Passam hoje três anos sobre o mais grave massacre terrorista antissemita depois da Shoah.
O 7 de Outubro não pode ser esquecido. O antissemitismo tem de ser sempre condenado e combatido.
Portugal lembra hoje todas as vítimas, incluindo as portuguesas, mostrando-se solidário com as suas famílias e o povo israelita.
Adidas—the brand that stuck by Kanye long after his antisemitism was clear and whose founders Adi and Rudi Dassler were members of the Nazi party—has apologized for partnering with a disabled Jewish man.
How completely on brand.
Meet the man Adidas felt the need to apologize for partnering with.
Shalev Biton was stationed in Israel near the Gaza border in 2021 when anti-tank fire, likely launched by Hamas men, killed his friend and wounded him. His leg had to be amputated due to his injuries.
Since then, he's rebuilt his life and learned to walk and run again with the help of prosthetic legs. He's traveled the world and proposed to his girlfriend.
But he's also gone beyond recovery to advocacy. Along with his friend, Shalev brought Israel's first youth participant to the European Amputee Football Federation Junior Camp in Romania in 2025.
Adidas's historical legacy includes being founded by Nazi Party members and being among the last brands to drop Kanye West amid his antisemitism scandal. Their program offering the chance to buy one shoe, instead of the pair, was a long-overdue correction, especially given the company's past.
The Adidas apology says everything. They never deserved to work with someone like Shalev.
Os "cómicos" que "boicotam" Seinfeld tiveram piada:
Não faço ideia de quem são as criaturas que agora julgam que boicotam Jerry Seinfeld, por ser judeu, sionista e não apreciar os selvagens do Hamas (e para aparecerem nas notícias). À cautela, vou continuar sem saber. Mas reconheço, porém, que pelo menos nisto tiveram piada: ver comediantes profundamente anónimos boicotar Seinfeld é o mesmo que Fernando Tordo ter-se recusado a actuar na primeira parte de Frank Sinatra. Ou nem isso, já que ainda se conhecem duas ou três cantigas do sr. Tordo: seria o mesmo que o sujeito que tocava pandeireta nos concertos de Fernando Tordo boicotar o Sinatra. Ver o Conjunto Songa Monga ou a Inês Não Sei Quantos boicotarem Seinfeld acaba por ser excelente comédia – infelizmente para eles, a única vez na vida em que tiveram graça foi de modo involuntário.
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Carolina Deslandes boicota um festival de comédia por incluir Jerry Seinfeld que defende a guerra de Israel contra o Hamas enquanto encabeça um festival que convida organizações terroristas que massacraram e sequestraram civis no massacre de 7 de Outubro.
Inconsistente não é 🙃
آقای دبیرکل @antonioguterres، شما برای یک تروریست حماس شمع روشن کردید. چه زمانی برای دهها هزار ایرانی بیگناه که به دست رژیم جنایتکار اسلامی به قتل رسیدند، شمع روشن خواهید کرد؟
ESCANDALOSO.
António Guterres encendió una vela y rindió homenaje a Imad El Samhouri, quien durante años fue director de una escuela de la UNRWA y comandante terrorista de Hamás.
La ONU ha perdido toda integridad moral y debe ser ABOLIDA.
To those who asked why Iranian women Marzieh and Reyhaneh didn't report rape in court before defending themselves.
Marzieh Nayeri was forced to marry a man at 17. Child marriage is legal under Sharia law in Iran.
At 18, her husband's business associate, drunk, in her own home, tried to sexually assault her. Her husband watched and did nothing. She grabbed a kitchen knife. She fought back. The attacker was wounded. Her husband was killed. She hid for four days. Then she went to her brother for help. He turned her in to the police.
She recorded a message for her mother before her execution:
"I want the world to know what is being done to me."
Iran hanged her on August 8, 2026. She was 24.
Reyhaneh Jabbari was 19 when a former intelligence officer tried to sexually assault her. She fought back. He died. She spent seven years in Evin Prison. The world signed petitions. Iran sharpened the rope. She was 26.
Iran hanged her anyway. In 2014.
Under Sharia law in Iran, to prove rape, a woman must produce four male witnesses to the act itself.
Four. Male. Witnesses.
If she cannot, her accusation becomes a confession. She is no longer the victim. She is the criminal, facing flogging, prison, or death.
This is not ancient history. This is the law still on the books today. The law that Abdul El-Sayed is asking Americans not to fear.
A notícia no caso de Arday nunca foi a sua "criatividade". Quem nunca inventou umas maratonas que atire a primeira pedra. A notícia no caso Arday é a cumplicidade e a promoção que terceiros fizeram dessa criatividade. E a razão de ser dessa promoção.
