Esse é o nível mais profundo da covardia a que Janones e o PT conseguiram chegar nesta eleição.
Há dias o Janones vem prometendo uma "surpresa" para desestabilizar o Flávio no debate da Globo. A “surpresa” levar a mãe de Ana Clara e usar a dor da mãe.
Existe uma mãe que perdeu uma filha de 5 anos. Uma dor que nenhum pai ou mãe deveria conhecer. E o que esses canalhas decidiram fazer com essa tragédia? Transformá-la em arma eleitoral.
E outra: o caso NÃO FOI JULGADO. A defesa do policial sustenta que houve troca de tiros, e existe uma discussão judicial justamente sobre de onde partiu o disparo que matou a criança. Quem decide isso é a Justiça, com perícia, provas, contraditório e defesa. Não o Lula, não o Janones e muito menos um tribunal montado em palanque.
Agora tentam chamar o Flávio de "cúmplice" só porque ele exerceu a advocacia. Advogado que defende um acusado não é cúmplice do acusado. Criminalizar a advocacia porque o advogado virou adversário político é atacar o direito de defesa, justo de quem diz defender a democracia.
Usar uma mãe destruída pela perda da filha, às vésperas de uma eleição, para tentar produzir uma cena de televisão contra um adversário é ultrapassar qualquer limite de decência.
Se precisam chegar a esse ponto para tentar ganhar uma eleição, já mostraram exatamente os canalhas que são!
> Aceitaram as condições do Flávio da abertura do sigilo
> Chegaram com papelada contendo "tudo"
> Postaram como se tivessem entregado tudo
> Equipe do Flávio pediu para checar
> LULA NÃO ENTREGOU NADA
> Assinaram uma nova ata para realmente entregarem tudo até 00:00
A CARA NÃO QUEIMA NÃO? KKKKKKKK
Camilo Santana, Guilherme Boulos, Edinho Silva e integrantes da campanha petista foram ao TSE protagonizar o que Roberta Luchsinger chamou de “teatro”: exibiram documentos, anunciaram a entrega de sigilos e mostraram pendrives diante das câmeras. Mas a própria Roberta, citada na operação, afirma que jamais autorizou a utilização de seus dados.
No vídeo, Boulos anuncia cartões corporativos, registros do Palácio do Planalto, procurações, informações do Instituto Lula, agendas, planos de voo e arquivos digitais. “Todas as informações foram pedidas ao presidente Lula, foram entregues aqui agora”.
A reação de Roberta é de fúria e indignação: “Eu não autorizei nada, não faço parte dessa patifaria, não faço parte desse teatro.”
Ela afirma que ninguém a consultou, que seus dados estão relacionados a inquéritos sob segredo de Justiça e questiona quem teria autorizado o acesso a informações tão sensíveis.
“Eu quero saber quem autorizou, quem deu ordem pra essa gente levar documentos tão sensíveis meus pra um teatro desse daí.”
A questão é jurídica e objetiva: Lula pode autorizar a divulgação de seus próprios dados, mas não pode, por sua vontade, afastar o sigilo bancário, fiscal ou telefônico de terceiros. Isso exige autorização válida do titular ou fundamento legal específico.
Roberta afirma que sequer foi comunicada e anuncia medidas com seus advogados, mencionando a Polícia Federal e o STF.
Na reta final das eleições, o PT anuncia “transparência” enquanto Roberta Luchsinger denuncia o uso não autorizado de seus dados sigilosos. O episódio levanta uma acusação grave: a de que a campanha petista esteja explorando a controvérsia para fabricar um factoide contra Flávio Bolsonaro e criar obstáculos à sua candidatura.
Nikolas Ferreira acaba de publicar o vídeo mais importante desta reta final das eleições, expondo diante do Brasil uma realidade escondida pelos discursos políticos de Lula da Silva: a vida de nordestinos que envelheceram ouvindo promessas de prosperidade, mas continuam enfrentando a pobreza e a falta de serviços básicos.
Nascido em Pernambuco, Lula construiu parte de sua identidade pública em torno da origem nordestina, do combate à fome e da promessa de melhorar a vida dos brasileiros mais pobres.
Mas o discurso político e as narrativas de Lula encontram a dura realidade. Mulheres e homens relatam suas dificuldades e trazem nos olhos a verdade de uma vida que passou, enquanto tudo continua do mesmo jeito, no chão de terra. Histórias de sofrimento, doenças e dificuldades que atravessam gerações.
As promessas de Lula em 2002 continuam as mesmas em 2026. Vinte e quatro anos separam esses dois momentos, mas só restaram palavras ao vento e a sensação de um futuro roubado.
