Lançamento oficial do DOSSIÊ MBL para ajudar a expor contradições, escândalos do MBL (Missão).
Todas as provas documentadas e com links, fotos e vídeos. Estaremos sempre atualizando com novidades.
Separamos em categorias, sistema de busca por palavra e também com sugestões para rebater os argumentos dos militantes.
E lembrando: TOTALMENTE GRATUITO E FEITO SEM DINHEIRO PÚBLICO. 😜
Marque e compartilhe com amigos, familiares, políticos ou qualquer simpatizante do movimento de oncinhas para que você possa abrir os olhos para a VERDADE!
Acesse: https://t.co/OsiG4va675
The Brazilian Supreme Court Justice who oversaw sweeping, illegal censorship of his political enemies — and nearly shut down X — created a blacklist of government workers that even included another Supreme Court justice, new documents reveal. Big new bombshell by @david_agape_
Tenho deficiências gravíssimas!
Eu nasci branco, e quem nasce branco já é considerado racista, mesmo não sendo.
Nasci em uma família pobre, mas trabalhadora, então eu sou burguês.
Estudei com afinco e seriedade. Venci pelos meus próprios meios sem roubar, nem trapacear ninguém.
Não voto para esquerda, o que me torna fascista.
Sou heterossexual, o que me torna um homofóbico.
Valorizo minha identidade e minha cultura, o que me torna um xenófobo.
Acredito que o macho e a fêmea da espécie Homo Sapiens foram, na maioria das vezes, grandes parceiros e mutuamente responsáveis pelo sucesso da espécie, o que me torna misógino.
Eu gostaria de viver em segurança e ver criminosos na prisão, o que me torna um torturador.
Quero que respeitem minha maneira de pensar e minhas crenças e não me façam pensar que o anormal é normalmente relativo, o que me transforma em um repressor.
Penso que os subsídios acabam com o esforço de trabalhar e minam a dignidade das pessoas, por isso sou insensível.
Acredito que cada um deve ser recompensado de acordo com sua produtividade, mérito e capacidade, o que me torna um egoísta antissocial.
Eu fui educado em valores e princípios, o que me torna um oponente do bem-estar social.
Acredito em Deus, logo, sou um fundamentalista religioso.
Creio que as vítimas dos estupradores, ladrões, estelionatários deveriam ser indenizadas pelo Estado e os culpados presos, pagassem pela dívida, não tivessem auxílio para suas famílias, indulto para ir pra casa, habeas corpus, tornozeleiras, mas trabalhassem para pagar suas custódias, sua roupa, água, luz e comida.
Então, sou considerado preconceituoso e contrário aos Direitos Humanos.
Esta é uma pequena e breve revisão da minha "má reputação."
Mas, pelo menos, tenho certeza de que somos vários: eu e, se você também tem essa má reputação, compartilhe.
Do jeito que as coisas andam ser um cidadão de bem será considerado crime.
Agradeço a todos os meus amigos e conhecidos que ainda se atrevem a se relacionar comigo apesar de todas as minhas falhas.
O sistema não quer que você veja esse vídeo 🤐
Na Lava Jato, ajudamos a recuperar mais de R$ 25 bilhões em acordos de devolução. Dinheiro que antes alimentava esquemas de corrupção e bancava o poder de gente que se achava intocável.
Quando você mexe no dinheiro dos poderosos, a reação vem. Vieram processos, multas, ataques e a cassação do meu mandato.
Mas não conseguiram encerrar a nossa missão.
Agora eu quero levar essa mesma batalha para o Senado, justamente onde os poderosos precisam ser fiscalizados.
Se você quer me ajudar a ser o soldado do Paraná em Brasília, doe agora para a minha vaquinha através do link na bio 🤝
🤖 Este vídeo contém imagens geradas por inteligência artificial (IA) com propósito meramente ilustrativo.
O roubo aos aposentados tem o sobrenome Lula da Silva. Chegou até a porta do gabinete da Presidência da República. Ao Ministério da Saúde.
Vai ficar por isso mesmo?
Então:
1. Socialismo é a única ideia da esquerda.
2. Socialismo, em todas as suas formas, é incompatível com democracia, república e Estado de Direito.
2. Socialismo e comunismo são exatamente o mesmo produto, embalado de forma diferente para atender públicos diversos.
Reino Unido 🇬🇧/Brasil 🇧🇷:
A Justiça inglesa decidiu manter provas da Lava Jato no processo contra Mário Ildeu de Miranda, apesar da decisão do ministro Dias Toffoli que determinou sua inutilização no Brasil.
A Corte britânica afirmou estar em “respeitoso desacordo” com Toffoli e classificou como “altamente incomum” a situação criada pela decisão da Justiça brasileira.
Quem prefere o PT no poder apoia a eternização da miséria e da ignorância. Para vencer uma eleição, Lula precisa da imensidão de brasileiros desinformados e/ou dependentes de planos de compra de votos disfarçados de programas sociais
A mais recente pérola produzida pelos intelectuais colaboracionistas é que redução de impostos é uma ideia ruim, que vai piorar a vida do cidadão.
Há veículos do consórcio de mídia publicando isso.
Quem publica isso, publica qualquer coisa.
Se tem uma coisa que entendo é de propaganda política, pois desde pivete gosto de ver, pois acho um ótimo programa de humor.
Mas essa aqui de humor não tem nada, na verdade é excelente, aposto que em menos de uma semana esse padrão será copiado até umas horas.
