Como sabem, não sou católico. Mas ver isto sendo concluído nos nossos tempos é algo histórico e para qualquer um com senso de belo, magnífico. Levaram 144 anos para a Sagrada Família chegar a este ponto. Deve demorar só mais 10 para ser concluída de vez.
@JayDook@zacbowden You said “people buy neo due fashion” as if people didn’t buy a surface go for prejudice.
No, since it’s very beginning surface go was garbage with a nightmare SO.
Fazer busca e apreensão na casa de um jornalista por causa da denúncia sobre o uso indevido de um carro oficial é recado intimidatório: não se atrevam a me investigar sobre nada.
Maluco ao mesmo tempo comprando poder político, quebrando o sistema financeiro, mandando sequestrar jornalista, levando a fiel pra igreja, mantendo 3 paralelas pra mais, chamando atriz da globo de Alan do TI e falando igual o cebolinha.
O Brasil dar certo é um milagre.
Em 2023, Toffoli anulou, sozinho, todas as provas do acordo de leniência da Odebrecht. Ele incluiu na fundamentação de sua decisão um parecer do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional, à época subordinado a Augusto de Arruda Botelho, então secretário nacional de justiça.
O parecer dizia que não havia registro do pedido de cooperação do MPF à Suíça, requisito legal para uso das provas. ANPR e PGR, contudo, comprovaram, em seus recursos, que havia sim o pedido formal. O DRCI admitiu a existência e finalmente encontrou o registro.
Apesar disso, os recursos jamais foram sequer analisados, permitindo que centenas de corruptos, inclusive confessos, fossem beneficiados no Brasil e em vários outros países. Botelho havia sido advogado da Odebrecht e, recentemente, já como advogado do diretor de compliance do Master (alvo da Operação Compliance Zero), viajou em jato particular com o min. Toffoli, relator do caso.
Em outubro de 2023, a Transparência Internacional (TI) denunciou a decisão infundada de Toffoli ao Grupo de Trabalho da OCDE (WGB/OECD). O órgão inseriu o caso no topo da lista de verificações sobre o Brasil, na revisão que estava realizando sobre o cumprimento de sua Convenção contra o Suborno Transnacional. Em março, o Brasil terá que apresentar explicações e atualizações à OCDE sobre a anulação das provas da Odebrecht, que configura violação gravíssima às obrigações assumidas pelo país junto à convenção da OCDE.
Apenas três meses depois, publicamos, junto com o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023, um relatório que destacava criticamente a atuação de Toffoli no caso da Odebrecht. Dois dias depois, o ministro determinou abertura de investigação contra a TI.
Apesar da PGR ter promovido o arquivamento do inquérito por total falta de provas e de competência de Toffoli, o ministro ignorou a posição da PGR e mantém aberto o inquérito até hoje. O caso já foi citado duas vezes pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA como tentativa de criminalização da Transparência Internacional.
Agora, junto ao IPC 2025 recém-lançado, reiteramos nossas denúncias e recomendamos que Toffoli seja afastado e investigado.
O Brasil e a comunidade internacional precisam acompanhar com máxima atenção este caso. A corrupção do Judiciário impede o desenvolvimento socialmente justo e é devastadora para os direitos humanos, a segurança pública e a democracia.
A luta contra a corrupção não é um fim em si mesma, é uma luta por direitos.
Muito saudável essa atitude
Eu não peço desculpas porque não cravei que seria um pau mandado, disse desde 2024 que precisaríamos ver ao menos um ano da atuação para saber como seria
E, com esse ano, digo agora que, SE AS COISAS CONTINUAREM ASSIM, Galípolo passará para a história do BC como alguém que chegou com desconfiança do mercado e saiu como, institucionalmente falando, alguém muito mais relevante que seu antecessor
Mais relevante e mais corajoso também