Raramente indico cursos pagos de engenharia de dados pois sei que isso é uma responsabilidade imensa, mas caso alguém esteja procurando conteúdo realmente consumido por engenheiros que já tem experiência e procuram se modernizar (lembre-se a engenharia não nasceu em cloud), essa galera aqui é boa de verdade:
Onda Laranja,
Encerramos mais um ciclo de League of Legends e, para nós, o resultado está aquém do que consideramos aceitável.
Sabíamos das dificuldades e fizemos investimentos significativos para atender às necessidades da equipe. Ainda assim, ao longo da temporada, a performance caiu de forma constante. Identificamos problemas, buscamos soluções, mas os resultados não corresponderam às expectativas no fim.
Formamos um grupo experiente, com capacidade de alcançar o mais alto nível competitivo. Houve momentos de evolução, especialmente após o bootcamp internacional, mas o desempenho não se sustentou. Aqui cabe a lembrança de uma fala do professor Clóvis de Barros: “um aluno nota 5 se torna médico mediano, e o mediano se acostuma com ser meio bom; logo, um médico nota 5, ao operar dois olhos, deixa um cego e um bom. Isso não pode ser aceitável.”
No nosso caso, competir ou treinar pela metade mina confiança, resultados e expectativas. Não vamos justificar o injustificável. Fazer isso seria, além de antiético com todos que trabalharam constantemente e tentando o seu melhor, um erro estratégico: significaria aceitar algo que não corresponde ao nível de exigência da LOS. Podemos compreender processos de crescimento, mas nunca resultados que não traduzem o potencial investido.
O insucesso neste ciclo é evidente. Ainda assim, o ano trouxe aprendizados importantes. Realizamos um excelente bootcamp internacional, fortalecemos relações estratégicas e, principalmente, avançamos em scouting e desenvolvimento de talentos. Quatro jogadores (Nero, Kaze, konseki e Dudu), que iniciaram no nosso projeto de base, já se destacam em outros times, e nosso time de tier 3 demonstra evolução promissora, revelando novos nomes. Esse é um patrimônio da organização.
Seguiremos com duas frentes: investir quando necessário e, ao mesmo tempo, fomentar talentos locais. Uma estratégia não trouxe o resultado esperado desta vez, mas a outra vem gerando frutos consistentes. Agora, é nosso papel ouvir críticas, revisar processos e trabalhar com seriedade para construir algo melhor.
A torcida pode ter certeza de uma coisa: não aceitaremos menos do que o melhor que a LOS pode entregar. Vamos aprender com este ciclo e em breve traremos novidades sobre o futuro. Nosso compromisso é incansável: recolocar a LOS no caminho que todos sabemos que ela é capaz de trilhar.