O Nordeste não pode ser lembrado e usado apenas nas eleições; a dignidade de seu povo precisa ser restaurada. O Nordeste é Brasil! E nenhuma nação pode falar em progresso enquanto milhões de seus cidadãos ainda esperam por direitos básicos.
O futuro do Nordeste não pode ser apenas mais uma promessa. Precisa se tornar realidade! E somente o próprio povo nordestino poderá ser protagonista dessa mudança!
Hoje, quem recebe Bolsa Família passa por uma regra de transição de cerca de 1 ano para conseguir um emprego e com só 50% do benefício, com uma trava de 36 meses para retornar ao programa caso precise.
O @FlavioBolsonaro vai ampliar esse prazo para 2 anos e assim dar mais segurança ainda para quem quer crescer e prosperar, com 100% do valor garantido.
E com retorno automático para quem precisar voltar ao Bolsa Família!
O caminho da prosperidade você já sabe: só será possível votando 2️⃣2️⃣✅.
A declaração feita por Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante uma entrevista explosiva exibida pela CNN Brasil neste sábado, 17 de outubro, enterra de vez a reeleição de Lula. Investigada pela Polícia Federal, ela rompeu publicamente com o presidente e anunciou que pretende fazer uma delação premiada: “Não vou poupar ninguém, nem Lula, nem seu filho.”
Roberta afirma receber cerca de 50 ameaças de morte por dia e diz que suas duas filhas também foram ameaçadas. Responsabiliza Lula por ter colocado um alvo sobre ela ao chamá-la de “pilantra” e compará-la a Daniel Vorcaro em entrevistas. “Qualquer coisa que acontecer comigo ou com as minhas filhas vai ter a digital do presidente da República, vai ter a mão do presidente da República, vai ter o X de sangue que ele fez na minha testa”.
O confronto ganhou força quando Lula disse publicamente que não conhecia Roberta, embora existam diversas fotografias dos dois. Sua campanha alegou que fotos não demonstram relação pessoal ou profissional. Agora, a empresária afirma que Lulinha frequentava reuniões com ministros, inclusive na casa de Camilo Santana, e chamou o presidente de “grande mentiroso”.
A entrevista ocorre em meio a inquéritos ligados à Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS e suspeitas de tráfico de influência envolvendo Roberta, Lulinha e integrantes do governo. Roberta afirma ter informações além das mensagens de WhatsApp e disse estar disposta a colaborar com a Polícia Federal, respeitadas as restrições judiciais.
Roberta Luchsinger e suas filhas precisam de proteção imediata. Lula, que faz campanha dizendo proteger as mulheres, fere mais uma vez todos os princípios da moralidade ao atacar uma delas. A candidatura de Lula, a reeleição de Lula, morre aqui, diante da gravidade dessas declarações.
Na sabatina da Globo, nesta quinta-feira, 15 de outubro, Lula foi questionado por Renata Lo Prete sobre o reajuste do Bolsa Família anunciado apenas 17 dias antes do primeiro turno. A resposta é um insulto à inteligência do eleitor; Lula fingiu indignação e afirmou que não sabia que o benefício estava sem correção desde 2023.
Como assim, não sabia? O homem que transformou o Bolsa Família na principal vitrine política do seu governo passou mais de três anos sem perceber que o valor perdia poder de compra? Não acompanhou seus ministros, seu orçamento, nem seu programa social mais emblemático?
Há um fato que desmonta o teatro da surpresa: em 31 de agosto, o próprio governo enviou ao Congresso a proposta de Orçamento de 2027 sem prever reajuste. Dezessete dias depois, anunciou uma correção de 15,04%. Lula descobriu a inflação de repente ou percebeu que a eleição estava chegando?
O benefício mínimo subiu de R$ 600 para R$ 691. A medida custará R$ 5,8 bilhões ainda em 2026 e cerca de R$ 22,7 bilhões em 2027, exigindo mudanças no orçamento. O novo valor começará a ser pago em 19 de outubro, seis dias antes do segundo turno. É coincidência demais para não exigir explicações.
Na Globo, Lula disse ter cobrado os ministros, tratado a omissão como “inexplicável” e alegado haver espaço fiscal. Agora, se havia dinheiro, por que não estava previsto no Orçamento? Inexplicável é o presidente tentar se apresentar como vítima da incompetência de um governo que ele próprio comanda.
