Eleito a personalidade do Twitter em 2021 pelo Instituto MR. Autor do livro “Como ser Top 10 influencers do Fintwit do Charlab tendo meia-dúzia de seguidores”
🚨 🇧🇷 Na avaliação de aliados, Flávio Bolsonaro não irá desistir da candidatura à Presidência, mas já teria desistido de derrotar Lula; a leitura é de que a família Bolsonaro está mais preocupada em manter a liderança da direita e impedir que alguém de fora da família cresça a ponto de ocupar esse espaço.
O Lula mente que revogou a taxa das blusinhas, mas na verdade revogou apenas uma pequena parte da cobrança, os 20% que eram federais.
O programa Remessa Conforme, QUE ELE CRIOU e continuará sendo usado para cobrança, é o que permite a cobrança de ICMS estadual, que continuará sendo cobrado.
Aproveitando a oportunidade, vamos lembrar de outra mentira: as alíquotas de ICMS anunciadas são sempre mentirosas. Por exemplo, quando dizem que é 18%, na verdade é 21,95%.
"A entrevista é devastadora justamente porque Edinho Silva tenta defender o PT, mas acaba produzindo uma autópsia pública do partido. Cada resposta abre uma nova contradição: o PT diz defender investigação, mas não assinou a CPI do Master; diz combater corrupção, mas tira o Master do manifesto; diz proteger aposentados, mas não liderou a CPMI do INSS; diz defender a democracia, mas chama de “instabilidade” quando o Senado exerce sua competência constitucional; diz querer reforma do Judiciário, mas só fala nisso quando o STF virou custo político.
A incoerência mais grave está na tentativa de terceirizar tudo para Bolsonaro. O Master vira “criação do governo Bolsonaro”, o INSS “começou no governo Bolsonaro”, as operações foram autorizadas por Campos Neto. É o velho manual: quando o escândalo aperta, desloca-se a culpa para o inimigo. Mas a entrevista desmonta essa narrativa ao lembrar que a PF analisa relações do Master com políticos petistas da Bahia. A resposta de Edinho — “não vi nenhuma denúncia” — é quase uma confissão de fuga. Não nega o problema; apenas tenta não enxergá-lo.
Outra contradição brutal: Edinho afirma que Lula pediu apuração, mas o PT não assinou a CPI. Então há duas possibilidades, ambas péssimas: ou Lula não manda no próprio partido, ou o partido não queria investigar. E quando ele diz “não sei” por que o PT não assinou, o presidente do partido admite, em rede nacional, que a legenda perdeu comando, coerência e coragem. É o partido nu, pego de calça curta, sem narrativa de reserva.
Há ainda o cinismo sobre o Congresso. Quando o Congresso sustenta o governo por emendas, cargos e acordos, é “governabilidade”. Quando derrota Lula, vira “modelo político destruído”. Quando o Senado rejeita Messias, é “esvaziamento do Executivo”. Não. É freio e contrapeso. O Senado não é cartório do Planalto. A rejeição de Messias não destruiu a democracia; mostrou que o Legislativo, depois de anos dormindo em berço esplêndido, começou a lembrar que é Poder.
O mesmo vale para o Judiciário. O PT passou anos surfando na aliança objetiva com o STF, especialmente depois de 8 de janeiro. Agora, diante da crise de credibilidade da Corte, fala em controle externo, reforma, experiências internacionais e combate a privilégios. Conveniente demais. Enquanto o Supremo servia como escudo político, era “defesa da democracia”. Quando virou âncora eleitoral, passou a ser “tema de reforma”. Isso não é princípio; é cálculo.
A entrevista também escancara a contradição eleitoral. Edinho diz que não há conflito entre aproximar-se do centro e recuperar o eleitor tradicional. Mas há. O PT quer simultaneamente agradar o centrão, a esquerda militante, a direita liberal “democrática”, o STF, os sindicatos, os aposentados lesados, os aliados baianos citados no caso Master e os parlamentares que vivem de emendas. Quer ser governo, oposição, vítima e juiz ao mesmo tempo. Nem polvo político com oito braços segura tanta incoerência.
A parte mais simbólica é a admissão final: “foi um erro”. Para o PT, isso é quase inédito. A ClePTocracia sempre operou na lógica da negação, da vitimização e da transferência de culpa. Desta vez, a entrevista deixa claro que não havia mais como sustentar a farsa. O partido foi obrigado a reconhecer que, diante de escândalos graves, deveria ter feito exatamente aquilo que cobrou dos outros por décadas: investigar.
Conclusão: Edinho Silva tentou salvar a narrativa, mas entregou o diagnóstico. O PT está derrotado, nu, perdido e sem saber para onde ir. A entrevista não é uma defesa; é uma confissão. Um partido que foge de CPI, apaga escândalo de manifesto, terceiriza culpa, instrumentaliza o Judiciário, demoniza o Legislativo quando perde e admite erro apenas depois de encurralado já perdeu a autoridade moral. O que resta é a pergunta incômoda: se o TSE tivesse tratado o histórico da ClePTocracia com o mesmo rigor aplicado a adversários, esse partido ainda estaria funcionando?"
"Usar uma mulher negra para constranger o senado".
Eles nem escondem mais que se usam das pautas identitárias para fins políticos e estão CAGANDO para minorias.
Não foi apenas uma pessoa que perdeu hoje no Senado, foi uma família, foram amigos, foi o escritório de advocacia de um primo, foi o banco ultra disposto a pagar uma mesada gorda, o piloto do jatinho que levaria pessoas para assistirem a final da champions, toda sociedade
Pela primeira vez na história deste país, uma primeira-dama viajou mais que o presidente da República. Tudo, claro, bancado pelos pagadores de impostos.
LULA ENCONTROU O DISCURSO DE CAMPANHA
Vai fazer oposição ao próprio governo:
Liberou as bets e vai atacá-las,
Criou a taxa das "blusinhas" e vai atacá-las,
Entregou as terras raras do Brasil e vai reclamar da entrega.
Esse homem destruiu a indústria e a seiva moral do país.
Gilmar Mendes diz que impeachment de ministro do STF pode ser barrado pelo próprio Supremo:
“Se houver uma abertura de impeachment que não se justifique, pode haver controle judicial.”
O STF não permitirá nenhum impeachment de ministros, pois todos serão considerados “ABUSOS”🤡
Nobre deputada, esse senhor careca, usando terno e gravata, parece estar envolvido no escândalo Master.
Ele esteve no seu casamento, conseguiu perguntar para ele sobre aqueles 129 milhões?