O texto critica a dificuldade do Brasil em valorizar seus próprios heróis. Santos Dumont simboliza esse problema: sua contribuição foi mundial, mas narrativas externas prevaleceram. Preservar e contar nossa história evita distorções e esquecimento.
Passador de pano pro Orçamento Secreto tenta intimidar Glauber. A resposta veio.
Vote em quem enfrenta os deputados inimigos do povo e não abaixa a cabeça.
Vote #Glauber5080
Cláudio Lottenberg, presidente da CONIB (Confederação Israelita do Brasil), foi anunciado como eventual ministro da Saúde de Flávio Bolsonaro se vencer as eleições. Tal indicação expõe o vínculo entre o lobby sionista e a extrema direita. O sionismo é da família do fascismo.
Augusto Cury é o típico coach: superficial e raso
Não faz ideia do que é a gestão pública: fala em reduzir ministérios e rever o número de "colaboradores" como se isso resolvesse tudo.
Confunde servidores com "colaboradores"..
Não faz ideia do que é o BNDES. O BNDES já opera com micro, pequenas e médias empresas.
Não sabe fazer distinção da reforma tributária e arcabouço fiscal.
Só piora quando tenta falar de inovação, tecnologia. Um verdadeiro desastre. Não faz a mínima ideia sobre o que está falando.
É um vendedor de ideias rasas e vazias, manipulando palavras para vender livros.
Quem conhece Brasília sabe que fotografia com autoridade, isoladamente, diz muito pouco sobre proximidade real. É recurso antigo para sugerir acesso, trânsito e influência.
Eu mesmo tenho foto com o ministro Gilmar Mendes e nem por isso afirmo ser amigo dele. Foto é registro. Relação, influência e proximidade exigem evidências de outro porte.
Comida familiar. Cuando terminamos, todos empezamos a levantarnos porque se hacía tarde. Mi sobrino de 10 años se quedó sentado al lado de mi padre jugando con él a las cartas. Mi hermana le dijo: “Venga, recoge, que nos vamos”. Él respondió que quería jugar otra partida. “Puedes jugar otro día”, le dijimos. Entonces contestó...
Esta semana ouvi um relato chocante sobre uma negociação de uma trabalhadora do comércio de Mossoró. A mulher acumula mais de cinco anos de direito de férias negado. Sempre o patrão compra o período de descanso e, quando ela prefere a folga remunerada, é na base do 'é isso ou rua'. Ainda tem gente que acredita em negociação entre patrão e empregado.
Entrevistador não é o protagonista na sabatina eleitoral
Não é chic fabricar uma falsa equivalência entre competidores chamando Lula apenas de “CANDIDATO”. Candidatos podem estar em igualdade na disputa eleitoral sem ocupar posições institucionais equivalentes. Lula é presidente da República e candidato à reeleição. Governa, responde pelos resultados de seu governo e pode e deve ser mais cobrado justamente por essa condição.
Apagar a Presidência de Lula não torna a sabatina mais imparcial. Apenas transforma uma diferença objetiva de responsabilidade pública, que deveria ser explorada, num jogo retórico midiático que desloca o foco do entrevistado para os entrevistadores, empobrecendo a discussão e confundindo os eleitores, que querem avaliar a performance do candidato diante das perguntas que lhe são feitas.
O que não cabe é diminuir o lugar institucional da Presidência, como fez Bolsonaro em sua gestão e como fazem certos formadores de opinião acometidos pela síndrome de autoridade suprema, como se lhes coubesse tutelar a nossa democracia e guiar o voto da população.
Entrevistadores não são o quarto poder, muito menos um poder moderador elitista acima da República. Na tal sabatina, a condição de presidente apareceu, constrangedoramente, menos como fundamento de cobrança pública e mais como manobra de acusação.
Estão faltando a muita gente os bons modos republicanos e democráticos de conduzir o debate público com incisividade e compromisso com a verdade dos fatos.
Assiti a todos os candidatos, se tivesse que escolher um outro candidato que não fosse o Lula, eu diria que seria a primeira vez que eu anularia meu voto.
Nenhum tem condição de ser nem representante de sala de aula.
É isso. Ele inventou uma doença, publicou um livro, disseminou desinformação sobre outros transtornos psiquiátricos porque as pessoas achavam que tinham isso e não procuravam ajuda, atrasavam diagnósticos de bipolaridade, transtornos de ansiedade, autismo, TDAH, distúrbios do sono, burnout e até de doenças médicas gerais pq os “sintomas” da síndrome eram inespecíficos (“acordar cansado”, por exemplo. Na época conseguiu um espaço enorme na imprensa sem o devido contraponto e lucrou enormemente com a desinformação.
E ontem Augusto Cury mostrou que:
- nem todo médico entende de saúde pública;
- nem todo médico que dá aula é educador ou entende de educação;
- nem todo escritor é um intelectual;
- todo autor de autoajuda é só isso mesmo.
Eu estou passando por um momento muito difícil da minha vida e, ao mesmo tempo, vivendo mais uma eleição. E uma coisa que me chama atenção é como mulheres continuam sendo deslegitimadas quando fazem análise política.
Eu faço análise política aqui há pelo menos dez anos. Essa conta pode ser nova, mas eu tenho muitos anos de Twitter, de ativismo e de militância. Participei de lutas demais para precisar ficar me apresentando ou provando alguma coisa toda vez que digo o que penso.