As famílias têm direito à proteção contra a inflação, o que Lula não tem é o direito de transformar dinheiro público em moeda eleitoral. Depois de anos de omissão, anuncia bilhões em benefícios às vésperas do voto final e ainda finge surpresa diante da própria incompetência. Gilmar Mendes considerou o reajuste legal, mas isso não concede salvo-conduto para o uso eleitoral da máquina pública.
A sucessão de medidas levanta sérios indícios de abuso de poder político - para não dizer crimes. O dinheiro do contribuinte não pertence a Lula, muito menos ao seu projeto de perpetuação no poder.
Relatos da vida real: Rosy Oliveira é nordestina, moradora de Valente, no sertão da Bahia. O vídeo que ela publicou é mais do que um desabafo; é o retrato real de uma mulher que saiu de sua terra em busca de oportunidades e, ao voltar, passou a questionar as promessas políticas que continuam sendo repetidas à sua volta.
Rosy viveu quase nove anos em Florianópolis, Santa Catarina. Foi trabalhando longe de casa que conseguiu juntar dinheiro para construir sua própria moradia, ainda inacabada. Com fibromialgia e sem conseguir continuar trabalhando, voltou para a Bahia. No vídeo, mostra suas dificuldades e confronta a realidade que encontrou com a esperança que muitos de seus vizinhos ainda depositam em Lula.
Sua indignação está na distância entre o discurso de transformação social e a vida concreta de quem enfrenta carências básicas. Em Valente, segundo o Censo de 2022, 100 pessoas ainda viviam sem banheiro ou sanitário, e mais de 2,7 mil utilizavam fossa rudimentar ou buraco - por que problemas tão elementares persistem até hoje?
O resultado das urnas em 2026 traz um dado irrefutável. No Nordeste, Flávio Bolsonaro recebeu 10,4 milhões de votos, 30,85% dos válidos, contra 26,97% obtidos por Jair Bolsonaro no primeiro turno de 2022. Lula ainda venceu amplamente na região, mas a vantagem diminuiu. Em Valente, Flávio chegou a 33,95% dos votos, enquanto Lula obteve 60,13%.
Rosy não fala por todos os nordestinos, mas sua voz derruba a caricatura de que o eleitor do Nordeste não questiona, não compara e não cobra resultados. Existe uma população que trabalha, migra, adoece, volta para casa e quer algo além de promessas renovadas a cada eleição.
O Nordeste não precisa ser tratado como curral político. Precisa ser ouvido, respeitado e ter condições reais de prosperar. A verdadeira mudança começa quando o eleitor nordestino deixa de acreditar em falsas promessas, repetidas ao longo de 18 anos e jamais cumpridas, e passa a exigir resultados, como fez Rosy.
Nossa que “surpresa” que eles acusaram o Flávio do que eles já fizeram.
Serão muitas mentiras nesses próximos dias até a eleição. Quando não estão roubando estão mentindo.
O PT entra no segundo turno apostando em uma velha estratégia: repetir uma mentira até tentar transformá-la em verdade.
Na noite desta terça-feira, 6 de outubro, Janja publicou um vídeo dizendo aos brasileiros o que supostamente acontecerá caso Flávio Bolsonaro seja eleito. O problema é que essas afirmações são desmentidas pelo próprio plano de governo; não é interpretação - é uma afirmação falsa.
Janja diz que Flávio vai “destruir os direitos das mulheres”. Uma verdadeira falácia, o plano prevê o “Brasil por Elas”, com abrigos, creches, capacitação profissional, crédito e tornozeleira eletrônica para agressores.
Janja diz que o crime organizado “vai dominar o Brasil”. Mais uma falácia, o programa propõe endurecer o combate às facções, bloquear patrimônio, reforçar fronteiras e construir cinco novos presídios federais de segurança máxima.
Janja afirma ainda que Flávio acabará com a Farmácia Popular e fará o brasileiro trabalhar “sete dias por semana”. Onde está isso no plano? Não está. O documento NÃO prevê o fim da Farmácia Popular nem estabelece jornada de sete dias.
Janja diz que Flávio entregará “nossas maiores riquezas aos Estados Unidos”. O programa defende soberania nacional, diz que o Brasil não deve ser “refém de ninguém “e prevê relações com EUA, China, Europa e Ásia.
Depois da reunião com Lula após a derrota acachapante nas urnas, Janja, Gleisi Hoffmann, André Janones e outras figuras da esquerda partiram para a ofensiva nas redes.
Fazer campanha é legítimo, criticar o adversário também. Agora, mentir sobre aquilo que está escrito e pode ser conferido por qualquer brasileiro, não. O documento existe, está registrado e disponível para quem quiser ler.
