Dans le sud de l'Iran, où les températures peuvent atteindre 50°C à l'ombre, les habitants utilisent depuis plus de 2 000 ans un système d'architecture bioclimatique: les badgirs, ou tours à vent. Très répandues dans les régions désertiques du pays, notamment autour de la ville de Yazd, ces structures constituent un véritable système de climatisation naturelle.
Leur fonctionnement est ingénieux: la tour capte le vent en hauteur et l'achemine à l'intérieur du bâtiment. L'air traverse souvent un bassin ou un réservoir d'eau souterrain, ce qui le refroidit davantage par évaporation. En parallèle, l'air chaud est évacué par d'autres ouvertures grâce à l'effet de cheminée.
Grâce à ce procédé entièrement passif, l'intérieur des habitations peut rester étonnamment frais, même lorsque la température extérieure dépasse 45°C, et ce sans recourir à la moindre source d'électricité.
Now is a good time to discuss why some Westerners hate us Greeks.
> They claim we have no connection to ancient Greece (it is proven by genetic science that we are the same people)
> They claim that homosexuality was an institution and common, even though it is not documented in any primary source. It existed but it was uncommon and NOT an institution. Academic activism seeks to revise history. The goal is to normalize homosexuality by claiming "it was always everywhere even in the perfect Ancient Greece" and to undermine "heteronormative" readings of Western classics; high-status, ultra-masculine warriors are always perfect for subversion.
> There is no Greek representation in films about Greek history, mythology, and culture.
> They portray us as Northern Europeans.
> They don’t respect us and constantly mock us to the point of degrading our very existence.
> Hollywood has shown us no respect, and the academic community has created a fake image of our history in order to repel young people who were drawn to Greek values of patriotism and virtue.
> They promoted an unfounded mythology and a narrative of homosexuality.
The East never did this, it always respected us.
The time has come for the West to show us the respect we deserve, just as we show it to them.
That’s enough.
Christopher Nolan’s film "The Odyssey" is the ultimate act of disrespect toward every Greek.
However, there is a specific reason why this is happening with Homer in particular. An article is coming where I will explain why the West is once again fighting Greek (and Roman) values through the academic and cinematic communities. Why they want to turn you away from Greco-Roman civilization.
Coming soon in my upcoming article.
Novo romance no forno:
I
- Quando o Capitão-mor-das ordenanças Manuel Maria de Sá Geraldino, um jovem bracarense da pequena nobreza do norte, chegou a Alto do meio, em 14 de março de 1768, viu neste alagado, neste aprazível remanso, com campinas e carnaubais, cercado por montanhas e regatos, o lugar perfeito para fundar uma pequena vila, que desse suporte aos briosos tropeiros que descessem da Parnaíba em direção às Gerais. Dezoito meses de terríveis conflitos com os índios Cariris e reduziram a pequena guarnição portuguesa à metade e só tiveram fim com o casamento do Capitão com a índia Anahi, filha do cacique Anori, chefe de uma poderosa confederação de aldeias indígenas, que se estendia da Vila Mocha do Poty, até a Vila de Viçosa, nos limites da província do Ceará. A primeira grande família altomeiense, os verdadeiros pais fundadores dessa terra, foram um viril militar português, um novel Viriato, forte e audaz, como só os galegos costumam ser, e uma princesa indígena, filha do Príamo nativo, um estadista bugre, que via na união com os portugueses a chance de perpetuar sua raça de heróis silvícolas. Nascemos, nós altomeienses, ao mesmo tempo mestiços e nobres, selvagens e cristãos, índios e europeus, mas singularmente valentes. Nossa linda cidade foi fundada para ser a mais brasileira de todas, mesmo antes de ser fortalecida pelos incansáveis bantos africanos, que construíram nossa glória com o suor de seus rostos e os calos de suas mãos, que exploraram nossos rincões, criando gado solto e desenvolvendo a bravura da busca na caatinga, estreitos e grotas. Mas não pensem os senhores, que a fundação desta linda cidade se deveu apenas ao impulso carnal (que se cristalizou em amor e terminou por gerar uma prole), à gana por fazer fortuna e ao desejo de amealhar terras à Coroa de nossos patrícios; junto ao Capitão vinha o Frei Antônio Geraldino de Góes, seu primo. Este, consagrou essa terra ao sagrado coração de Jesus, e ergueu aqui o primeiro cruzeiro, que posteriormente se tornou a Capela e depois Igreja de Santo Antônio de Lisboa. Coroada pela paz e pela união dos povos, recebeu nossa cidade o sinal da Cruz. Sob Cruz e Espada, se ergueu esse torrão...-
Nesse momento o Presidente da Câmara, Senhor Reinaldo Pires, um médico semiletrado, com a gravata frouxa no colarinho e a barba por fazer, cortou o som do microfone e interrompeu meu discurso.
- Doutor, gostaria de pedir que o senhor se encaminhasse para a conclusão, a audiência pública já está se alongando demais. -
- Senhor presidente, Alto do Meio tem mais de 250 anos de história, sempre chamada pelo mesmo nome, para quê a pressa em decidir um assunto tão delicado? Será que dez ou doze minutos vão fazer alguma diferença. -
- Lhe dou mais trinta segundos para que conclua. -
Quando me preparei para recomeçar, percebi que os dez vereadores presentes na sessão estavam desconcentrados; uns falavam ou riam, outro com um jornal na mão, outros dois com celulares. Para tentar angariar alguma atenção, voltei ao microfone e falei o mais alto que consegui:
- Dr. Pires, abro mão dos meus trinta segundos. Apenas gostaria de concluir dizendo que os Geraldinos construíram essa cidade, e como os Pires nunca construíram sequer um meio fio, se dão por contentes em mudar o nome do que já existe! Aproveite o esforço legislativo transformador e mude seu nome para panaca! Agradeço a todos e peço que o nome de Alto do Meio seja mantido. -
Desci a pequena escada que separa o púlpito do auditório vaiado pelos quinze ou vinte agitadores que ali estavam a pedido do prefeito.
- Está em votação a proposta legislativa que pretende alterara o nome de Alto do Meio para ‘Saturnino Pires’ aqueles que concordam permaneçam como estão. - Dispensou a votação nominal e lançou a proposição às pressas, como se fora um assunto urgente ou mesmo inadiável.
Apenas o Seu Anacleto, vereador de sétimo mandato, dono do mercadinho “o tem tudo” e amigo leal do meu sogro, levantou a mão, evitando assim a unanimidade.