Vagner Cunha, Advogado especializado em Direito Eleitoral e Municipal, sócio diretor da VAGNER CUNHA & ADVOGADOS ASSOCIADOS. E é claro torcedor do BAÊEA!
O bunda mole do Jerônimo na Bahia não foi ao debate da Globo (TV Bahia), cujo dono é o próprio ACM Neto e sua família, e deixou o netinho sozinho triturá-lo. Vai ser no primeiro turno na Bahia.
União Brasil aciona o TRE-BA contra Jerônimo, Rui e Wagner por suposta propaganda antecipada.
A ação aponta uso de placas de “Pix” com o número fictício “013.013.013-13” em evento do governo, o que teria fixado, de forma subliminar, o número 13 no eleitorado.
Segundo o partido, houve uso da máquina pública com estratégia coordenada de comunicação e divulgação em redes sociais.
Pedido inclui remoção imediata das postagens e aplicação de multa.
Ontem soubemos da tragédia do ensino de engenharia, hoje da reprovação de 1/3 das faculdades de medicina, mas não se percebe que o fracasso do ensino superior tem muito a ver com a péssima qualidade na educação de base.
Bolsa Família: combate à pobreza não precisa limitar
emprego e desenvolvimento econômico.
Quando nasceu, em 2003, o Bolsa Família era um programa que tinha o mérito de permitir que muita gente que vivia em condições miseráveis pudesse ter uma vida muito melhor. Mas ele já nasceu com um pecado original: o fato de que as pessoas entram no Bolsa Família, mas não saem. Isso leva à acomodação.
Quando o valor era baixo, como na origem do programa, o impacto disso era negligenciável, porque pouca gente optava por não trabalhar já que não dava para viver apenas do Bolsa Família. De lá para cá, várias coisas aconteceram.
A primeira delas: o número de pessoas no Bolsa Família, no governo Lula 3, aumentou substancialmente, de 14 para 21 milhões de pessoas.
A segunda: no governo Bolsonaro houve um aumento de quase dez vezes no valor do benefício por conta da pandemia, aumento que nunca foi retirado, nem no governo Bolsonaro nem no governo Lula.
Com um valor muito mais alto e com a expansão de vários outros programas sociais, como o BPC, o Minha Casa, Minha Vida e vários outros, criou-se uma situação em que muita gente recebe benefícios altos o suficiente para optar por não trabalhar.
O efeito é negativo para as contas públicas, para todos que pagam impostos e também para o próprio beneficiário, que se acomoda e permanece em uma situação apenas um pouco melhor do que a pobreza extrema, mas longe do verdadeiro desenvolvimento que o trabalho poderia proporcionar.
Em resumo, o Brasil precisa de programas sociais, mas de bons programas sociais. Infelizmente, essa não é a realidade brasileira e não há foco para que isso mude. Mas isso precisa mudar. Para dar um exemplo: só o Bolsa Família, sem contar o BPC e todos os outros, gasta o dobro do que seria necessário para erradicar a pobreza no Brasil. Por que isso acontece? Porque há gente recebendo o benefício sem precisar e gente que precisaria e não recebe.
Ator mostra uma das razões pelas quais o cinema está empobrecendo rapidamente
Em uma participação de Matt Damon no podcast do Joe Rogan, o ator disse que a Netflix pede explicitamente aos roteiristas que repitam várias vezes, nos diálogos, os pontos-chave da história, para que os espectadores grudados no celular ao menos consigam entender o que está acontecendo na tela.
Assistir enquanto rola o feed virou o padrão, e o conteúdo da Netflix passou a ser moldado para esse hábito.
Como consequência, a estrutura dos filmes se desmanchou, e tudo o que é importante e “impactante” agora precisa ser enfiado nos primeiros minutos.
Caso contrário, as pessoas simplesmente não terminam o filme. Os roteiros ficam pobres, óbvios e acelerados.
O terceiro problema são os visuais. Damon diz que os diretores já não veem sentido em melhorar a fotografia, porque a maioria assiste a filmes em celulares, tablets e laptops.
Existe uma linha de pensamento que defende que a vida é a forma como reagimos ao que nos acontece.
O final de 2025 do Bahia está colocando esse sentimento na mesa das redes ditas sociais, confras de trabalho e reuniões de família. E afins.
Há 30 anos, em 1995, o Bahia começou um calvário esportivo e institucional sem precedentes àquela altura. Sofreu com a perda da hegemonia estadual, de maneira categórica, e chegou, em 1997, ao primeiro rebaixamento da história do clube.