Portanto, antes de repetir a mentira do PT, leia o plano. Para não ser mais um idiota útil.
Débora do Batom (presa política) concede entrevista e choca a qualquer pessoa decente: “recebeu cobertor banhado em urina em seu cárcere” e conta detalhes absurdos sobre os presos políticos do 8 de janeiro.
Assista: https://t.co/A0fsRZgYht
Mais uma narrativa falaciosa cai por terra quando se assiste à declaração completa de Flávio Bolsonaro nesta quarta-feira, 7 de outubro.
Depois de a esquerda transformar a fala sobre “mudar a Constituição” em mais um discurso de medo nas redes, Flávio explicou exatamente do que estava falando: PECs. Ou seja, mudanças feitas dentro da própria Constituição, submetidas ao Congresso e aprovadas pelo processo legislativo.
Ele citou reforma do Judiciário, redução da maioridade penal, alterações em pontos da Reforma Tributária, reforma política e fim da reeleição.
E aqui está justamente o ponto que desmonta boa parte da narrativa; Flávio defende acabar com a reeleição e assumiu o compromisso de, se eleito, não disputar um segundo mandato.
“Não estou disputando o poder. Estou disputando o futuro do meu país”, afirmou.
Portanto, não é um presidente decidindo sozinho mudar a Constituição. É exatamente o contrário. Flávio deixa claro que será o Congresso quem decidirá os critérios - se o mandato será de quatro ou cinco anos, quais cargos serão atingidos e qual será o texto final. “É o processo legislativo que vai ser respeitado e a maioria vai decidir.”
E vale explicar o óbvio: uma PEC não nasce da vontade de um presidente. Para ser aprovada, precisa passar por dois turnos na Câmara e no Senado e alcançar três quintos dos votos em cada Casa - 308 deputados e 49 senadores.
É justamente o fim da reeleição que mais incomoda quem fez da permanência no poder um projeto político. Enquanto Lula disputa em 2026 a Presidência pela sétima vez e tenta chegar ao quarto mandato, Flávio diz exatamente o contrário: se eleito, cumprirá um único mandato e irá embora. Um quer acabar com a reeleição; o outro tenta voltar ao Planalto pela quarta vez. Difícil falar em “ameaça à democracia” ignorando esse contraste.
Pode-se discordar das PECs; o que não dá é chamar o rito constitucional de ruptura constitucional. A liberdade de expressão é um direito sacrossanto, e Flávio Bolsonaro deixou isso bem claro: respeito à Constituição, estabilidade, segurança jurídica e liberdade.
Como disse Flávio: “Vamos parar de mentir, vamos aterrissar no mundo real.”
🚨A ENTREVISTA da
"DÉBORA DO BATOM" é
DEVASTADORA e REVOLTANTE!
Deram a ela um cobertor
ENCHARCADO DE URINA!
"O riso foi tirado do meu filho"
Que NINGUÉM SE ESQUEÇA DISSO quando falarem em qualquer tipo de "acordo"...
📌URNAS MUDAM O JOGO: STF TEME IMPEACHMENT APÓS “SEM ANISTIA” E PL FAZ HISTÓRIA NO SENADO
Não foram necessárias nem 48 horas para o novo cenário chegar ao Supremo. Enquanto Lula e Flávio Bolsonaro partem para o segundo turno, ministros do STF já admitem nos bastidores um “risco concreto” de impeachment em 2027 e avaliam buscar interlocução com uma ala considerada “moderada” do PL.
A razão está no Senado; o PL chegará a 28 das 81 cadeiras e, segundo levantamento da Folha, ao menos 51 senadores da próxima legislatura já se manifestaram favoravelmente ao impeachment de ministros do STF, alguns com ressalvas. Para uma eventual condenação, são necessários 54 votos.
Durante anos, pedidos de impeachment permaneceram na gaveta de David Alcolumbre. Agora, o tabuleiro politico do Senado mudou completamente.
O segundo turno ainda decidirá quem ocupará o Planalto. Mas uma mudança produzida pelas urnas no Parlamento já não depende do resultado de 25 de outubro - o Senado de 2027 será majoritariamente de direita.
O Congresso que parecia incapaz de reagir agora ganha uma configuração diferente, e é o próprio Supremo que começa a calcular como encarar essa nova realidade.
E, nesse sentido, o Supremo já perdeu. Perdeu porque o resultado das urnas colocou um limite onde Brasília se recusou a colocar. O recado político foi de “sem anistia” para abusos e violações de direitos atribuídos a integrantes da Corte.
Reprodução: @auriverdebrasil