Brazil’s leader is increasingly incoherent on the world stage. And at home, his popularity is slipping. What has Luiz Inácio Lula da Silva done wrong? https://t.co/n9gruGnlsi
O IOF subiu.
E com ele,
a cueca rasgada do governo ficou à mostra.
Haddad disse que era só um ajuste técnico.
Uma correção de rota. Uma medida de arrecadação.
Disse tudo, menos a verdade. Porque a verdade, essa sim, é cortante demais para ser dita em rede nacional:
O Brasil quebrou.
É isso, só não percebe, quem não quer.
Estamos só tampando os furos desse barco.
Está na UTI. E o governo, como um rato encurralado, está mordendo até o que resta da própria reputação.
Não é a primeira vez.
Nem será a última.
Mas é uma das mais patéticas.
Isso é.
Porque o IOF – esse tributo parasitário que o Estado manipula por decreto, sem nem ter que dar satisfação – é, historicamente, o botão de emergência de quem já perdeu o jogo.
Um botão que, quando pressionado, grita para o mercado: "acabou o dinheiro, acabou a moral, agora é confisco disfarçado de política fiscal."
Rssss... estou mentindo?
No dia 22 de maio de 2025, o governo Lula apertou esse botão como quem puxa a descarga do próprio fracasso.
Aumentou o IOF sobre crédito, câmbio, previdência. Disse que era para arrecadar.
Que era para atingir o tal déficit zero.
Que era para passar confiança. Confiança?
Nem traficante passa recibo tão ridículo.
POR ISSO, JÁ QUER RECUAR.
Isso foi confissão de ruína.
Isso foi o grito histérico de quem perdeu o controle.
O mercado não é burro.
E entendeu o recado em milissegundos.
O dólar, que flertava com a estabilidade, deu um cavalo de pau e subiu como foguete desgovernado.
A bolsa, que sorria tímida com os cortes de gastos anunciados, tomou um tapa na cara.
O que era esperança virou náusea.
E o cheiro que ficou foi o de sempre:
carniça fiscal em decomposição.
Isso já aconteceu antes.
ONDE?
Em Buenos Aires, quando inventaram o Impuesto PAIS – um tapa na cara do investidor.
Na Turquia, quando Erdogan meteu imposto no câmbio – e a lira virou papel higiênico.
Na Índia, quando proibiram remessas e ouro – e a rupia sangrou.
Sabe o que todos esses países têm em comum?
m Estado fraco tentando parecer forte enquanto desmorona.
Agora é a vez do Brasil na fila da vergonha.
A alta do IOF é a antessala da desgraça.
NÃO ESTOU EXAGERANDO. É UM SINAL.
UM PÉSSIMO INDICADOR.
É o cadáver do real sendo maquiado para o velório.
É o governo dizendo, sem coragem de assumir: vamos morder cada centavo de quem ainda respira, porque a festa acabou.
Isso não é ajuste técnico.
Isso é assalto tributário com faca na jugular.
O IOF é só o começo.
A porta do hospício fiscal se abriu
Essa mordida foi o IOF. A próxima será no seu saldo bancário. Depois, na sua liberdade de enviar recursos pro exterior. Depois, na sua dignidade.
ESSA HISTÓRIA É CONHECIDA.
Se os Limers não mostrarem indignação amanhã, o Governo vai sentar e abusar.
O Estado quebrado morde até o osso.
E vai arrastar todo mundo junto nessa ressaca.