@majoliv Li-o há algum tempo e é muito interessante. E tem histórias engraçadas como o burro com o nome do Eduardo VII, o quadro do Columbano adquirido pelo Arriaga etc Nota positiva também para estas reedições da INCM com extensas notas a contextualizar e uma excelente qualidade gráfica
O Camilo era um modernista antes do tempo. Em 1858 estava a lançar "O que fazem mulheres" que têm um capítulo avulso que pode ser lido quando o leitor lhe apetecer
@intrigaint@jl_zamith@Fcadete E a Assirio quanto ao Gogol ainda fez outra coisa: colocou os contos que normalmente vem naquela colectânea "Contos de São Petersburgo" e publicou-os um a um ("O Capote", "O Nariz", "O Retrato" etc) numa outra colecção deles chamada "O Gato Maltês"
@intrigaint@jl_zamith@Fcadete Dos que tenho ainda acrescentava Stefan Zweig e Nathaniel Hawthorne. E alguns deviam ser reeditados porque este da imagem já não está disponível há muito tempo e é hilariante
@jl_zamith@Fcadete@intrigaint Sim já foi bem mais activa esta colecção. O último que entrou parece ter sido o Emmanuel Bove editado no início deste ano
@jl_zamith@Fcadete@intrigaint A Assirio e Alvim tinha uma colecção chamada "O Imaginário" que tinha muitos romances. Não sei qual era o critério de selecção mas tinha bons titulos. Chegou a publicar Dostoievski (que não é nome que associe à Assirio), Thomas Bernhard, Sylvia Plath, Gogol, Mishima etc etc
O Camilo a falar de alterações climáticas em 1865 (a propósito das temperaturas invulgares no mês de Maio). E até lança uma "hipótese original" das suas causas
@intrigaint Sim no livro "O Super-Camões" (pensei que tinha dito na mensagem anterior mas afinal esqueci-me de referir). Também há uma entrevista dele que falava com mais pormenor sobre o assunto mas teria de procurar melhor que agora não me estou a lembrar onde foi
@intrigaint Sim do Pedro Eiras. Eu nunca li esse mas deve ter feito um bom trabalho porque pelos vistos um dos biógrafos recentes do Fernando Pessoa leu e chegou a citar dessas cartas na biografia como escritas pelo Pessoa quando não eram
Aqui o poema completo + a capa da 1a edição do livro "Dispersão" (1914) onde o poema está inserido. É das obras de poesia mais raras do sécXX português (só foram feitos 250 exemplares)
@baruch_silva O que é um paradoxo interessante porque o livro é valorizado devido às ilustrações que possuí e no entanto os colecionadores pagam esses valores quando estão "fechados" e não dá para as apreciar da melhor forma(até porque abri-lo seria retirar valor ao livro como a senhora disse)
@a_john Segundo a Biblioteca Nacional a primeira tradução portuguesa do Hamlet é mesmo atribuída ao Rei D. Luís I. Continua a ser um excelente achado porque o Bulhão Pato era uma figura cultural importante na altura e não apenas um tradutor como a anotação a lápis faz parecer