E eu queria que alguém me lembrasse: desde quando uma eleição foi fácil para nós? Quando foi que vencemos uma eleição presidencial no primeiro turno?
Eu torço, de verdade, para que Lula vença no primeiro turno. É tudo o que eu quero. Mas torcer não pode significar entrar em estado de negação.
Nunca foi fácil desde 1989.
Durante muito tempo, determinadas posições da mídia eram menos explícitas. A gente percebia, falava, denunciava, mas muita coisa ficava escondida atrás de uma suposta neutralidade. Hoje, para mim, está cada vez mais evidente o lado escolhido por parte da mídia hegemônica.
E eu não consigo entender como tanta gente ainda se recusa a enxergar um jogo político que nós já vimos acontecer outras vezes.
Todo mundo esqueceu 2018?
Eu lembro muito bem.
Em 2018, vimos a demonização do PT ocupar o centro do debate enquanto Jair Bolsonaro avançava. A diferença fundamental é que Lula foi preso e impedido de disputar aquela eleição.
Também lembro de 2016. E lembro de 2022 como se fosse ontem.
Em 2022, por incrível que pareça, havia uma situação diferente. Bolsonaro carregava o peso de quatro anos de governo e de ataques sucessivos às instituições. Mesmo setores que jamais tiveram simpatia pelo PT ou por Lula não tinham a mesma liberdade política para abraçá-lo abertamente.
Ainda assim, foi dificílimo.
Eu lembro do que senti quando não vencemos no primeiro turno. Foram dias muito ruins porque eu sabia exatamente o tamanho da disputa que viria depois.
Agora, quando tento alertar que esta eleição também será difícil, parece que dizer isso virou pessimismo, derrotismo ou vontade de desmobilizar.
É justamente o contrário.
Eu quero que a gente vença no primeiro turno. E exatamente por querer isso, acho que precisamos trabalhar todos os dias como se estivéssemos no último dia do segundo turno.
Porque acomodação não ganha eleição.
Hoje existe um candidato em segundo lugar que é filho de um ex-presidente envolvido diretamente na tentativa de ruptura democrática ocorrida há menos de quatro anos. E nem preciso entrar aqui em todas as outras questões que envolvem Flávio Bolsonaro. O ponto é muito mais profundo: o país continua dividido e há setores que não parecem se importar com o risco de entregar novamente o Brasil a um projeto político que já conhecemos.
Por isso me assusta ver tanta gente tratando essa eleição como se estivesse resolvida.
Não está.
Também me preocupa perceber como as redes sociais parecem ter destruído nossa capacidade de enxergar o que acontece fora delas. As pessoas olham apenas para a própria bolha, para o próprio feed, para os números que confirmam aquilo em que já acreditam.
Abram os grandes portais. Vejam as capas, as manchetes, os enquadramentos, aquilo que vira assunto e aquilo que desaparece. Existe uma disputa política acontecendo diante dos nossos olhos.
E existe ainda uma questão geracional importante.
Quem viveu os governos Lula e Dilma sabe o que representou aquele período e também sabe o tamanho da ruptura que veio depois de 2016. Uma parte enorme da juventude que entrou na política depois daquele período não viveu esse processo da mesma maneira.
Por isso nós, que lembramos de 2016, de 2018 e de 2022, temos obrigação de não esquecer.
Nunca foi fácil.
Eu espero profundamente estar errada em qualquer preocupação que tenha expressado. Espero que Lula vença no primeiro turno e que, naquele dia, alguém volte aqui e diga: “Você estava errada”.
Vou ficar muito feliz.
🇮🇷🇺🇸 Embaixada do Irã no Zimbábue ironiza democracia americana com vídeo nas redes sociais
📹 A embaixada do Irã no Zimbábue publicou em suas redes sociais um vídeo com a legenda "Democracia americana a cada quatro anos", em uma crítica à polarização política nos Estados Unidos.
Passei o ano de 2014 inteiro desmentindo esse picareta desse Augusto Cury por ter inventado uma tal de “síndrome do pensamento acelerado” que nunca existiu e para a qual o tratamento era o livro de coach dele. Levou uns três anos para a gente se livrar dessa praga. O homem é o Olavo de Carvalho da Psiquiatria.
A mídia deveria ter vergonha de tentar derrubar Lula!!! Olha os outros candidatos. Que desgraça de gente! Querem, mais uma vez, destruir o país em nome de quê? Bando de vira-latas!
Não importa se Flávio Bolsonaro é pior que o pai, se Zema é um jumento, se Caiado tem cara de psicopata, se Renan é neonazi e se Cury quer drones para combater o feminicídio!
O país não vai pra frente porque essa gente empolada, que se acha inteligente, odeia o próprio país!
Esto es mucho más que una granja de bots.
La alemana Elisabeth Noelle-Neumann lo explicó hace décadas con su teoría de la “espiral del silencio”: cuando creemos que una opinión es compartida por muchos, nos sentimos más respaldados para expresarla; cuando creemos estar solos, tendemos a callarnos.
Ahí está el verdadero poder de estas granjas: fabricar artificialmente un clima de opinión. Miles de cuentas repitiendo, comentando y amplificando lo mismo hasta hacerte creer que estás frente a una mayoría real.
Cuando se cae la estructura y empiezan a desaparecer las cuentas, también se desinfla esa supuesta “mayoría”.
No era consenso. Era escenografía digital.