Ao contrário do que muitos perfis de esquerda estão espalhando, classificar o CV e o PCC como aquilo que efetivamente são, grupos terroristas, não significa porta aberta para uma “invasão” ou intervenção militar americana no Brasil contra esses grupos. A medida visa principalmente asfixiar as finanças dos grupos, sancionando indivíduos e empresas com ligações a esses grupos e com atuação nos EUA e em países aliados, como na Europa. Nem no México, que é um país muito mais entregue ao crime organizado, os EUA realizam ações militares contra grupos narcoterroristas, por isso não é no Brasil onde farão isso.
“Ah, mas fizeram na Venezuela”
A Venezuela não é o Brasil. Era governada por um ditador não reconhecido pelo governo americano, com um discurso brutalmente hostil e sem ligações econômicas ou diplomáticas com Washington. O Brasil, apesar de todos os seus graves problemas, não chega nem perto do que a Venezuela era em janeiro de 2026.
#hojenomundomilitar
Em 1922, um dos maiores milagres da medicina aconteceu em silêncio, dentro de um quarto de hospital infantil em Toronto.
Dezenas de crianças diabéticas jaziam em coma.
Seus corpos, exaustos.
Ao lado delas, pais paralisados pela dor, apenas esperavam o inevitável.
Naquela época, a diabetes era uma sentença.
Sem cura. Sem esperança.
A única defesa era uma cruel dieta de fome, que adiava a morte… mas roubava a infância.
Então, uma equipe de cientistas entrou naquele cenário de desespero.
Em suas mãos, carregavam um frasco com um extrato purificado, um novo nome: insulina.
Eles foram de leito em leito, injetando aquele remédio ainda experimental.
E então, o improvável aconteceu:
Antes mesmo de terminarem, uma das crianças se mexeu.
Depois outra.
Olhos antes fechados, agora se abriam.
Corpos à beira do esquecimento voltavam à vida.
O quarto, que momentos antes era um túmulo de esperança, se transformou num milagre em movimento.
Por trás desta revolução estavam Frederick Banting e Charles Best, guiados por John Macleod,
e com a contribuição decisiva de James Collip, que refinou o extrato.
Mas talvez o gesto mais grandioso tenha vindo depois:
Eles venderam a patente da insulina à Universidade de Toronto por apenas um dólar simbólico.
Porque acreditavam que ninguém, absolutamente ninguém, deveria ter o direito de possuir a salvação de uma vida.
Em 1923, Banting e Macleod receberam o Prêmio Nobel.
Mas a verdadeira recompensa estava além de qualquer troféu:
Ela estava em cada vida salva,
em cada futuro devolvido,
em cada criança que respiraria mais um dia,
livre da sombra do esquecimento.