Há 20 anos, em 2005, o Bahia foi rebaixado para a terceira divisão nacional (naquele momento, o estágio mais primário do futebol brasileiro). E ficou sem jogar desde 10 de setembro!!! Ficou por 2 anos na C. Em 2007, quando saiu, celebrando seu primeiro acesso em campo, perdeu torcedores, que morreram ao cair da Fonte Nova, e a alegria ou alívio pra qualquer coisa esportiva desapareceu. Eu realmente pensei naquele ano que torcer para o Bahia era uma provação de vida. De acordo com minha fé.
Há 10 anos, em 2015, já depois de eu ter me dedicado pessoalmente muito a um processo democrático que rendeu ao Bahia uma mudança de paradigma histórico, mesmo o clube tendo pessoas boas e trabalho correto, ainda se reconstruindo, ficou na série B de maneira devastadora.
10 anos se passaram de novo. Em janeiro de 2025 eu não via o Bahia ser campeão duas vezes no mesmo ano desde que estava na faculdade. Eu não via o Bahia jogar a Libertadores desde que me entendia por gente. Eu não via o Bahia ter feito 60 pontos nunca na Série A. Hoje, em dezembro, eu vi. E vi e senti também o prazer de ter um camisa 10 referência, que joga um futebol que encanta. Vi meus filhos dizerem que “o Bahia ganha de todo mundo” quando, todo desfalcado, ganhou do Palmeiras e do Flamengo em sequência (e não fui quem provocou essa frase deles)
Eu não lembrava de torcer por jogador do Bahia na seleção brasileira. Esse ano foram dois. Na principal. Porque na base teve jogador do Bahia sendo protagonista em campanha grande.
O clube anunciou a construção um CT de proporções inéditas na América Latina. Aqui, “do lado de casa”. Está investindo forte na base. Alimentando o sonho futuro. Tem mesclado cultura empresarial testada e aprovada com quem entende de Bahia e da Bahia. Reforçando a identidade e transformando o ecossistema do futebol brasileiro de maneira única.
Ainda assim, eu tive frustrações (qual ano não tive?)
A forma de deixar a Copa do Brasil, o G5, são cobranças legítimas e são eventos irritantes de 2025. Momentos de fúria e ranger de dentes. E em 2026 eu sei que “títulos de compensação” não serão suficientes para quem anseia sempre mais.
Falo por mim: não me acomodo. Sou inquieto. Quero sempre mais, porém, o valor que dou ao que tenho é maior do que o valor que dou ao que falta.
Pauto minha vida assim. Pauto minha relação com meu clube do coração assim também. Obrigado, Bahia, pelo MEU Feliz 2025.
Decisão importantíssima do STJ que acaba de ser proferida quanto ao alcance do Tema 1137, sobre a possibilidade de adoção de medidas executivas atípicas (art. 139, IV, do CPC). Julgado de relevo não apenas para o processo de execução, mas também para a compreensão do modelo brasileiro de precedentes. A partir das premissas fáticas do caso, decidiu o STJ que a tese a ser firmada não alcançará as execuções fiscais (regidas pela Lei 6.380/1980). Assim, o caso, que havia sido encaminhado à Corte Especial, agora retorna à Segunda Seção do STJ para que este órgão fixe a tese.
Questão de Ordem no REsp 1955539, Tema 1137, rel. Min. Marco Buzzi, decisão juntada aos autos em 21/10/2025.
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ELON MUSK: “Não estou trabalhando em um telefone. Posso dizer para onde acho que as coisas vão, que é o fato de não termos um telefone no sentido tradicional."
"O que chamaremos de telefone será, na verdade, um nó de borda para inferência de IA com alguns rádios para conexão."
"Essencialmente, você terá IA no servidor se comunicando com a IA no seu dispositivo — antes conhecido como telefone — e gerando vídeo em tempo real de qualquer coisa que você possa desejar."
"Não haverá sistemas operacionais ou aplicativos no futuro; será apenas um dispositivo com tela e áudio, e com o máximo de IA possível integrada.”
AGORA SIM, 29 RODADAS COMPLETAS!
Com o triunfo de hoje finalmente fechamos o 3º bloco e de forma positiva, com saldo de 1 para a meta da Libertadores.
Como o 4º bloco ficamos abaixo, precisamos de um empate contra o São Paulo, para ficar na “média” da classificação direta para a Libertadores.
Lembrando que essa pontuação foi calculada antes do início do campeonato e pode ser variável, para mais ou menos pontos.
Enfim, mais uma vitória IMPORTANTÍSSIMA contra uma equipe que está brigando na parte de baixo da tabela e que nos consolida ainda mais no G6, mas esse não é o objetivo. Abrimos 8 PONTOS!! do Fluminense que é o 7º colocado, porém temos uma partida a mais. E encostamos no Mirassol com 3 pontos de diferença.
PRA CIMA!