A ditadura do STF é culpa da imprensa
André Marsiglia-@Poder360
Não há novidade alguma no que Alexandre de Moraes fez na semana passada contra a fonte do jornalista Luís Pablo. Não foi a primeira vez que avançou sobre fontes jornalísticas, já havia acontecido no caso Tagliaferro, tampouco que afagou, com suas decisões, grupos políticos próximos a Flávio Dino.
Quem acompanha o STF desde a abertura do inquérito das fake news, em 2019, já viu censura, bloqueio de contas, buscas e apreensões, prisões por manifestações políticas e garantias constitucionais relativizadas em nome da “democracia”.
Por que, então, tanta gente se espantou? Porque, diferentemente da ditadura do regime militar dos anos 1970, a ditadura de hoje, promovida pelo STF, disfarça-se e se esconde nas manchetes afáveis da grande imprensa.
Nenhum jornalista, nos anos 1970, ousaria dizer que a tortura era justificável. Mas a que houve contra Filipe Martins é ignorada.Nenhum jornalista seria medonho a ponto de escrever “vigiar e punir: gostoso demais” enquanto o Dops levava alguém para ser interrogado. Nenhum diria que o general Médici lhe ativava a libido ou escreveria “delegado Fleury, pega o meu cartão”. Mas tudo isso ocorreu recentemente em relação à ditadura do STF.
Durante anos, a imprensa esquerdista aceitou que garantias fossem relativizadas quando os alvos eram bolsonaristas, usuários das redes sociais ou jornalistas que ela não considerava suficientemente jornalistas, por não serem de esquerda. Agora, diante do ataque a uma fonte jornalística, reconhece-se ameaçada e se choca.
A diferença entre Médici e Moraes não está em Médici ou Moraes, mas na imprensa ideológica que os descreve de forma diversa.Durante o regime militar, quando podia denunciar o autoritarismo, a imprensa denunciava. Quando não podia, alguns jornais publicavam poemas e receitas no lugar do material censurado. Até a ausência da notícia denunciava a existência do censor. Hoje, a imprensa de esquerda oferece espontaneamente ao poder a manchete que legitima seus excessos.
Quando Moraes avançou sobre uma fonte jornalística, a dor finalmente chegou a um território que a imprensa reconhece como seu. Tornou-se mais difícil explicar o abuso como instrumento democrático. O episódio escancara aquilo que ela fingiu não enxergar até então.
O jornalista e escritor Mario Sabino lembrou, em postagem no X, com sagacidade, que o inquérito das fake news já dura mais de um terço de todo o período do regime militar.
Talvez, pelo disfarce dado pelas manchetes da grande imprensa ideológica, a ditadura do STF dure tanto, talvez até se perpetue, enquanto estiver seduzindo jornalistas de esquerda, atacando seus inimigos, poupando as redações e os interesses dos donos de jornais.
https://t.co/jJmWEl4vzK
🇧🇷🔥Brazil under Lula is a nest of absurdities
TSE Shields PT Once Again: The Absurd Refusal to Demand Basic Accountability
In yet another display of selective blindness, Brazil’s Superior Electoral Court (TSE) has decided it will not even examine a provisional order from Justice André Mendonça requiring the Workers’ Party (PT) and its federation to hand over accounting records and full recordings of its 8th National Congress and the launch of the “Porta-Vozes do Lula” project.
The vote was 5-2. The majority claimed a technical irregularity in how the case was distributed and ordered a new lottery among the justices. The substance of the complaint—alleged misuse of public party funds to finance coordinated digital attacks against Senator Flávio Bolsonaro—was simply waved aside for now.
This is not neutral procedure. It is institutional self-protection dressed up as process.
The Liberal Party (PL) brought a concrete accusation: that resources from the Party Fund, money that ultimately comes from Brazilian taxpayers, were being used to build and sustain a network of digital mobilization aimed at spreading disinformation and coordinated attacks against a leading opposition figure and presidential contender.
Mendonça’s partial injunction did not declare anyone guilty. It merely demanded preservation and delivery of the relevant recordings, contracts, invoices, and accounting documents so the facts could be examined. In any healthy democracy that would be the minimum requirement for transparency. At the TSE, it was treated as an inconvenience to be postponed.
The majority’s justification—improper distribution of the case—may satisfy formalists, but it does not satisfy citizens who have watched the same court move with remarkable speed when the target is the right and with glacial caution when the target is the PT.
Technicalities become barriers precisely when accountability threatens the left. The process will now be redistributed, buying time, allowing memories to fade, and permitting documents to become harder to recover. That is not justice; it is delay as strategy.
Consider the broader pattern. Public money flows to parties under the Party Fund precisely so they can maintain institutional life, not so they can underwrite propaganda operations that function as de facto campaign machines outside the rules.
If the PT’s congress and the “Porta-Vozes” project involved structured incentives, rankings, or coordinated messaging against a political rival using those funds, the public has a right to know. Demanding the books is not persecution. Refusing even to look at the books is favoritism.
Conservatives who value institutional integrity should not accept this double standard. Rule of law requires that powerful parties face the same scrutiny as everyone else. When the TSE prioritizes protecting one side’s procedural comfort over the public’s right to financial transparency, it undermines its own legitimacy. Brazilians already distrust electoral institutions enough.
Decisions like this only deepen the conviction that the rules bend according to who is being investigated.
The case is not over. A new justice will eventually receive it. But the message sent this weekend is clear: accountability for the PT can wait.
That is not how a serious electoral court behaves. It is how a court that has grown too comfortable with political imbalance behaves. Brazilians deserve better than technical excuses that conveniently protect the powerful.