⁉️ 📺 Andrei Roman, CEO da AtlasIntel, sai em defesa de Renan Santos, aponta que o candidato apareceu na 3ª posição em “quase todas as pesquisas” Atlas e afirma que, caso a 3ª posição do candidato se confirme nas urnas, o não convite ao debate da Globo irá “manchar a reputação da emissora”: “Trata-se de uma reflexão importante.”
Em editorial, The Economist diz que nem Lula, nem Flávio têm credibilidade para lidar com os dois maiores problemas do Brasil: corrupção e expansão de gastos públicos.
Revista também diz que Renan Santos tem a candidatura que “mais se aproxima do que o momento exige”, mas salienta que “nem ele, nem qualquer outro outsider conseguiram avançar contra as máquinas políticas de Lula e Bolsonaro.”
O resultado, segundo o editorial, serão mais 4 anos de “estagnação”.
Nessa eleição estou vendo muitos candidatos desse perfil “viral de briga na rua” apoiando candidatos 100% fisiológicos, isso é novo e vale análise depois da eleição. Quero estudar também o impacto desse bloqueio de mídia do TSE num possível declínio do voto de opinião.
NOTA OFICIAL
O Partido Missão manifesta sua profunda discordância com a decisão da TV Globo de não convidar Renan Santos para o último debate presidencial antes do primeiro turno das eleições de 2026.
Renan Santos vem aparecendo entre os principais candidatos à Presidência em diferentes levantamentos ao longo da campanha. Nas pesquisas Atlas/Bloomberg divulgadas em julho, Renan apareceu na terceira colocação, com 7,8% das intenções de voto. Em setembro, duas rodadas da Palver voltaram a colocá-lo em terceiro lugar, desta vez com 11%.
Ainda assim, Renan Santos não está entre os quatro candidatos convidados pela TV Globo para o debate de 1º de outubro.
A decisão contrasta com a postura adotada pela própria emissora nas eleições de 2022. Naquele ano, SETE candidatos participaram do debate presidencial da Globo: Lula, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Simone Tebet, Soraya Thronicke, Felipe d’Avila e Padre Kelmon.
Quatro anos depois, a emissora optou por restringir o debate a quatro candidaturas, utilizando como referência o critério de representação parlamentar previsto na legislação eleitoral.
A lei estabelece quais candidatos possuem participação assegurada, mas não impede que a emissora convide outras candidaturas.
Por isso, a Missão questiona a opção editorial da Globo de adotar justamente um critério que deixa de fora uma candidatura que aparece em terceiro lugar em diferentes levantamentos recentes.
Na avaliação da Missão, utilizar apenas esse recorte reduz o espaço para novas forças políticas no principal debate presidencial da televisão brasileira e dificulta que o eleitor tenha contato direto com candidaturas que vêm conquistando espaço durante a campanha.
Se em 2022 havia espaço para sete candidatos, é legítimo questionar por que, em 2026, o debate foi limitado a apenas quatro.
A Missão defende transparência na definição dos participantes. O debate público deve ser espaço para apresentar ideias, confrontar propostas e permitir que o brasileiro conheça as candidaturas que disputam seu voto.
Over the past half-century, Brazil’s economy has stagnated relative both to its peers and average global growth. The country’s elections in October offer little hope of a turnaround https://t.co/1Fu4BtARWo
🚨 🇧🇷 EITA! Revista britânica The Economist, uma das mais influentes do mundo, diz, em editorial, que Renan Santos é o candidato à Presidência “cujas ideias mais se alinham ao momento atual”: “Ele quer implementar reformas estruturais profundas e cortes de gastos para transformar o Brasil em uma grande potência”.
🗳️ 🇧🇷 Folha entrevista jovens que votarão pela primeira vez: Rafaella Ellen, de 16 anos, de Fortaleza (CE), diz que votará em Renan Santos por querer se sentir segura ao andar na rua e ir à escola, além de considerar que ele não tem envolvimento em escândalos de corrupção.