Dia 384.
Sigo postando todo dia um vídeo de Jair Bolsonaro FALANDO, desde que bloquearam suas redes. Querem silênciar o maior líder do Brasil, não vamos permitir, seremos sua voz!
FALA, BOLSONARO! 📢
Como é que lula e Lulinha, O FILHO DO LULA, frente a tudo o que foi descoberto e está público, não tiveram uma busca e apreensão sequer? Nenhum passaporte apreendido? NADA! NADA!
@jairbolsonaro e seus filhos já tomaram todo tipo de esculacho sem terem feito nada, e hoje tudo ocorre assim?
A escolha do Brasil que os senhores querem deixar para seus filhos, netos e para os senhores é de vocês! É Nicarágua ou liberdade!
@FlavioBolsonaro@BolsonaroSP EXCELENTE DISCURSO! 🇧🇷👊
Flávio Bolsonaro presidente e Alfredo Gaspar vice-presidente! Vai ser no PRIMEIRO TURNO! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷2️⃣2️⃣🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷2️⃣2️⃣🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷👊
@FlavioBolsonaro OS VIDEOS DE TODOS OS CANDIDATOS PERDERAM O ALCANCE POR ORDEM DO TSE.
PARA REPERCUTIR, BAIXEM O VÍDEO, TIREM UM PRINT E COMPARTILHEM MUITO.
Meu eterno Presidente!
Saudade...Saudade....
Saudade do Presidente que não teve medo de defender o Brasil, a família, Deus e a nossa liberdade.
💚💛💙🤍🇧🇷⚘️💕
@jairbolsonaro@FlavioBolsonaro
Mírian Leitão, que há tempos trocou o jornalismo pela militância petista sem disfarces, dizem os maldosos, e eu, por conveniência, não discordo, sai agora com uma pérola digna de quem já perdeu o contato com a prosaica realidade dos supermercados. A global senhora, em tom de oráculo econômico, declara urbi et orbi que “os números nem sempre coincidem com a sensação. Às vezes você tem a sensação de preço alto, sensação de carestia, mesmo quando os índices estão mostrando queda… então a sensação continua sendo de desconforto.”
Antes que o riso histérico tome conta do leitor sensato, convém notar que já não estamos diante da mera militância disfarçada de análise. É algo mais grave, quase patético: o significado que essa senhora atribui à palavra “sensação” revela alguém que, muito provavelmente, há muito desertou do mundo real. Ora, como já nos ensinava Zubiri, a sensibilidade não é um estado psicológico privado, uma névoa subjetiva que se dissipa diante de uma planilha do IBGE. O homem concreto apreende a realidade de modo senciente-inteligente: sente o que se impõe como real e, ao mesmo tempo, o inteligere como sendo de determinada maneira. A sensação não paira sobre os fatos como uma névoa; é o primeiro modo pelo qual os fatos se apresentam à inteligência.
Assim, quando o cidadão comum entra no mercado com cem reais e sai com a sacola mais magra do que ontem, isso não é “sensação de preço alto”. É a experiência brutal da perda do poder de compra. A sensação não esgota a realidade econômica, é certo; mas tampouco pode ser tratada como uma ilusão psicológica que os índices oficiais autorizam a desprezar com um sorrisinho de superioridade.
A carestia sentida não é aparência que se opõe à realidade dos preços. É o modo concreto pelo qual a diminuição do poder aquisitivo se atualiza na vida de quem precisa comprar arroz, pagar aluguel e fazer o salário chegar até o fim do mês. O índice mede a variação; não substitui a realidade vivida. Uma inflação menor significa apenas que os preços sobem mais devagar e não que tenham voltado ao patamar anterior, nem que tenham deixado de sangrar o orçamento. Se o produto saltou de dez para quinze reais e depois “subiu apenas 2%”, continua custando quinze.
A desaceleração não apaga a inflação acumulada. Matemática elementar, Dona Mírian.
Como economista, a senhora deveria saber disso. Se não sabe, ou nunca foi economista de verdade, ou já habita um plano ontológico distinto do dos mortais que fazem compras, ou abandonou deliberadamente a função de conhecer para transformar-se em mecanismo de encobrimento. Em qualquer dos casos, o problema não é político nem econômico: é epistemológico e, sobretudo, moral. Confunde uma medida parcial com a realidade inteira e, com elegância de quem nunca enfrentou uma fila de caixa, reduz a experiência de milhões a algo quase imaginário, desrespeitando a concretude do outro. Coisa que Dona Mírian, evidentemente, dispensa.
Enfim, manipular estatísticas como sugere sua fala é tentar substituir a realidade por uma construção discursiva conveniente. Se o IBGE, como suspeitam muitos, imitar o papel que essa “economista” desempenha no jornalismo, teremos a dupla perfeita para fabricar um mundo inteiramente fictício, onde os números servem apenas para desmentir o que a população sente na pele.
Resta saber se ainda existe alguém disposto a engolir essa lorota circense apresentada com cara de ciência. Como sou pessimista, suspeito que sim e, infelizmente, não poucos.
Ronaldo Édison Richard, 63 anos, nem sequer estava em Brasília em 8 de janeiro. Ainda assim, sofreu busca e apreensão, teve bens e valores bloqueados e foi acusado de golpe de Estado, associação criminosa e depredação do patrimônio público. Seu “crime” foi liberar um ônibus que viajou para Brasília, sendo acusado de financiar o “golpe”.
Agora, o sofrimento desse homem honesto e trabalhador chegou ao fim. Ronaldo morreu de infarto, em Santa Rosa, Rio Grande do Sul. A ditadura socialista não tem mais como tortura-lo. Que Deus conforte os familiares, e que um dia a justiça seja feita.