O governo que venha falar comigo, tenho muito que contar: antisemitismo, perseguição, cancelamento e uma cultura que procura colocar uma rolha a quem não faz parte do rebanho.
Tenho falado de Cambridge, Coimbra não é diferente.
These are the three protesters who were hanged in Iran yesterday. One was disabled.
The media said nothing.
The voices of universal dignity and international justice said nothing.
The outraged lost no sleep.
The streets held no protest.
The socialist mayors filmed no speeches.
Murdered Iranians don’t fit the white oppressor narrative, so the world ignores the worst atrocities the mind can fathom.
I’m glad that makes you uncomfortable. Maybe it will finally wake you up to what the rest of us had to learn through betrayal:
Humanity is the greatest lie of our time.
Isabel Moreira defende os gays e o Islão — como?:
A pretexto do atentado em Berlim, a dra. Isabel Moreira tenta relativizar o terrorismo islâmico ao lembrar os atentados de motivação cristã. E cai no ridículo. Mas tombo maior é quando a dra. Isabel Moreira recorre à cantilena do “Nem Todos os Muçulmanos São Terroristas”. Com certeza que não. Porém, todos os países muçulmanos têm leis ou práticas sociais contra os homossexuais que a deputada socialista diz defender: ela devia liderar os protestos contra o Islão, e não lidera nem protesta. Das duas, uma: ou a dra. Isabel Moreira é hipócrita quando defende as causas LGBT, ou é hipócrita quando acarinha o Islão. Em qualquer dos casos, fica claríssimo que a dra. Isabel Moreira é hipócrita. (A outra hipótese é ser profundamente ignorante, mas não quero acreditar nisso).
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Se o ridículo matasse, NYC estaria sem "mayor":
O jihadista/comunista Mamdani, nova esperança da extrema-esquerda internacional, é um caso de comédia. Depois de prometer mercearias públicas, transportes públicos, creches públicas e mais uma data de delírios que, naturalmente, não cumpriu, agora queria prender Netanyahu caso este visite Nova Iorque. Isto há quatro dias. Ontem veio admitir que, afinal, não tem poder para mandar prender ninguém. Pelo meio, Trump aproveitou para enxovalhá-lo, sem o nomear, garantindo que o PM israelita nunca será preso nos EUA. Trump também lembrou que quem devia estar preso são os assassinos que tomam conta do Irão, mas esses o sr. Mamdani não quer prender.
https://t.co/PyVGJ3pt6R via @observadorpt
BREAKING: In an unprecedented move, the UN has finally admitted that Hamas is blocking aid into Gaza.
They describe a system of arresting drivers, intimidating and threatening aid workers, and limiting aid.
Israel has been vindicated once again.
Report: UNRWA has failed to enact reforms it promised to receive millions from Germany, France, EU, UK, Canada, Australia. Schools use textbook with reading exercises that praise the slashing of Israelis’ throats and glorify suicide bombings. @IMPACT_SE
https://t.co/pcxiWE3qi8
A Visão publica um texto sobre o “herói e mártir” Hussam Abu Safiya. Esquece-se claro de dizer que é coronel do Hamas.
Umas notas sobre o sectarismo da imprensa portuguesa:
A 31 de janeiro de 2026, o New York Post publicou um artigo intitulado “O “médico” de Gaza que criticou Israel em artigos de opinião no NY Times é um coronel do Hamas, visto em uniforme militar: organização de vigilância, IDF”. O artigo foi escrito com base numa fotografia publicada em 2016 pelos Serviços Médicos Militares de Gaza (MMS) e revelada pela ONG Monitor, que mostra o Hussam Abu Safiya a usar um uniforme militar no interior do Hospital Kamal Adwan, onde trabalhava. A fotografia corrobora uma análise de 2024 publicada no X/Twitter pelo investigador Eitan Fischberger, que revelou que várias fontes de Gaza se referiam a Abu Safiya como “coronel”.
O complexo médico Kamal Adwan é um dos três hospitais sediados em Gaza afiliados ao MMS (de um total de cerca de 30 hospitais em Gaza). Os hospitais afiliados ao MMS prestam cuidados médicos aos membros das forças de segurança controladas pelo Hamas e às suas famílias, bem como aos civis.
Para além dos Serviços Médicos Militares, o MoINS comanda a força policial de Gaza e outras forças de segurança interna responsáveis pela vigilância, contra-espionagem, dissidência política, defesa civil, postos fronteiriços, aplicação da lei islâmica e gestão de prisioneiros em Gaza. Após assumir o controlo de Gaza em 2007, o Hamas encarregou as Brigadas Izz Ad-Din Al-Qassam de supervisionar as forças de segurança sob a alçada do MoINS.